O Governo da África do Sul acusou nesta sexta-feira as autoridades líbias de mentir em relação ao destino do fotógrafo do país Anton Hammerl, ao dizer que continuava vivo após sua morte, no dia 5 de abril, por tiros de forças leais a Muammar Kadafi.
“Continuamos recebendo notícias tranquilizadoras ao mais alto nível que estava vivo, até que seus colegas foram libertados e informaram nesta quinta-feira que tinha morrido”, disse em entrevista coletiva em Pretória a ministra de Relações Internacionais da África do Sul, Maite Nkoana-Mashabane.
“A morte de Hammerl é um fato muito infeliz e o Governo e o povo da África do Sul condenam os autores destas ações”, comentou Maite.
A responsável da diplomacia sul-africana manifestou seu desgosto com o fato de a notícia da morte do fotógrafo não ter procedido das autoridades líbias, mas dos jornalistas que o acompanhavam quando morreu no dia 5 de abril.