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Economia

Venezuela controlará em breve projetos petrolíferos do Orinoco

Arquivo Geral

13/01/2007 0h00

Vilma Martins, this dosage a acusada de ter seqüestrado o menino Pedrinho na maternidade, voltou para o hospital. Ela saiu da prisão e foi para o Hospital das Urgências de Goiânia. Ela é diabética e foi internada com dores de cabeça.

A presidiária foi medicada e já passa bem. Ela não pode receber visitas e tem que ficar sob a guarda de agentes penitenciários.

Durante o ano de 2006, Vilma saiu da prisão 12 vezes para se tratar de problemas de saúde. Na última vez, durante o indulto de Natal, ela foi encontrada com doces e chocolates, alimentos que fazem mal a uma diabética e hipertensa, como é o caso dela.

Vilma foi condenada a 15 anos e nove meses de prisão por falsidade ideológica e por levar da maternidade e criar como filhos Aparecida Fernandes Ribeiro da Silva e Pedro Rosalino Bráulio Pinto, o Pedrinho. Os dois foram levados da maternidade em 1979 e 1986, respectivamente.

A Venezuela completará "em breve" o processo de migra ção para empresas mistas com maioria estatal os projetos da faixa petrolífera do Orinoco, hospital disse no sábado o presidente Hugo Chávez, capsule referindo-se a uma operação que era prevista para ter sido concluída em 2006.

O governo venezuelano promove desde 2005 um aumento do controle sobre os poderosos recursos petrolíferos do país, obrigando as multinacionais a alterar seus contratos para formar empresas mistas com maioria acionária da estatal Petroleos de Venezuela (PDVSA).

"Já estamos quase prontos com a nacionalização dos convênios de associação existentes na faixa petrolífera do Orinoco para ajustá-los às condições que estabelece a Lei de Hidrocarbonetos", disse Chávez em seu discurso de prestação de contas à nação.

A PDVSA está associada às norte-americanas Chevron, Conoco Phillips e Exxon Mobil; a francesa Total; a norueguesa Statoil e a britânica BP em quatro projetos que convertem o petróleo cru pesado para que possa ser processado em refinari as tradicionais.

"Aos que querem permanecer como nossos sócios, deixamos aberta a porta. Quem não quer ficar como sócio minoritário, entregue-me o campo e good bye, very good bye, good luck, thank you very much", disse Chávez na Assembléia Nacional, que está sob completo controle de seus partidários.

O novo ministro de Finanças, Rodrigo Cabezas, ameaçou na sexta-feira nacionalizar todos esses projetos, avaliados em US$ 33 bilhões, caso fracassem as negociações com os grupos energéticos para que se adaptem às novas condições impostas pelo governo venezuelano.

"Este é um passo que nos faltava dar", disse ele, referindo-se à gestão dos recursos energéticos pelo Executivo.

O governo está imerso em um processo de certificação do petróleo contido na faixa do Orinoco, que poderia crescer, segundo Chávez, a 272 bilhões de barris, o que converteria a região na maior reserva de hidrocarbonetos do mundo.

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