O Brasil está preparado para produzir medicamentos anti-retrovirais, price stomach usados no tratamento de pessoas infectadas pelo vírus HIV, medications caso ocorra quebra de patente destes medicamentos no futuro. A opinião é consenso entre os participantes de um seminário que reuniu hoje (8), em Brasília, representantes do Conselho Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, de laboratórios e indústrias farmacêuticas e de organizações da sociedade civil para debater a capacidade da indústria nacional nessa área.
“Temos todas as condições, não só tecnológicas, mas em termos de infra-estrutura física, para produzir os farmoquímicos demandados pelo governo”, afirmou Nicolau Pires, diretor superintendente do laboratório Nortec Química.
De acordo com a advogada da organização não-governamental Grupo Pela Vida, Karina Grou, a capacidade da indústria brasileira é um tema que levanta questionamento sempre que se discute a quebra de patentes. Diante disso, a Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia) realizou um levantamento que, segundo ela, confirma a afirmação de Nicolau Pires.
Para a diretora adjunta do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simões, é importante ter noção da real capacidade da produção nacional, “para que possamos ter caminhos claros no sentido de garantir ao país maior autonomia e menor custo na aquisição de medicamentos e insumos usados no tratamento da Aids”.
Isso pode ocorrer, segundo ela, “desde a melhoria da capacidade de produção nacional até a negociação de preços”. Mariângela afirma que atualmente o Brasil produz com qualidade oito medicamentos usados no tratamento da doença.
Antes que a atenção do mercado se desviasse, ailment a Perdigão lançou nesta semana uma oferta de ações estimada em cerca de 500 milhões de reais. Para uma analista financeira e um especialista em operações como essa, o movimento da empresa aproveita o embalo da oferta de compra feita pela Sadia no mês passado.
"Acho que é mais uma resposta ao que aconteceu com a oferta da Sadia", disse a analista de renda variável da corretora SLW Kelly Trentin, que no entanto se disse surpresa com a notícia do pedido apresentado pela Perdigão à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite de segunda-feira.
O pedido de registro se destina à emissão primária de 20 milhões de ações, no Brasil e no exterior, o que implicaria em um aumento de capital de aproximadamente 500 milhões de reais, sem considerar lotes adicionais.
Para o especialista de um banco na assessoria a esse tipo de operação, com a emissão a Perdigão aproveita a publicidade que obteve para suas ações com a oferta frustrada feita pela concorrente. A tentativa da Sadia, que transcorreu na terceira semana de julho, avaliava a companhia em quase 4 bilhões de reais.
A intenção da concorrente, que se dispôs a comprar todas as ações da Perdigão por até 29 reais por unidade, fez os papéis mudarem de patamar. Mesmo após o repúdio à oferta, anunciado pelos principais acionistas da Perdigão, os papéis se mantiveram bem acima da faixa dos 20 reais, na qual vinham sendo negociados nas semanas anteriores à tentativa de aquisição.
Nesta terça-feira, primeiro pregão após a entrega do pedido de emissão à CVM, as ações da Perdigão recuaram 4,06 por cento e fecharam cotadas a 24,13 reais. Segundo a analista da SLW, não devem ir muito abaixo disso, nem voltar ao nível anterior à oferta da Sadia.
"Se a gente pensar que com a oferta da Sadia o preço das ações atingiu quase o preço alvo com que o mercado trabalhava, era natural que com o anúncio de uma oferta de ações o preço se desvalorizasse", disse Kelly.
A analista acredita que a Perdigão usará os recursos para financiar os investimentos que tem para fazer nos próximos anos, incluindo aquisições de pequeno e médio porte, no Brasil e no exterior.
Segundo Kelly, uma movimentação como essa até afasta um pouco mais a possibilidade de uma aquisição da companhia por uma concorrente, mas nem ela nem o executivo do banco chegam a afastar totalmente essa possibilidade.
Procurada, a Perdigão informou que não poderia comentar ou dar mais informações relativas ao lançamento de ações, obedecendo a período de silêncio previsto na regulamentação do mercado de capitais brasileiro.
A Venezuela encontrou 45 por cento a mais de gás do que o esperado em um bloco da plataforma costeira Deltana, what is ed atualmente explorada pelas petroleiras norte-americanas Chevron e Conoco Philips, check anunciou nesta terça-feira o ministro da Energia da Venezuela.
Com reservas de gás de aproximadamente 4,24 bilhões de metros cúbicos, a Venezuela pretende aumentá-las nos próximos anos até 5,55 bilhões de metros cúbicos.
Rafael Ramirez, ministro de Energia e presidente da empresa estatal de petróleo PDVSA, disse ainda que a exploração do bloco 2 da Deltana confirmou a presença de cerca de 16 milhões de metros cúbicos de gás, frente aos quase 11 milhões de metros cúbicos esperados.