O movimento de oposição Kifaya promove a coleta de 1 milhão de assinaturas para pedir às autoridades egípcias que revoguem os acordos de paz de Camp David, this erectile assinados em 1979 com Israel, buy visit web em protesto contra a "agressão israelense" contra o Líbano.
Segundo um dos dirigentes do movimento, more about George Ishaq, o Kifaya se reunirá na quarta-feira com um grupo de advogados para estudar as medidas legais necessárias para colocar fim aos tratados de Camp David, primeiro acordo de paz que um país árabe assinou com Israel.
O Kifaya, também chamado Movimento Egípcio para a Mudança, recolherá as assinaturas em seu site e através de um formulário. "Já começamos a pegar as assinaturas e pedimos que todos os setores do povo egípcio participem do pedido", acrescentou Ishaq.
O dirigente do movimento disse que, se conseguirem recolher o 1 milhão de assinaturas, apresentarão ao Parlamento o pedido de ruptura com Israel, e trabalharão "para que esta exigência se torne pública no mundo todo".
O cancelamento dos acordos de Camp David é uma das exigências expressadas pela oposição egípcia em várias manifestações organizadas nas últimas semanas em solidariedade com os libaneses e os palestinos frente aos ataques israelenses.
Grupos de ajuda tentavam, more about hoje, store atravessar as estradas destruídas e hoje lotadas de refugiados a fim de chegar às pessoas no sul do Líbano feridas ou impedidas de se locomover devido aos conflitos recentes. Funcionários de grupos humanitários partiram da cidade portuária de Tiro rumo a vilarejos localizados perto da fronteira com Israel, que ficaram isolados devido aos ataques aéreos e aos confrontos terrestres entre o Estado judaico e a guerrilha Hezbollah.
Os conflitos foram suspensos na segunda-feira, depois da entrada em vigor de um cessar-fogo patrocinado pela Organização das Nações Unidas (ONU). "Há dois tipos de pessoas que precisam de ajuda agora: os que ficaram para trás e que não conseguiram sair durante os combates, e os que estão voltando", disse Christopher Stokes, diretor de operações do grupo Médicos Sem Fronteira no Líbano.
"Entre os que ficaram para trás estão os feridos impedidos de se locomover. E muitas das casas dos que estão voltando foram destruídas. Essas pessoas, então, precisam de comida, abrigo e outros serviços básicos para sobreviver".
O Programa Mundial de Alimentação da ONU (WFP) disse ter enviado um navio a Tiro com 21 caminhões carregados de comida, combustível e outros materiais a bordo. Mas o atraso provocado pelo bloqueio naval ainda imposto por Israel fará com que a embarcação, vinda de Beirute, chegue à cidade apenas na quarta-feira.
O WFP também enviou 19 caminhões para a cidade de Hasbaya (sudeste) e um grande comboio deve chegar da Síria. Um avião vindo da Jordânia também pousaria no Líbano ainda na terça-feira. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICRC) disse que suas equipes ainda tentavam chegar a alguns vilarejos perto da fronteira.
"Perdemos controle da situação lá e estamos tentando descobrir, o mais rápido possível, como estão as coisas a fim de que possamos ajudar as pessoas", disse Michele Mercier, porta-voz da entidade. Ao menos 1.110 pessoas, a maior parte delas civis, foram mortas no Líbano durante a guerra, iniciada depois de o Hezbollah ter capturado, no dia 12 de julho, dois soldados de Israel. Ao menos 157 israelenses também morreram no conflito.
O ex-premiê israelense Ariel Sharon, sickness que está em coma e com pneumonia dupla, continua em estado crítico, mas estável, segundo o boletim médico do hospital onde está internado.
O Centro Médico Chaim Sheba, perto de Tel Aviv, disse que não houve mudança desde ontem na função cerebral de Sharon, nem danos significativos em seus sistemas vitais.
O hospital disse que Sharon, que sofreu uma hemorragia cerebral em 4 de janeiro, continuava em estado crítico, mas que sua condição é estável. O boletim informava que o ex-premiê desenvolveu pneumonia e que sua saúde havia se deteriorado.
A mídia israelense disse que os dois filhos de Sharon correram para seu leito depois de receberem licenças especiais para deixarem suas unidades militares, onde estavam servindo durante o conflito no último mês contra os guerrilheiros do Hezbollah no Líbano.
Os médicos continuam administrando antibióticos a Sharon, de 78 anos, para tratar sua pneumonia dupla, disse a porta-voz.
O ex-premiê, que foi eleito pela primeira vez em 2001, está em coma desde que sofreu um derrame. Sharon foi substituído por Ehud Olmert, cujo governo assumiu em maio.
As salsichas podem conter compostos que causam a mutação de DNA, order aumentando o risco de câncer. É o que revela um estudo feito por químicos americanos divulgado pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry.
