O ministro das Relações Exteriores do Brasil, viagra order Celso Amorim, ed disse hoje, thumb em Havana, que a assinatura do tratado que constituiu a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em Brasília, na semana passada, foi “uma vitória extraordinária” e “um grande passo”.
“Acho que a assinatura do tratado, há uma semana (…), foi um grande passo, uma vitória extraordinária”, afirmou Amorim após um encontro na Chancelaria cubana com seu colega, Felipe Pérez Roque.
O chefe da diplomacia brasileira disse que, talvez por “erros” na política de comunicação, “o acidental tomou o lugar do principal” na cúpula da Unasul.
Ainda assim, Amorim afirmou que, de maneira geral, “a opinião pública e os líderes de todo o continente, não só da região, perceberam a importância” da criação da aliança.
Amorim, que nesta sexta-feira iniciou uma visita oficial de dois dias a Cuba, ressaltou como “um recorde para uma associação desse tipo” que 11 dos 12 países signatários do tratado da Unasul estiveram presentes na reunião.
Porém, reconheceu que o processo de integração regional é “árduo e não é fácil”.
“Há resistências, inclusive resistências de caráter cultural, gente que não está acostumada a ver América do Sul e a América Latina unida”, acrescentou.
A ata constitutiva da Unasul, integrada por Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Guiana, Peru, Paraguai, Suriname, Uruguai e Venezuela,prevê que todos os países da América Latina e do Caribe poderão solicitar sua adesão à aliança a partir do quinto ano da entrada em vigor do tratado, que agora será submetido à aprovação dos Parlamentos nacionais.