“O Banco do Sul entrou na etapa final de definições relacionadas com seu convênio constitutivo” e seu “montante de capital autorizado será de US$ 20 bilhões”, afirma um comunicado divulgado pelo Ministério da Economia argentino.
As decisões foram adotadas em reunião realizada na capital argentina entre ministros, vice-ministros e representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela.
Os participantes “instruíram a comissão técnica para que adéqüe o projeto de convênio constitutivo de acordo com as decisões tomadas” hoje para analisá-las em uma “reunião convocada para o mês de julho”, diz o comunicado.
“O esquema de Governo e administração do banco pactuado por sua marca igualitária e democrática, representa uma inovação que não registra antecedentes nos organismos multilaterais de crédito existentes”, acrescenta.
Além disso, disse que “os ministros reiteram o convite de seus Governos aos demais países da Unasul (União de Nações Sul-Americanas, que além dos países mencionados integram Chile, Colômbia, Guiana, Peru e Suriname) a somar-se ao Banco do Sul”.
O Banco do Sul foi uma iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, com o propósito de dotar de autonomia os países sul-americanos frente ao Fundo Monetário Internacional e ao Banco Mundial, assim como para destinar recursos próprios aos projetos de desenvolvimento regional.