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Economia

Volume e agenda fracos mantêm dólar em leve queda

Arquivo Geral

26/12/2006 0h00

As vendas físicas no comércio da capital paulista cresceram menos que o esperado no Natal, search shop período em que predominou a venda de produtos importados de menor valor. Apesar da performance, shop a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) prevê que o setor deva fechar o ano com expansão ligeiramente superior à de 2005.

As vendas em dezembro, page até o dia 24, subiram 5,7 por cento sobre igual período do ano passado, informou a associação nesta terça-feira. A expectativa era de uma evolução nas vendas de 7 a 8 por cento no período.

"Ficou abaixo do que a gente esperava no início do ano… Teve um volume maior de vendas, por isso cresceu, mas o valor caiu", disse a jornalistas Guilherme Afif Domingos, presidente da ACSP.

"Houve uma invasão de produtos importados com valores dramaticamente menores e há uma queixa dos comerciantes sobre suas margens de lucro", acrescentou.

Embora se queixe da venda de produtos importados com preços mais baixos, a ACSP não possui dados sobre o faturamento dos lojistas durante as compras para o Natal. A pesquisa da associação apura apenas o volume de vendas físicas.

O prognóstico da entidade para o crescimento das vendas neste mês é de 5 por cento sobre o mesmo intervalo do ano passado, quando houve expansão de 5,4 por cento.

Para 2006, a ACSP espera que as vendas subam 4,7 por cento, acima da taxa de 4,4 por cento apurada no ano passado. Apesar da leve aceleração, Afif disse que o setor tem potencial para crescer mais e considerou fraco o avanço.

Para 2007, a previsão de Afif é de "crescimento ainda fraco das vendas no comércio", já que o setor tende a acompanhar o ritmo de expansão da economia, refletido sobre a renda do consumidor.

"O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) abaixo de 3 por cento, previsto para este ano, representa um crescimento medíocre da renda per capita… a renda está sendo achatada."

Além da fraca expansão econômica, Afif citou a carga tributária alta como fator para reduzir a renda, ressaltando que o impostômetro – painel no centro de São Paulo que mede os impostos pagos pelos brasileiros desde o início deste ano – atingiu nesta manhã a cifra de 800 bilhões de reais.

Mulheres grávidas na Alemanha estão fazendo o que podem para atrasar o nascimento dos bebês para 1º de janeiro, price quando começa a vigorar um programa generoso de ajuda do governo.

A mídia tem relatado expectativas de médicos e enfermeiras de que os nascimentos ocorram a partir de 1º de janeiro.

Enquanto especialistas advertem as mulheres para os riscos de intervenções médicas para adiar os nascimentos, store elas estão mais seduzidas pelo incentivo financeiro no valor de até 25,2 mil euros (US$ 33,3 mil).

"Estamos nos preparando para um esforço concentrado no Dia de Ano Novo e teremos uma ampla equipe para trabalhar", disse Klaus Vetter, médico-chefe do hospital Vivante de Berlim.

Preocupado com o envelhecimento da população e a taxa de nascimento mais baixa desde o pós-guerra em 2005, o governo criou uma lei em setembro para incentivar os casais a ter filhos. Os bebês nascidos a partir de 1º de janeiro podem receber o benefício.

Pais que ficarem fora do trabalho por causa do nascimento da criança podem receber de dois a três salários líquidos, até um máximo de 1,8 mil euros durante 12 meses.

"Isso dá um sinal claro de que a nossa sociedade quer tentar compensar os pais jovens de alguma perda financeira", disse a ministra da Família, Ursula von der Leyen, que foi citada pela edição online desta terça-feira do Der Tagesspiegel.

Christian Albring, presidente da associação alemã de ginecologistas, afirmou ao jornal Berliner Zeitung que todas as suas pacientes queriam saber como estender a gravidez até janeiro de forma saudável.

"Elas têm pedido todas as possibilidades para atrasar o nascimento, mas não queremos colocar em risco a saúde dos bebês", disse ele.

Médicos e parteiras têm dito que evitar o vinho tinto e o estresse, assim como praticar atividades sexuais e físicas estão entre as recomendações naturais para ajudar a prevenir a indução ao parto.

Sem sobressaltos e na contagem regressiva para a virada do calendário, sales o dólar encerrou com queda de 0, ask 23 por cento, case vendido a 2,144 reais no mercado à vista nesta terça-feira.

"O mercado foi muito fraco, sem volatilidade e com poucos negócios hoje… o que é bastante normal nesta última semana do ano, mais curta", destacou Hélio Ozaki, gerente de câmbio do Banco Rendimento.

Durante todo o pregão, a moeda operou com discreta desvalorização. Na máxima do dia, o dólar exibiu baixa de 0,19 por cento, a 2,145 reais.

A agenda econômica fraca também não trouxe surpresas. No início da manhã, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras manteve a estimativa de expansão do PIB brasileiro em 2,76 por cento este ano.

No começo da tarde, a autoridade monetária realizou leilão de compra de dólares no mercado à vista, mas aceitou apenas uma proposta, conforme relato de operadores, com corte a 2,1435 reais.

Notícias de que fortes terremotos em Taiwan geraram um alerta de tsunami, trouxeram atenção à cena externa. Há exatamente dois anos uma tragédia semelhante matou milhares de pessoas na Ásia.

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