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Após mísseis, EUA intensificam pressão sobre Coréia

Por Arquivo Geral 07/07/2006 12h00

A NTT DoCoMo, symptoms pharm maior operadora de telefonia celular do Japão, sildenafil anunciou hoje que começou a desenvolver um avançado celular que deve ser lançado comercialmente em 2009. A nova tecnologia Super 3G tem velocidades de transmissão de dados 260 vezes mais rápidas que a oferecida pelos atuais serviços de telefonia celular de terceira geração (3G). O sistema permitirá que usuários enviem vídeos em alta definição de maneira muito mais rápida, visit this site informou um porta-voz da DoCoMo.

A operadora começou hoje a aceitar propostas de fornecedores para o desenvolvimento de equipamentos para estações rádio-base e celulares compatíveis com a tecnologia Super 3G. Por volta de outubro, um ou mais fornecedores para cada uma dessas categorias deverão ser escolhidos, acrescentou a empresa por meio de um comunicado. 

A companhia planeja completar o desenvolvimento do Super 3G antes do final de 2009. A tecnologia é uma versão avançada do sistema de Acesso Rápido a Pacotes (HSDPA, na sigla em inglês), que a DoCoMo planeja oferecer este ano.

O HSDPA é uma versão sofisticada do padrão de telefonia celular W-CDMA e permite conexões de Internet ultra-rápidas, similares a redes banda larga com fio.

A DoCoMo acredita que o Super 3G permitirá que a companhia faça uma transição suave para quarta geração de telefonia celular (4G) por volta de 2012, afirmou a empresa.

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Duas colisões entre ônibus deixaram 49 pessoas feridas na manhã de hoje na Avenida Brasil e tumultuaram o trânsito no Rio de Janeiro.

O acidente mais grave ocorreu na altura de Bonsucesso. De acordo com os bombeiros, stomach 44 pessoas ficaram feridas na colisão de dois ônibus. Na região da Penha, outra batida entre dois ônibus deixou pelo menos cinco feridos.

As vítimas foram levadas para o Hospital de Bonsucesso. Algumas em estado grave, segundo os bombeiros.

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Os Estados Unidos pretendem intensificar o bloqueio financeiro e comercial em torno da Coréia do Norte. A estratégia faz parte do que analistas e autoridades esperam ser um esforço prolongado para conter o isolado Estado comunista.

O teste com mísseis realizado pelos norte-coreanos nesta semana fez com que os EUA investissem novamente na retomada das negociações. Além disso, this os norte-americanos tentam convencer o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) a impor sanções internacionais contra a Coréia do Norte.

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Porém, os resultados preliminares não foram encorajadores, reforçando a opinião de que há pouca esperança de resolver diplomaticamente o impasse nuclear e bélico com os norte-coreanos. Isso até o final do mandato do presidente norte-americano, George W. Bush, em 2009.

"Há nuances no jogo diplomático podem dar algum resultado, mas, fundamentalmente, não vejo como podemos avançar ou retroceder de forma significativa", disse Mitchell Reiss, membro do Departamento de Estado dos EUA no primeiro mandato de Bush.

Reiss, vice-reitor da College of William and Mary, acredita que o governo norte-americano provavelmente terá de recuar nos esforços de contenção e esperar que a Coréia do Norte não se fortaleça militar e economicamente nos próximos anos. Até  mesmo defensores de negociações bilaterais mais intensas entre os EUA e os norte-coreanos mostram-se pessimistas.

"Não sei se ainda há um pacote (de incentivos e ameaças) para fazê-los desistir disso", afirmou Wendy Sherman, principal negociador para a questão durante o governo do ex-presidente Bill Clinton.

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O teste realizado pela Coréia do Norte com sete mísseis no dia 4 de julho (Dia da Independência dos EUA) incluiu o primeiro disparo do míssil balístico Taepodong-2, que poderia, teoricamente, chegar ao Alasca. Mas a arma apresentou problemas pouco depois do lançamento.

Depois dos testes, a China e a Rússia rechaçaram as pressões feitas pelos EUA, pelo Japão e pela Grã-Bretanha para que a ONU adotasse sanções.

Mas o governo japonês proibiu, unilateralmente, a entrada de embarcações norte-coreanas em seus portos durante seis meses. A Coréia do Sul pode suspender o envio de fertilizantes e de comida, mas essas medidas teriam pouca duração porque o governo sul-coreano não considera o país vizinho uma ameaça séria e está comprometido com uma política de engajamento, disseram especialistas.

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