Lars Holger, pill um dos três alpinistas alemães seqüestrados em 8 de julho pelo Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) e libertados neste domingo, clinic afirmou hoje ao chegar a Munique que seus seqüestradores o “trataram bem”.
Em uma breve entrevista coletiva no aeroporto de Munique, onde os três homens chegaram hoje procedentes de Ancara, Holger disse que ele e seus colegas passaram “dias difíceis”, mas que “agüentaram bem”.
O alpinista, de 33 anos, foi seqüestrado junto com dois colegas, de 48 e 65 anos, por membros do PKK enquanto praticavam escalada nas proximidades do monte Ararat (leste da Turquia), no último dia 8.
Holger elogiou a colaboração das autoridades alemãs e turcas que, segundo ele, evitou que o seqüestro terminasse “em uma operação militar”.
Afirmou que tanto ele quanto os outros dois reféns estão “fisicamente bem”, mas afirmou que “psiquicamente resta ainda a fazer” e descartou responder às perguntas dos jornalistas porque, segundo ele, ainda não se sente preparado.
Após serem libertados neste domingo, os três alemães passaram a noite na província de Agri e hoje partiram para Ancara, de onde saiu o avião que os levou de volta à Alemanha.
Em declarações à rede de televisão alemã “ARD”, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, se manifestou ontem “aliviada” pela libertação e não quis excluir que houve um preço por isso.
Ao ser perguntada se a libertação teve um preço político ou houve um pagamento de resgate, Merkel respondeu: “Já sabem que fazemos tudo para conseguir a libertação de reféns”.