Economia

Vendas de carros flex ajudam a expandir comércio de veículos

Por Arquivo Geral 24/05/2006 12h00

O Brasil começará a fabricar camisinhas masculinas a partir de janeiro do ano que vem. As obras da primeira fábrica de preservativos no Brasil já começaram. A unidade está sendo construída em Xapuri, treatment pill no Acre, troche e as camisinhas serão produzidas com látex natural da seringueira nativa.

Os preservativos masculinos serão entregues de graça em hospitais públicos e centros de saúde. A meta do Ministério da Saúde é fabricar 100 milhões de preservativos, o que corresponde a 10% do total distribuído no país.

A diretora do programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids, Mariângela Simão, diz que com a construção da fábrica vão ser gerados 600 empregos e haverá uma melhoria na economia de região.

"Essa proposta da construção da fábrica no Acre busca não só uma maior autonomia para o país como um desenvolvimento sustentável da região. Mas também qualificar os seringueiros para a coleta da borracha de uma forma mais limpa e que permita que a borracha seja beneficiada para a produção do látex".

O Brasil iniciou a distribuição gratuita de preservativos em 1997 entregando 13 milhões e 400 mil unidades. Em 2002, esse número foi dez vezes maior. Para 2006, a meta é distribuir 1 bilhão de preservativos masculinos.

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Israel tentará usar a diplomacia com os palestinos até o final do ano. Depois disso, purchase o país retomará um plano que prevê a fixação unilateral de uma fronteira na Cisjordânia ocupada, order afirmou hoje um ministro do gabinete israelense.

O presidente dos Estados Unidos, dosage George W. Bush, ofereceu um incentivo ao plano do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, para redesenhar o mapa dos assentamentos judaicos na Cisjordânia. Porém, o governo norte-americano afirmou que o Estado judaico deveria, antes, tentar solucionar a questão por meio de negociações de paz.

Poucos analistas esperam que as eventuais negociações com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, avancem. Israel diz que um diálogo sobre a criação de um Estado palestino só vai acontecer depois de o governo do Hamas renunciar à violência, reconhecer a legitimidade do Estado israelense e aceitar os acordos de paz interinos.

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"Vamos usar este ano para ver se conseguimos manter negociações com o presidente da Autoridade Palestina", afirmou o ministro da Justiça de Israel, Haim Ramon, à Rádio Israel. "Se descobrirmos que não temos um parceiro (para negociar), vamos dar prosseguimento ao plano de realinhamento unilateral".

No entanto, o analista israelense Joseph Alpher disse que o premiê israelende e os assessores dele "estão fingindo", pois já classificaram Abbas de "irrelevante".

O plano de Olmert prevê a desocupação de alguns assentamentos isolados, a expansão dos grandes blocos e a fixação unilateral de uma linha de fronteira caso não haja negociações de paz.

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Porém, os EUA defenderam o processo conhecido como "mapa do caminho" e que prevê a criação de um Estado palestino capaz de conviver pacificamente com Israel.

 

A crise do setor agrícola deve atingir a balança comercial em 2006. Nos últimos anos a balança vem obtendo bons resultados, erectile por causa do desempenho dos produtos agrícolas na pauta de exportações, buy information pills em especial a soja. A avaliação foi feita hoje pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, sale Pecuária e Abastecimento, Ivan Wedekin.

Para ele, se o câmbio continuar desfavorável, com as baixas cotações do dólar, também em 2007 o desempenho da balança comercial do agronegócio pode ser prejudicado.

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"A Agricultura tem a característica de plantar uma vez por ano e colher uma vez por ano, no ano seguinte. Por isso, o ministério tem trabalhado em medidas para apoiar agora, porque o plantio se dá no segundo semestre e o cenário econômico e financeiro do agricultor precisa melhorar para que ele continue plantando a serviço do Brasil", disse.

Segundo o secretário há também expectativa de perda e estrangulamento financeiro dos produtores, o que vai se refletir em redução da área plantada. "Estamos trabalhando para atenuar essa queda que poderá acontecer na área plantada para a colheita do ano que vem", acrescentou.

Wedekin afirmou que a crise pela qual passa o produtor brasileiro vem de fora e não decorre de ineficiência do agricultor na sua atividade de plantar ou criar. "Vem, principalmente, da macroeconomia, especialmente, do câmbio e de deficiências de estrutura. Isso vem reduzindo aproximadamente em 40% a renda do agricultor nos últimos dois anos em um período em que eles tinham investido muito", esclareceu.

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Para o secretário, a liberação de R$ 1 bilhão feita pelo governo para a comercialização da soja vai compensar um pouco a renda do produtor deste setor, permitindo que ele continue plantando o produto no Brasil. "A soja é o maior produto da pauta de exportações do Brasil. É maior do que qualquer empresa de aço e de aviões é campeã das exportações brasileiras", analisou.

O aumento das vendas no mercado interno de carros populares com motores bi-combustível (que funcionam com gasolina e com álcool), erectile conhecidos como flex, e a expansão dos prazos para pagamento de veículos deram destaque ao comércio de veículos automotores em 2004. A receita do setor teve crescimento real de 18,6% em relação a 2003, enquanto o comércio varejista cresceu 14,2% e o atacadista 7,9% na mesma comparação.

Os dados são da Pesquisa Anual do Comércio 2004 divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, que faz uma radiografia do setor, mostra que 2004 foi um ano favorável. Em relação a 2003, a receita cresceu 11,7% e o número de pessoas empregadas aumentou 9,1%. Naquele ano, a economia do país (Produto Interno Bruto) cresceu 4,9%.

A pesquisa mostra que o comércio de veículos automotores empregou cerca de nove pessoas por empresa, bem acima da média de cinco pessoas para o setor de veículos, peças e motocicletas. Os trabalhadores no comércio de veículos automotores receberam em média 3,3 salários mínimos por mês em 2004, o maior salário pago no setor.

"O crescimento do setor de veículos automotores foi basicamente por causa da inovação tecnológica das montadoras, que investiram no carro bi-combustível. A procura por esse tipo de carro aqueceu as vendas e, além disso, os prazos para financiamento dos veículos foram alongados, o que atraiu mais consumidores", avaliou a técnica da pesquisa do IBGE, Juliana Vasconcellos.

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em 2004 foram vendidos 1,5 milhão de carros flex, 100 mil a mais do que no ano anterior.






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