As autoridades da Península do Sinai, order no Egito, viagra 40mg reforçaram neste domingo a presença policial em torno dos edifícios públicos da cidade de El-Arich, more about por temer as manifestações, que na noite de sábado deixaram três pessoas feridas.
O representante do opositor Partido Tagamo, Mustafa Singer, disse à Efe que os reforços policiais foram enviados de províncias vizinhas como Ismailiya e Suez. A medida de urgência foi adotada depois que os distúrbios continuaram, com o incêndio de uma sede do governante Partido Nacional Democrático (PND) e de uma delegacia em El-Arich, cidade situada ao norte da Península do Sinai.
Os protestos começaram na noite de sábado, depois que beduínos da tribo Tarabine dispararam, por motivos desconhecidos, contra membros do clã Fawakhariya, deixando três deles feridos, na principal praça de El-Arich, informaram fontes oficiais da passagem de Rafah, na fronteira com a Faixa de Gaza.
O ataque gerou uma manifestação que contou com a participação de cerca de 5 mil beduínos da tribo atacada, que ainda no sábado incendiaram a sede da prefeitura de El-Arich e alguns carros governamentais estacionados no local, segundo Singer.
Além disso, o representante da oposição disse que os manifestantes lançaram hoje pedras contra as vidraças de alguns bancos e a fachada da Faculdade de Educação, e bateram em um alto cargo policial, a quem os membros da tribo Fawakhariya acusam de estar em conivência com o clã rival.
Singer também afirmou que os beduínos rejeitaram a mediação oferecida por deputados do PND para terminar com a crise. Anteriormente, o diretor do centro de imprensa da cidade de Rafah, Musad Badawi, afirmou que os manifestantes tinham causado apenas danos na fachada da Prefeitura em El-Arich, e quebrado os vidros de vários veículos e imóveis da área.
De acordo com Badawi, eles também queimaram pneus e fecharam as principais ruas da região, o que motivou a intervenção policial para evitar danos maiores. Os beduínos do Sinai, no nordeste do Egito, se queixam de discriminação por parte das autoridades, que supostamente os relegam em proveito dos egípcios provenientes de outras províncias.
Anteriormente, os beduínos já haviam organizado vários protestos para denunciar as repetidas prisões de membros dos seus clãs.