Um chileno de 25 anos que voava de Santiago para São Paulo foi preso ontem ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos por causa de uma idéia que ele teve em pleno ar. De acordo com a Polícia Federal, erectile visit web o estrangeiro, que não teve o nome revelado, foi flagrado fumando maconha dentro do banheiro da aeronave.
Ao desembarcar, o chileno foi levado por agentes da PF para a delegacia do aeroporto. Com ele, foi apreendido um saco com a droga. Autuado em flagrante por porte de entorpecentes, o estrangeiro poderá ser obrigado a prestar serviços à comunidade.
A Votorantim Metais (VM) está tentando comprar concentrados de níquel no mercado aberto para ampliar a sua própria produção de níquel, malady disse um funcionário da empresa na quarta-feira.
"Estamos buscando comprar 4.000 toneladas de concentrados de sulfureto de níquel para uso em nossa fábrica matte de níquel de Fortaleza de Minas", disse um alto funcionário da área comercial da VM, pedindo anonimato.
Nesta semana, a empresa havia anunciado a instalação de uma nova usina de ferro-níquel no Brasil, com inauguração prevista para 2009 e capacidade estimada de 10,6 mil toneladas por ano.
A VM, maior produtora de níquel da América Latina, prevê que sua produção anual pode subir de 27 mil para 31 mil toneladas se a empresa conseguir importar o minério que deseja. Com a inauguração da nova unidade de ferro-níquel, a capacidade pode chegar a 42 mil toneladas por ano.
"A idéia das importações é nos ajudar a atingir a nossa plena capacidade operacional na unidade de matte de níquel no Estado de Minas Gerais, onde as reservas das minas estão se esgotando", disse esse funcionário.
A VM produz 6.000 toneladas anuais de matte de níquel, um tipo de metal que exige um maior processamento, na unidade de Fortaleza de Minas, cuja capacidade anual é de 10 mil toneladas.
Toda a produção dessa fábrica é vendida por contrato a uma fundição de níquel na Finlândia, de propriedade da empresa russa Norilsk, segundo o funcionário.
A VM já comprou lotes de concentrados de níquel da empresa Americano do Brasil, um pequeno produtor goiano, mas agora busca material também no Canadá, na Austrália, na África e na Europa, de acordo com a fonte.
"Os concentrados de níquel no momento são difíceis de encontrar. Mas como o setor é relativamente fragmentado, é possível recorrer a minas que não são ligadas a fundições. Estamos tentado comprar ou por contrato ou no mercado."
A empresa também quer importar carbonatos de níquel e concentrados de cobalto para sua principal fundição, no bairro paulistano de São Miguel Paulista. "Essa é a forma mais rápida e barata de aumentar a produção", afirmou o executivo, acrescentando que recentemente a empresa conseguiu adquirir duas cargas no Congo.
A capacidade da usina de São Miguel foi recentemente ampliada para cerca de 23 mil toneladas por ano, voltadas principalmente à exportação.
A unidade prevista para ser aberta em 2009 em Goiás seria a primeira incursão da VM na produção de ferro-níquel, uma matéria-prima da siderurgia. A unidade, cujo custo é de 558 milhões de reais, usará minério de laterita da mina de Niquelândia (GO), também da Votorantim.
Sua produção de ferro-níquel será de 42,4 mil toneladas por ano, o que significa a presença de 10,6 mil toneladas de níquel nesse composto. Os principais mercados serão a Europa, a China e o Japão, segundo a empresa.