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Mundo

Argentinos fazem vigília em frente ao hospital que Cristina fará cirurgia

Arquivo Geral

03/01/2012 13h23

 

Dezenas de militantes governistas começaram nesta terça-feira uma vigília em frente ao Hospital Austral, na periferia de Buenos Aires, onde na quarta-feira a presidente Cristina Kirchner será operada para extrair um tumor maligno da glândula tireóide.

 

Os manifestantes montaram tendas de campanha e cartazes em apoio a presidente, atualmente com 58 anos. A partir desta quarta-feira, Cristina entra em licença por 20 dias, até 24 de janeiro, período em que a chefia do Estado ficará nas mãos do vice-presidente, Amado Boudou.

 

“Já somos 70 e com o passar das horas seremos muitos mais”, declarou uma militante do Movimento Eva Perón às portas do Hospital Austral, um dos mais modernos da Argentina, que fica na área da universidade homônima na cidade de Pilar, a 60 quilômetros de Buenos Aires.

 

Cristina receberá nesta terça-feira Boudou e outros altos cargos do Governo na residência presidencial de Olivos, na periferia da capital argentina, antes de internar-se na instituição para fazer os últimos exames preparatórios à cirurgia, indicaram fontes oficiais.

 

Nesta terça-feira começou uma campanha da juventude do Partido Justicialista (peronista), do governo, para que a população doe sangue em hospitais públicos em demonstração de solidariedade e apoio a chefe do Estado.

 

“Esta campanha foi uma ideia dos mais jovens como uma forma positiva e solidária de canalizar todo o apoio que queremos oferecer a Cristina neste momento tão especial que está passando”, explicou Lorenzo Beccaria, um dos organizadores desta iniciativa, em comunicado à imprensa divulgado no domingo.

 

A campanha foi organizada pela Juventude Peronista e La Cámpora, braço juvenil liderado por Máximo Kirchner, filho mais velho de Cristina, com o lema “a solidariedade é a ternura dos povos”.

 

Os médicos coincidem em que Cristina sofre de um dos tipos de câncer com melhores previsões de cura, por isso que poderá recuperar-se plenamente e levar uma vida normal depois de submeter-se à operação, que estará a cargo de Pedro Saco, um dos maiores especialistas do país.

 

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