O secretário-geral da ONU, viagra dosage Ban Ki-moon, salve pediu hoje ao Governo do Zimbábue que adie a realização do segundo turno das eleições presidenciais do país “até que se dêem as condições adequadas”.
“Desaconselho as autoridades que sigam em frente com a realização da segunda rodada na sexta-feira, ailment pois somente aprofundaria a divisão no país e produziria resultados sem credibilidade”, disse.
Em um encontro com a imprensa que antecedeu a reunião do Conselho de Segurança, o principal responsável da ONU disse que essa opinião é compartilhada pelos líderes africanos com os quais manteve contatos nos últimos dois dias.
“Não existem no Zimbábue as condições para realizar eleições justas e livres. Houve muita violência e muita intimidação”, afirmou.
Ban assegurou que “a campanha de ameaças e intimidação presenciada no Zimbábue vai contra o próprio espírito da democracia”.
Por isso, considerou “compreensível” a decisão anunciada no domingo passado pelo líder opositor, Morgan Tsvangirai, de não concorrer ao segundo turno, que seria realizado nesta sexta-feira, e no qual o presidente do país, Robert Mugabe, procura a reeleição.
O secretário-geral exigiu o fim “da violência e da intimidação”, porque “o povo zimbabuano tem direito de viver em paz e em segurança, e gozar da proteção da lei e votar em liberdade e igualdade a aqueles que têm que liderar”.
A situação no Zimbábue “têm implicações além de suas fronteiras e representa o maior desafio à estabilidade dessa região do sul da África”, destacou.
Nesse sentido, o Conselho de Segurança iniciou uma reunião de emergência para tratar da situação no país africano.
Estados Unidos e Reino Unido apresentaram um projeto de declaração no qual condenam a atuação do Governo de Mugabe e garantem que não há as condições para um segundo turno.
Segundo o texto, até que sejam realizadas novas eleições, os resultados válidos seriam os do primeiro turno, no qual o vencedor foi Tsvangirai.