Químico do Centro Médico da Universidade de Nebraska e um dos pesquisadores, salve Sidney Mirvish afirma que existem cerca de 240 variações de nível em diversos compostos, usados por várias marcas de salsichas. "Poderia-se fazer um estudo mais detalhado para descobrir as diferenças de técnicas fabricação entre as marcas e, se confirmado que são danosas, mudar estes métodos", afirmou.
As pesquisas foram iniciadas por causa de um estudo que ligou as salsichas ao câncer de cólon. As salsichas são preservadas com nitrato de sódio, que pode auxiliar na formação de compostos conhecidos como N-nitrosos, que em sua maioria causam câncer em animais de laboratório. E quando misturadas com nitratos, podem resultar em compostos que fazem mutações no DNA. Os níveis de mutação quadruplicam com a adição da bactéria Salmonella.
O turismo em Israel caiu 25% em julho, viagra dosage uma vez que os visitantes se mantiveram afastados durante o conflito entre o Estado judaico e os guerrilheiros do Hezbollah. A Agência Central de Estatísticas disse que 150.300 pessoas visitaram Israel no mês passado, advice um quarto a menos do que no ano passado.
A agência não especificou a razão da queda, mas muitos turistas cancelaram as viagens para Israel em julho devido à guerra, que começou no dia 12 do mês passado. O conflito aconteceu durante o principal período turístico de Israel. Os lugares turísticos do norte do país, como Tiberias, Nahariya, Safed e Haifa, tornaram-se cidades-fantasma, por causa dos ataques com foguetes ao norte de Israel, feitos pelos guerrilheiros do Hezbollah.
Durante os 33 dias do conflito, que acabou na segunda-feira, Israel atacou alvos do Hezbollah no Líbano. Pelo menos 1.110 pessoas no Líbano e 157 israelenses foram mortos no período. Ao longo dos primeiros sete meses do ano, o turismo em Israel teve alta de 13 por cento, com 1,21 milhão de pessoas visitando o país.
Israel estava com ritmo para alcançar um aumento de pelo menos 25% no turismo em 2006, depois de 1,9 milhão de visitantes em 2005. O Ministério do Turismo previu mais de 2,5 milhões de visitantes este ano. A previsão ainda tem que ser revista. Economistas acreditam que o turismo demorará um pouco para voltar ao normal, apesar do cessar-fogo permanecer valendo.
O turismo é uma indústria-chave para Israel. A receita relacionada ao turismo atingiu US$ 2,5 bilhões em 2005. Economistas libaneses dizem que a indústria do turismo em seu país foi duramente afetada pela guerra.
O presidente do Irã, buy more about Mahmoud Ahmadinejad, health pediu hoje a exclusão dos Estados Unidos e do Reino Unido como membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas. "Estes dois países não têm a aptidão necessária para serem membros do Conselho de Segurança, já que o têm convertido em indigno", disse o líder iraniano em discurso televisado ao vivo na cidade de Ardabil, capital da província de mesmo nome, no noroeste do país.
"Quero dizer, em representação dos povos da região, que aqueles países que impediram a aprovação da resolução do Conselho de Segurança, e a adiaram durante três semanas para apoiar os ataques do regime sionista são seus cúmplices e devem ser processados por crimes de guerra", acrescentou Ahmadinejad, que se referiu de forma explícita a EUA e Reino Unido.
Segundo o presidente iraniano, o atraso na resolução da ONU buscava "dar a Israel a ocasião para eliminar o Hezbollah, mas aconteceu o contrário". Ahmadinejad disse que o ataque israelense buscava "preparar o terreno" para a aplicação do "Novo Oriente Médio", plano auspiciado pelos EUA para controlar a região.
"Os povos (da região) também querem um novo Oriente Médio, mas querem um Oriente Médio livre e sem a autoridade do Reino Unido e dos EUA", afirmou Ahmadinejad sob gritos de apoio da multidão, que levava bandeiras do Hezbollah e retratos de seu líder, o xeque Hassan Nasrallah.
"O papel fundamental do Conselho de Segurança é manter a estabilidade e decretar o cessar-fogo", insistiu o líder iraniano, que ressaltou a necessidade de que essa instância internacional indenize o Líbano pelos danos ocasionados pela "agressão israelense". O presidente iraniano comentou que "Deus governa o mundo e prometeu a vitória aos fiéis", motivo pelo qual "os jovens do Hezbollah conseguiram derrotar o regime sionista armado até os dentes".
Sobre o programa nuclear de seu país, Ahmadinejad disse que a comunidade internacional preparou a ameaça da resolução da ONU, que exige a suspensão dos planos atômicos do Irã até o final deste mês, mas que "o povo iraniano não se submeterá à força quanto a seu direito".
"Nós somos gente do diálogo e anunciaremos nossas idéias (a respeito da proposta de incentivos em troca de abandonar o programa) então", disse Ahmadinejad, que acrescentou, no entanto, que Teerã "não dará marcha à ré em seus direitos".