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Mundo

Autoridades dos EUA dizem que "pior de Irene já passou"

Arquivo Geral

28/08/2011 16h37

A secretária de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Janet Napolitano, afirmou neste domingo que “o pior de ‘Irene’ já passou”, mas destacou que “ainda é potencialmente perigosa”, apesar de sua categoria ter sido rebaixada de furacão para tempestade tropical.

“Ainda não estamos fora do perigo”, afirmou Janet em entrevista coletiva concedida ao lado do diretor da Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema, na sigla em inglês), Craig Fugate.

Os dois informaram que haviam mantido uma conferência telefônica com o presidente americano, Barack Obama, e membros do gabinete presidencial para fornecer os últimos dados sobre “Irene”.

Fugate pediu aos cidadãos que “permaneçam seguros” dentro de suas casas enquanto as equipes encarregadas de reparar a provisão elétrica trabalham para restabelecer o serviço, que foi interrompido em mais de 4 milhões de lares da costa leste dos EUA.

“O perigo ainda persiste. Ainda há árvores que caem, chuvas intensas e ventos fortes”, acrescentou Fugate, que explicou que a tempestade tropical já tinha deixado a cidade de Nova York, onde foram registradas algumas inundações e blecautes.

Janet reconheceu que ocorreram muitas mortes em consequência da passagem de “Irene”, que tocou a terra no sábado de manhã na Carolina do Norte, mas não forneceu um número exato de óbitos.

No entanto, a imprensa americana indicou que as vítimas já chegam a 14, relacionadas em sua maioria à queda de árvores e acidentes de trânsito provocados pelas condições meteorológicas adversas.

A tempestade tropical “Irene”, que segundo o último relatório do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) avança a 96 km/h, se desloca agora em direção a Nova Inglaterra, onde deve chegar nesta tarde.

“Por favor, se estiveram nessa região, fiquem em casa”, pediu Janet.

Além disso, as autoridades recomendaram aos cidadãos que deixem as estradas livres desde a Carolina do Norte até o Maine, para que as equipes de resgate possam realizar seus trabalhos de avaliação de desastres e eliminem os obstáculos.

“As redes de eletricidade e as árvores caídas, além das inundações, são os principais riscos agora”, afirmou a secretária.

Segundo uma primeira avaliação, os prejuízos causados por “Irene” poderiam se situar em até US$ 2 milhões.

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