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Abbas e Haniyeh devem se reunir para tentar solucionar impasse

Por Arquivo Geral 23/06/2006 12h00

A postura do Ministério da Fazenda sobre questões relacionadas à área agrícola está mais favorável atualmente, viagra approved healing  afirmou hoje o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

"Há uma visão diferente hoje da Fazenda sobre a crise da agricultura", disse Rodrigues a jornalistas, durante visita a uma exposição do setor pecuário em São Paulo.

Ao ser perguntado se essa melhora no relacionamento estaria ligada à mudança de ministro, ele ressaltou a percepção que Guido Mantega tem dos efeitos da crise agrícola para a economia brasileira. "O ministro Mantega tem me dito com bastante presença e com bastante permanência que a visão dele é de que uma crise agrícola tem reflexos graves no setor da economia."

Como exemplo, ele citou que costuma utilizar junto ao governo o argumento de que, no ano passado, os Estados em que o crescimento industrial foi negativo foram Rio Grande do Sul e Paraná, que são Estados agrícolas. "O ministro Mantega tem clareza desta questão", afirmou.

Ele destacou ainda que o governo como um todo busca vigorosamente eliminar problemas na área agrícola.

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Mantega substituiu Antonio Palocci no final de março.

Atualizada às 14h54

O ex-governador do DF Joaquim Roriz deve anunciar nas próximas horas a chapa que apoiará nas eleições de outubro. Permance a coligação PMDB/PSDB, page mas há mudanças: a governadora Maria de Lourdes Abadia (PSDB) tentará a reeleição, com Maurício Corrêa(PMDB) como vice. Roriz deve mesmo concorrer ao Senado.

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Nesta manhã, o deputado federal Tadeu Filippelli reuniu-se com os presidentes regionais do PTB, PRP e PHS. Ele chegou a ser cogitado como vice de Abadia, mas as últimas informações dão conta de que a vaga deverá ficar com Corrêa.

O anúncio da nova chapa está marcado para amanhã, às 11h. No entanto, o ex-ministro do STF Maurício Corrêa, não confirmou a decisão. Ele reafirmou que está na corrida ao Buriti e disse esperar uma "explicação digna" de Roriz.

O primeiro-ministro palestino, drug Ismail Haniyeh, information pills do Hamas, e o presidente, Mahmoud Abbas, da Fatah, disseram hoje que tentarão resolver cara a cara suas diferenças a respeito de uma proposta de formação do Estado palestino que reconhece implicitamente Israel.

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Segundo Haniyeh, ainda há alguns pontos de divergência em torno do documento elaborado por palestinos mantidos em prisões israelenses. Um porta-voz da Fatah tentou minimizar as expectativas em torno da eventual solução do impasse quando os líderes se reunirem hoje ou amanhã.

O premiê deixou claro que o Hamas, defensor da destruição de Israel, não abandonará sua postura em relação ao Estado judaico. E Abbas, apesar de ter esperanças de que seja firmado um acordo capaz de levar à formação de um governo de coalizão, ressaltou que continuará com seus planos de realizar um plebiscito a respeito da proposta, no dia 26 de julho, se a disputa não for resolvida.

O nível de tensão entre a Fatah e o Hamas subiu depois de o presidente ter fixado a data da votação da proposta, que prevê a criação de um Estado palestino na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, territórios invadidos por Israel na Guerra de Seis Dias (1967).

Alguns temem que a luta pelo poder entre os dois grupos provoque uma guerra civil na região. O Hamas afirmou que o plebiscito é uma tentativa de tirar do poder seu governo, empossado três meses atrás.

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Haniyeh e Abbas reuniram-se pela última vez há uma semana. Desde então, negociadores do Hamas e da Fatah tentam chegar a um acordo sobre as desavenças.

Segundo Haniyeh, os negociadores "avançaram bastante e as diferenças que permanecem são poucas". Mas, quando questionado sobre se o Hamas estava preparado para aceitar a proposta prevendo a convivência pacífica dos dois Estados, o premiê respondeu: "Não houve nenhuma mudança dramática na postura das facções, entre as quais o Hamas".

Tawfiq Abu Khoussa, porta-voz da Fatah, mostrou-se cauteloso "apesar da atmosfera positiva e das boas intenções". "Os pontos discordantes continuam sem solução", disse.

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O Hamas defendeu que a proposta rejeite explicitamente o reconhecimento de Israel. Abbas, um político moderado que deseja negociar a paz com o Estado judaico, não deve concordar com tal exigência.

Também há divergências sobre a formação de um governo de unidade e sobre quem seria o encarregado das negociações com Israel no caso de elas serem retomadas. Alguns integrantes da Fatah pressionam pela formação de um governo de tecnocratas, uma demanda rejeitada pelo Hamas, que insiste em liderar qualquer gabinete de coalizão.

O governo dos EUA prometeu restringir seus contatos com a Fatah e com outros partidos se eles ingressarem em um governo palestino liderado pelo Hamas.

As facções também não chegaram a um acordo sobre se os militantes deveriam ser instados a limitar seus ataques à Cisjordânia.






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