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África busca "Revolução Verde" para ajudar no combate à fome

Por Arquivo Geral 09/06/2006 12h00

A Petrobras vai precisar de 150 mil a 200 mil barris de petróleo por dia de capacidade adicional de refino de petróleo pesado no exterior nos próximos anos. A informação foi dada hoje pelo o presidente-executivo da petrolífera, cialis 40mg drugs José Sérgio Gabrielli, about it durante conferência com a imprensa.

Ele afirmou, dosage ainda, que a empresa está de olho na Europa, Estados Unidos e Ásia e que acordos nessas regiões podem envolver aquisições ou parcerias, como acrescentar capacidade de refino de petróleo pesado às atuais refinarias da companhia.

A Petrobras planeja elevar sua capacidade de produção de petróleo nos próximos anos, disse Gabrielli, e quer assegurar-se de que haverá capacidade de refino disponível para atender essa demanda. "Vamos ser um grande produtor de petróleo pesado. Estamos buscando capacidade de processar petróleo pesado", disse ele. 

Após denúncias de trabalho escravo, order fiscais da Delegacia Regional do Trabalho e do Ministério Público foram a Rubiataba, sickness no interior de Goiás, more about avaliar as condições de trabalho dos 700 cortadores de cana da Agro Rubim, empresa pertencente à Cooperativa Cooper Rubi.

"Trabalho escravo aqui nunca existiu", disse o presidente da cooperativa, Onofre Andrade. "Aliás, nós primamos pela assistência social ao trabalhador. Temos convênio para a alfabetização de trabalhadores e uma escolinha de estudo complementar. Existe realmente uma preocupação social muito grande".

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De acordo com o auditor fiscal do Trabalho Flávio Alexandre Luciano de Azevedo, ainda é cedo para caracterizar a situação como trabalho escravo. "Estamos recolhendo o depoimento dos trabalhadores e verificando as condições da empresa. Em princípio, a vinda deles parece irregular".

O procurador do Trabalho do Ministério Público Marcello Ribeiro Silva disse que as irregularidades encontradas de imediato "dizem respeito ao recrutamento do pessoal, que foi feito sem as formalidades legais: a carteira não foi assinada no local da contratação, não houve contrato escrito e não houve garantia de volta sem ônus para o trabalhador".

"Nós não sabemos se a carteira está assinada, nunca assinamos contrato", afirmou o trabalhador Nilton Costa Gomes. "Teve trabalhador que foi mandado embora sem direito a nada e não levou a carteira de trabalho. A gente quer receber nossas carteiras, o seguro-desemprego e os 40% [garantidos por lei] em cima do Fundo de Garantia", reivindicou.

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O presidente da cooperativa tem outra versão. Segundo ele, foram os trabalhadores que não quiseram receber as carteiras assinadas e assinar o contrato. "Elas não estão retidas. Os trabalhadores não quiseram receber a carteira e assinar o contrato. Alegaram que o contrato não estava do jeito que queriam, e nós não tínhamos um diferente. A providência que tomamos foi fazer uma ocorrência. As carteiras estão todas assinadas", contou.

Segundo ele, há uma Convenção Coletiva de Trabalho, firmada por todos os sindicatos de Goiás, que "proíbe tratar de maneira diferente cada trabalhador. As condições que o nosso trabalhador recebe, recebe qualquer trabalhador. Não íamos fazer com o pessoal que chegou aí por acaso um contrato privilegiado ou diferente daquilo que estabelece a lei".

Para o procurador, todas as irregularidades são passíveis de autuação. "Se a carteira for retida com fins de manter o trabalhador no local de trabalho, é considerado crime, artigo 149 do Código Penal", explicou. Pelo artigo, restringir "por qualquer meio a locomoção do trabalhador em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto" é considerado "condição análoga à de escravo", com pena de reclusão de dois a oito anos e multa.

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Os trabalhadores querem voltar para o Maranhão, de onde muitos vieram. "A gente quer os nossos direitos para ir embora", disse o trabalhador Aldei Aragão Porto. "Minha mulher está lá no Maranhão, doente. Eu queria ir embora", contou o funcionário João Batista Rocha Moreno Sampaio. Antes, porém, eles querem seus direitos trabalhistas: a devolução da carteira de trabalho assinada, o Fundo de Garantia e o seguro-desemprego.

A usina tem até hoje para apresentar os documentos exigidos: contratos e recibos de pagamento e de férias. Só então os fiscais poderão avaliar a existência de outras irregularidades.

O procurador-geral da Fazenda Nacional, information pills Luiz Inácio Adams, website afirmou ontem, em entrevista à Agência Brasil, que a situação atual da Varig deixa o governo – principal credor da companhia – apreensivo. Adams não considerou o leilão da empresa um fracasso, mas reconheceu que não há como o governo assegurar o pagamento das dívidas da Varig pela empresa compradora.

