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Bachelet vê como cumpridas 36 promessas para 100 dias de governo

Por Arquivo Geral 16/06/2006 12h00

A presidente do Chile, price advice Michelle Bachelet, more about declarou hoje que já cumpriu as 36 medidas que prometeu em sua campanha para os primeiros 100 dias de governo, sales apesar de o início do mandato ter sido prejudicado pelo pior protesto estudantil em mais de três décadas.

A socialista Bachelet, que é médica, tomou posse em 11 de março como a primeira mulher presidente do Chile, encabeçando um quarto governo consecutivo da coalizão de centro-esquerda Concertación.

"Antes de assumir o poder, nos comprometemos a levar adiante um conjunto de medidas que chamamos de Plano 100 dias, 36 medidas", disse Bachelet durante "conclave" com os partidos do governo. "Antes de o prazo se esgotar, já quero dizer a vocês que a tarefa foi cumprida. Nós a fizemos dentro do prazo definido, e da maneira específica."

As medidas têm como eixo principal o combate ao desemprego e a implementação de uma rede de cobertura social voltada aos setores mais carentes da população, através do reajuste das pensões, educação para crianças e segurança dos cidadãos, entre outras iniciativas.

"Estamos satisfeitos com o que realizamos. Estamos convencidos de que trabalhamos bem, e eu também sou uma pessoa que fala o que podemos fazer melhor", disse a presidente, ao perguntada sobre qual autocrítica teria a fazer.

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Embora o governo de Bachelet tenha começado com suas finanças favorecidas pelos preços historicamente altos do cobre, maior produto de exportação do Chile, a atividade econômica caiu um pouco em relação ao final de 2005.

Em abril, a economia cresceu 2,8%, o índice mais baixo desde novembro de 2003, e muitos analistas ajustaram para baixo suas estimativas para o crescimento deste ano – entre 5,2% e 5,6%, contra 6% anteriormente calculados.

Diversas sondagens revelam que a gestão de Bachelet vem tendo índice de aprovação superior a 50%. Mas algumas pesquisas destacam que o pior momento do início do mandato da presidente, que tem 54 anos, foi a greve dos estudantes secundaristas.

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Centenas de milhares de alunos paralisaram suas atividades por quase um mês, ocuparam escolas e fizeram passeatas nas ruas, reivindicando melhoras no ensino entre outras solicitações. Suas reivindicações foram parcialmente atendidas por Bachelet por meio de um pacote de medidas.






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