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BCE mantém juros em 2,5%, com crise na França e riscos inflacionários no radar

Ao concluir reunião de política monetária nesta quinta-feira, 29, o BCE manteve a taxa de depósito em 2,5%, a de refinanciamento em 2,65% e a de empréstimos em 2,90%, em decisão em linha com a previsão de analistas consultados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Redação Jornal de Brasília

29/10/2026 10h33

Foto: Reprodução/Executive Digest

O Banco Central Europeu (BCE) deixou suas principais taxas de juros inalteradas, enquanto monitora a crise política e fiscal na França e pondera possíveis efeitos inflacionários do conflito no Oriente Médio sobre os preços de energia.

Ao concluir reunião de política monetária nesta quinta-feira, 29, o BCE manteve a taxa de depósito em 2,5%, a de refinanciamento em 2,65% e a de empréstimos em 2,90%, em decisão em linha com a previsão de analistas consultados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

A pausa ocorre após o BCE elevar os juros em 25 pontos-base em setembro, quando os dirigentes concordaram sobre os riscos de alta da inflação e ressaltaram que interrupções no abastecimento de energia, o agravamento do sentimento de mercado e atritos comerciais representavam riscos para o Produto Interno Bruto (PIB).

A inflação na zona do euro acelerou desde então, afastando-se ainda mais da meta de 2% do BCE.

Além da guerra entre os EUA e o Irã, a crise na França passou a ser foco do mercado. Especialistas avaliam que a instabilidade política na segunda maior economia do bloco reduz, cada vez mais, a necessidade de novos aumentos nas taxas de juros.

Estadão Conteúdo.

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