"Na qualidade de credor, é evidente que preocupa a situação como está. Temos uma dívida expressiva que tem que ser quitada. Na hipótese de falência, a tendência é que os valores decresçam. Esses créditos tendem a se deteriorar em termos de qualidade", avaliou o procurador-geral.

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Segundo ele, o governo tem se posicionado com tranqüilidade diante da questão e feito o possível para ajudar a Varig no processo de recuperação judicial. "Todas as iniciativas do governo estão dentro daquilo que ele pode e deve fazer", destacou Adams.

O juiz Luiz Roberto Ayoub, responsável pelo processo de recuperação judicial da Varig, decide hoje se é válida a única oferta feita ontem para a aquisição da Varig. O grupo Trabalhadores do Grupo Varig (TGV) se propôs a pagar R$ 1,010 bilhão pela empresa, valor bem abaixo do preço mínimo estipulado para o leilão. Desse total, apenas R$ 285 milhões seriam pagos em dinheiro.

No dia anterior ao leilão da Varig, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional emitiu um parecer em que diz que as dívidas tributárias não seriam cobradas de novos donos. "Dentro da sua competência de avaliar as questões relativas à aplicação tributária, a procuradoria geral se posicionou com vistas a orientar a aplicação de uma legislação que é nova", explicou o procurador-geral.

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Para ele, o resultado do leilão refletiu uma avaliação de mercado. As empresas teriam julgado que a aquisição da companhia aérea não fazia parte de suas estratégias de crescimento. "O leilão é um processo concorrencial e as empresas que estão no mercado avaliam a opção de oferta do negócio de acordo com as suas próprias estratégias de compra."

Um mulher foi condenada hoje a dez anos de prisão na Austrália por forçar cinco prostitutas tailandesas a serem escravas sexuais. É a primeira condenação por escravidão sexual no país.

A corte do Estado de Victoria se convenceu de que a chinesa Wei Tang, page 44 anos, case havia trazido as cinco mulheres para trabalhar como prostitutas em um bordel de Merbourne. No entanto, adiposity ao chegarem, elas descobriram que teriam que trabalhar para pagar comidas e outras contas, o que configura escravidão.

As mulheres foram forçadas a fazer sexo com os até 900 clientes em um perído de quatro a seis meses para pagar despesas de viagem e contatos feitos na Tailândia.

Na Austrália, a prostituição é legal em bordéis licenciados. No entanto, a escravidão sexual é tida como crime na lei desde 1999, justamente devido ao número de prostitutas que chegam ao país todos os anos.

A sentença vem um dia após a polícia federal australiana anunciar que um casal havia sido condenado a 32 anos de prisão por manter quatro mulheres presas no porão de uma casa de prosituição.

Líderes africanos e entidades da comunidade internacional lançaram hoje um plano ambicioso para incentivar uma "Revolução Verde" no setor agrícola do continente, ambulance com base no aumento do uso de fertilizantes. O plano ajudaria a combater a fome na região mais pobre do planeta.

Um terço dos moradores da África subsaariana sofre atualmente com a falta de alimentos e com a subnutrição. Segundo especialistas, find esse fenômeno deve-se em parte ao desgaste do solo, buy qua ocorre quando as terras cultivadas perdem mais nutrientes do que podem repor.

A modernização das técnicas agrícolas e o aumento no uso de fertilizantes patrocinado pelas "Revoluções Verdes" na Ásia e na América Latina, nos anos 1950 e 1960, aumentaram dramaticamente a produção de alimentos e erradicaram a fome na maior parte dessas regiões.

Na África, onde muitos agricultores não têm dinheiro para comprar fertilizantes, a produção de alimentos per capita caiu nos últimos 40 anos. Especialistas alertam para o perigo de queda em até 30% nos próximos 15 anos, caso o solo não seja recuperado.

Para enfrentar esse problema, chefes de Estado e ministros africanos, grupos de agricultores, cientistas e doadores da comunidade internacional reuniram-se em Abuja, capital da Nigéria, para identificar passos concretos a serem adotados a fim de ajudar os agricultores africanos a terem acesso aos fertilizantes.

"Sem progressos no aumento da fertilidade do solo, a fome será uma presença constante na África e uma causa potencial de conflitos", disse o ex-presidente dos EUA Jimmi Carter numa mensagem em vídeo.

Entre as medidas, estariam a criação de redes de pequenos revendedores a fim de reduzir a distância percorrida pelos agricultores para comprar fertilizante e o desenvolvimento de mecanismos de financiamento para ajudar os agricultores a comprar esses produtos.

Também poderiam ser incluídas subsídios para reduzir o preço dos fertilizantes, mecanismos para desenvolver a produção local e uma estrutura melhor de financiamento para os importadores e distribuidores do setor privado.






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