O levantamento destaca que os setores bancário, petrolífero e de mineração foram os mais relevantes no mercado brasileiro, sendo que a construção civil foi o setor mais rentável do ano.
Com um valor de mercado de US$ 259,62 bilhões e um crescimento de 125,9%, o setor bancário foi o principal no Brasil neste ano.
O setor petrolífero somou US$ 231,78 bilhões, com um crescimento de 121% no ano.
As empresas de mineração somaram US$ 144,78 bilhões, 143% a mais do que em 2008.
As 27 companhias brasileiras do setor de construção civil analisadas foram as mais rentáveis, com uma valorização de 367,9% no período, até US$ 30,678 bilhões.
As empresas latino-americanas ganharam 94,7% de valor de mercado neste ano, quando passaram US$ 1,067 trilhão para US$ 2,079 trilhões na soma de seus valores.
O crescimento do mercado latino-americano contrastou com o avanço de 28,1% das 500 empresas do índice americano S&P.
O valor das 704 companhias analisadas da região representa apenas 20,1% das americanas, que somaram US$ 8,08 trilhões no fechamento da bolsa nesta segunda-feira, segundo o estudo.
No México, segundo maior mercado da região, as 92 empresas de capital aberto analisadas somaram US$ 375,223 bilhões, com crescimento de 55,7% em seu valor de mercado.
As 66 empresas argentinas listadas ganharam 43,2%, até US$ 66,836 bilhões.
As 71 companhias peruanas se destacaram na pesquisa, com crescimento de 85,4% em seu valor de mercado, chegando a US$ 78,209 bilhões.
Já as 125 empresas do Chile incluídas no estudo registraram avanço de 71,3% e somaram um valor de mercado de US$ 209,143 bilhões de dólares, enquanto as 31 empresas colombianas tiveram uma rentabilidade de 55,2% e subiram até US$ 119,077 bilhões.
A Venezuela foi o país da região com pior desempenho. As 15 empresas do país listadas na pesquisa da Economática ganharam 12% de valor de mercado, somando US$ 6,208 bilhões.