A ministra de Defesa do Consumidor alemã, Ilse Aigner, defendeu nesta quarta-feira a atuação das autoridades de Hamburgo, que alertaram sobre o perigo dos pepinos espanhóis.
A ministra afirmou que o alerta contra o consumo de pepinos, alfaces e tomates crus continua vigente e tem justificativa, já que ainda não se sabe a origem do surto gerado pela bactéria E. coli, que provocou 15 mortes na Alemanha e uma na Suécia.
“Hamburgo tinha encontrado um agente patogênico nos pepinos procedentes da Espanha e, por isso, alertou publicamente”, argumentou Ilse, cada vez mais questionada tanto em seu país quanto no exterior pela gestão política da crise.
Antes de se reunir com a comissão de Defesa do Consumidor do Bundestag (Parlamento), a ministra alegou diante da imprensa que “as pessoas estão em primeiro lugar” na lista de prioridades de seu Ministério.
Ilse ressaltou que desde dia 21 de maio estão sendo mantidas “reuniões informais” e intensos contatos por telefone entre as autoridades alemãs para acompanhar a evolução da crise.
Além disso, ressaltou que a atuação das autoridades de saúde e agrícolas regionais e federais em relação à crise alimentícia foi a adequada.