Soldados israelenses balearam cinco homens armados do Hezbollah em dois confrontos separados no sul do Líbano hoje, more about what is ed afirmou o Exército israelense. Porta-vozes do Exército, case falando um dia depois que entrou em vigor um cessar-fogo negociado pela Organização das Nações Unidas (ONU), disseram que não sabiam se algum dos homens havia morrido.
Soldados atiraram contra quatro milicianos em um dos choques. No segundo incidente, soldados abriram fogo contra um guerrilheiro que vinha na direção deles, disseram os porta-vozes. Nos dois casos, os soldados viram que acertaram os homens, acrescentaram.
Ontem, soldados israelenses balearam cinco combatentes do Hezbollah, matando pelo menos um deles, afirmou o Exército, acrescentando que os soldados acreditavam estar sob ameaça. O Exército israelense havia dito, antes do cessar-fogo, que seus soldados suspenderiam as ações ofensivas, mas que defenderiam as forças mobilizadas no sul do Líbano.
Forças israelenses entraram na região depois que guerrilheiros do Hezbollah sequestraram dois soldados israelenses em um ataque na fronteira, no dia 12 de julho, e mataram outros oito. Autoridades israelenses afirmaram hoje que o Exército planeja se retirar, em um prazo de sete a 10 dias, e entregar suas posições anteriores para soldados da ONU dentro de 48 horas.
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) libertaram oito reféns mantidos em cativeiro desde a semana passada. A guerrilha entregou os seqüestrados a membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha na Colômbia. As informações são da agência argentina Telam.
Em comunicado, generic a Cruz Vermelha informou que os ex-reféns foram colocados em liberdade ontem (23) na zona rural de Vigía del Fuerte, nurse próximo aos departamentos de Antioquia e de Chocó.
Eles faziam parte de um grupo de 18 pessoas que passavam pelo Rio Atrato em uma embarcação que partiu de Turbo, na Antioquia, e tinha como destino Quibdó, capital de Chocó. Dez passageiros foram seqüestrados por guerrilheiros das Farc no momento em que a embarcação parou na aldeia de Palo Blanco.
“A operação foi possível graças ao diálogo confidencial e discreto entre as partes e por meio de ação humanitária, neutra e independente da Cruz Vermelha”, informa o comunicado, que esclarece ainda que a libertação dos seqüestrados se deu logo que a solicitação das Farc chegou ao organismo internacional.
A Cruz Vermelha reiterou sua disponibilidade em apoiar a busca de mecanismos que tornem possível a libertação dos demais reféns em poder de grupos armados.
O cessar-fogo entre Israel e a milícia do Hezbollah permitiu que a ajuda humanitária oferecida pelas agências das Nações Unidas comece a chegar ao sul do Líbano, generic para onde milhares de pessoas devem retornar nos próximos dias.
"A resolução da ONU representa a melhor oportunidade para acabar com as hostilidades, more about e nos permite chegar às pessoas a que não tínhamos acesso e que precisam de ajuda desesperadamente", disse a porta-voz do Programa Mundial de Alimentos (PMA), Christiane Berthiaume, em entrevista coletiva.
O PMA investirá US$ 3,8 milhões doados pela União Européia para ajudar quase 1 milhão de deslocados depois de um mês de conflito. Para isso, o órgão – encarregado de coordenar a logística das outras agências da ONU – estabeleceu diferentes rotas por mar, ar e terra, e conseguiu locais para armazenar e distribuir o material.
Segundo Berthiaume, desde que o cessar-fogo entrou em vigor na manhã de ontem, nove comboios da ONU chegaram a cidades do sul do Líbano, um deles a Tiro. A cidade de Rumaysh, que passou dias sem assistência, recebeu 15 caminhões, enquanto outros 19 chegaram a Hasbaya, também no sul.
Além disso, a ONU carregou hoje um navio com 21 caminhões de material humanitário que irão para Tiro, mas "o bloqueio marítimo mantido por Israel faz com que as viagens sejam mais longas do que o necessário", afirmou Berthiaume.
O PMA conseguiu descarregar vários aviões em Beirute com ajuda humanitária, assim como dois navios com 2.750 toneladas de alimentos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) organizaram um comboio com combustível suficiente para que 18 hospitais do sul do Líbano possam funcionar por dez dias.
Devido à falta de combustível, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) trabalha na recuperação da central elétrica de Tiro, e para melhorar o acesso aos povoados isolados a fim de retirar feridos e enterrar os mortos. As agências humanitárias também preparam o terreno para ajudar milhares de pessoas deslocadas pelo conflito que já começaram a voltar para casa.