Boa notícia para os adeptos da toxina botulínica: pesquisa conduzida pela Oregon Health & Science University’s Casey Eye Institute (OHSU) atestou que pacientes que fazem aplicações regulares do produto vão gradualmente necessitando de menor quantidade e observando efeitos mais duradouros no combate às rugas de expressão.
Os resultados foram apresentados na última edição do Encontro da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica e publicados na edição de junho do periódico Dermatologic Surgery. “Já observávamos isso no consultório”, afirma a dermatologista Cristiane Dal Magro, de Brasília. Para a especialista, tais evidências trarão impactos positivos tanto para a satisfação do paciente, quanto para o custo-benefício do tratamento.
O estudo comandado pelo Dr. Roger Dailey acompanhou 50 mulheres, entre 30 e 50 anos, que receberam aplicações da toxina a cada quatro meses durantes dois anos. Após o período, para obter o mesmo resultado as aplicações passaram a ser realizadas a cada seis meses.
“A pesquisa também reforça o caráter profilático da toxina, no que diz respeito à formação e ao agravamento das rugas dinâmicas”, comenta Dra. Cristiane. O produto foi aprovado pelo FDA – órgão regulatório americano – há 9 anos, é um dos hits da dermatologia.