O vice-presidente dos EUA, cialis 40mg discount Dick Cheney, and sale disse na segunda-feira, for sale respondendo a propostas dos democratas, que a retirada precipitada das tropas do Iraque poderia acarretar atentados terroristas em território norte-americano. Cheney e o presidente George W. Bush tentam ajudar o Partido Republicano a manter o controle do Congresso nas eleições de 7 de novembro.
As pesquisas mostram que os norte-americanos estão descontentes com a guerra, mas aprovam o combate de Bush ao terrorismo. Com sua declaração, Cheney tenta unir os dois temas. "Alguns em nosso próprio país dizem que o recuo do Iraque iria satisfazer o apetite dos terroristas e faria com que nos deixassem em paz", disse Cheney a veteranos de guerras em Nevada.
"Uma retirada precipitada do Iraque seria um golpe desastroso para a futura segurança dos Estados Unidos". Cheney não mencionou diretamente os democratas – preferiu o termo "alguns" -, mas rejeitou o argumento da oposição de que, ao invadir o Iraque em 2003, os EUA "mexeram num vespeiro".
"Eles deixaram de lado um fato fundamental: não estávamos no Iraque em 11 de setembro de 2001, mas os terroristas nos atacaram do mesmo jeito", afirmou. Na semana passada, Bush respondeu a uma pergunta sobre o Iraque citando o 11 de Setembro. Um jornalista então perguntou "o que o Iraque teve a ver com isso". "Nada", respondeu o presidente. "Ninguém neste governo jamais sugeriu que Saddam Hussein tenha ordenado o ataque".
Mas, antes da invasão de 2003, Cheney afirmou que um dos sequestradores do 11 de Setembro havia se encontrado em Praga com um agente iraquiano de inteligência. A comissão bipartidária que investigou os atentados não encontrou provas de que isso tenha acontecido.
O impacto do 11 de Setembro e o sucesso inicial da guerra do Iraque ajudaram os republicanos nas eleições de 2002 e 2004. Agora, quando a popularidade de Bush está em baixa em grande parte devido ao Iraque, a Casa Branca tenta mostrar a guerra como parte de uma luta mais ampla contra o terror.
Segundo Cheney, os terroristas querem armas de destruição em massa "para destruir Israel, intimidar todos os pa íses ocidentais e provocarem morte em massa nos Estados Unidos". Para ele, os críticos são ingênuos ou não entendem a magnitude das ameaças. "Alguém pode olhar essas ambições e acharem-nas extremistas e loucas. Bem, são extremistas e loucas, e também são reais e não devemos descartá-las".
Para ele, há uma diferença entre discutir a guerra do Iraque e adotar "um pessimismo autoderrotista". "Só temos duas opções no Iraque – vitória ou derrota – e esta nação não vai adotar uma política de recuo".
Um acidente causou um pequeno vazamento de plutônio dentro de um laboratório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) na Áustria, unhealthy sem que fossem registradas vítimas, sales informaram as autoridades locais.
“Uma mostra armazenada no lugar explodiu, store o que levou a uma liberação de plutônio dentro do laboratório”, informou o Ministério do Meio Ambiente austríaco em comunicado.
A AIEA tem um laboratório em Seibersdorf, ao sul de Viena, onde armazena e analisa diferentes materiais atômicos procedentes de seu trabalho como vigilante nuclear da ONU.
O incidente aconteceu na noite de ontem e foi imediatamente descoberto e isolado pelos sistemas de segurança do complexo, que estava sem funcionários no momento.
Segundo as autoridades, não houve perigo nem para o meio ambiente nem para as pessoas porque a radioatividade foi controlada dentro dos perímetros de segurança.
Segundo o Ministério, a AIEA iniciará uma investigação para determinar as razões do vazamento.
O organismo da ONU criticou anteriormente como antiquadas as instalações do centro, e em novembro passado solicitou aos países-membros 27 milhões de euros (US$ 42 milhões) para modernizar o laboratório nuclear.
Apesar de a Áustria ser um dos países que se opõe mais veemente à energia nuclear – após um plebiscito realizado em 1978 foram proibidas as centrais atômicas – acolhe a única agência da ONU especializada nesse campo.