Agora, vai! O governo federal prepara sua primeira bondade política para dar um incentivo adicional à segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida e aos financiamentos para uma parcela da classe média. Estagnado há mais de três anos, o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados com dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em cidades com mais de 1 milhão de habitantes pode ser corrigido ainda neste mês pelo Conselho Curador do FGTS e saltar de R$ 130 mil para algo entre R$ 150 mil e R$ 170 mil.
O objetivo é acelerar o programa entre as famílias com renda mensal entre seis e dez salários-mínimos nos grandes centros urbanos, como Brasília, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro – onde os preços são mais elevados e não se enquadravam nos montantes definidos pelo FGTS.
O programa é uma prioridade da presidente Dilma Roussef, que na campanha eleitoral se comprometeu a construir pelo menos dois milhões de moradias em seus quatro anos de governo. No final do ano passado, o conselho aprovou um orçamento de R$ 46,9 bilhões para este ano – R$ 30,6 bilhões para habitação.
Ao mexer no teto do valor do imóvel financiado para regiões metropolitanas e grandes cidades, serão revistos os limites para localidades menores. Para cidades com população entre 250 mil e 1 milhão de habitantes, o valor é de R$ 100 mil e nos demais municípios, R$ 80 mil. A sugestão da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) é de que essas faixas sejam fixadas em R$ 100 mil e R$ 130 mil. Para o teto, a proposta é de R$ 150 mil.
Leia mais na edição desta terça-feira (18) do Jornal de Brasília