“Em geral a região latino-americana investe muito menos em inovação que, por exemplo, a China”, declarou à Agência Efe, além de dizer que a ciência e a tecnologia são cada vez mais fatores importantes de desenvolvimento econômico.
O BM tem hoje projetos desta natureza apenas na Argentina, no Chile e no Uruguai e deseja despertar o interesse de outros países da região, declarou Cox.
Ela afirmou que o caso da Argentina “pode ser um bom exemplo regional” pelo fato de pela primeira vez em sua história vá começar a ter um Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva, quando Cristina Fernández assumir a Presidência do país no lugar de seu marido Néstor Kirchner na próxima segunda.
Pamela Cox disse que o próximo ano “será muito interessante” para o processo de “inovação” financeira colocado em prática pelo BM para facilitar e melhorar as condições de acesso a suas linhas de créditos.
Ela também disse que uma das prioridades é ampliar o prazo de pagamento dos empréstimos dos atuais 14 anos para 20 ou 25 anos, um dos assuntos que a direção da entidade prevê analisar em janeiro.