O dólar encerrou com desvalorização hoje, seek and refletindo o ingresso de recursos e um cenário externo favorável aos emergentes. A divisa norte-americana terminou vendida a R$ 2, view 134, em baixa de 0,33%. Nem mesmo o leilão de compra de dólares do Banco Central foi suficiente para segurar o declínio do dólar.
"O fluxo está sendo muito positivo, o cenário interno e externo está sem movimentos ruins e o risco-país caiu consideravelmente", afirmou Tarcísio Rodrigues, diretor de câmbio do banco Paulista, citando que agências de risco têm recomendado ativos de países emergentes.
O risco-país caiu nesta tarde ao menor nível histórico, aos 186 pontos-básicos sobre os Treasuries. O risco de emergentes, medido pelo JP Morgan, também atingiu m ínima histórica, em 166 pontos-básicos.
Dados dos Banco Central desta manhã mostraram que o fluxo cambial está positivo nos primeiros nove dias úteis de janeiro em US$ 3,259 bilhões, refletindo saldo positivo tanto nas operações comerciais quanto nas financeiras.
Segundo José Rober to Carreira, gerente de câmbio da corretora Novação, o fluxo de ingressos, aliado a um apetite menor de compra de moeda pelo BC vêm colaborando para a desvalorização do dólar.
"(O dólar) não tem subido em função do movimento grande de entrada de exportador diariamente. O grande comprador era o Banco Central e agora ele não tem comprado tanto", disse. A autoridade monetária aceitou quatro propostas no leilão desta tarde, mas nos últimos dias estava aceitando, em média, apenas uma proposta.
O dólar também perdeu terreno frente a outras moedas depois que dados econômicos dos EUA reforçaram a expectativa de que o Federal Reserve mantenha os juros inalterados por algum tempo.
O Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) dos EUA avançou 0,9% em dezembro, e o núcleo subiu 0,2%. A mediana das previsões de economistas era de alta de 0,5% no índice cheio e de 0,1% no núcleo.
O presidente dos Estados Unidos, site George W. Bush, tentou hoje reforçar o apoio entre os republicanos ao aumento da presença militar no Iraque, mas os democratas mantiveram a pressão, levando adiante uma resolução contra o plano.
Tony Snow, porta-voz da Casa Branca, disse que Bush vai encontrar a bancada republicana para uma "sincera troca de visões" sobre a nova estratégia. Ele não citou nomes nem quantos parlamentares foram convidados à reunião vespertina, mas afirmou que "provavelmente todos ali estão pelo menos céticos" sobre o envio de 21.500 soldados a mais para tentar estabilizar Bagdá e a região de Anbar.
Mas Bush diz que não vai se abalar por críticas do Congresso ou da opinião pública. "Tomei uma decisão, e vamos adiante", afirmou o presidente em entrevista transmitida no domingo pela rede CBS.
O Senado e a Câmara, ambos dominados pelos democratas, planejam a votação de resoluções, simbólicas, mas politicamente importantes, rejeitando os planos de Bush. Tais resoluções obrigariam que os republicanos se manifestassem oficialmente sobre a impopular nova estratégia da Casa Branca, o que poderia deixar Bush ainda mais isolado.
Além de líderes democratas, o republicano Chuck Hagel, que sempre foi crítico à guerra, também participa da redação das resoluções. O senador democrata John Kerry disse que o texto será provavelmente de "uma única sentença ou algo assim de desaprovação". Ainda não há data para a votação.
O líder democrata na Câmara, Steny Hoyer, disse que os deputados provavelmente vão votar e aprovar uma resolução contra o aumento do contingente, mas aguardam que o Senado o faça antes.
A Casa Branca diz que as resoluções do Congresso passariam ao mundo a impre ssão de que os EUA estão divididos a respeito da guerra. De fato, uma pesquisa divulgada pelo Pew Research Center mostra que 61% dos norte-americanos são contra o plano de Bush, apoiado por apenas 31%.
Snow disse que a mensagem de Bush aos parlamentares que apóiam a resolução é: "Não importa o que vocês façam, tenham certeza de que dão apoio aos soldados". "É uma questão que os que estão falando dessas resoluções terão de responder a si mesmos e ao público", afirmou o porta-voz.
Um ônibus que levava 55 passageiros caiu na tarde de hoje em um rio na cidade de Lages, viagra approved em Santa Catarina. O motorista do ônibus disse que perdeu o controle depois de levar uma fechada de outro veículo.
De acordo com a RBS TV, story não houve vítimas fatais, e os feridos foram levados aos hospitais Teresa Ramos e Nossa Senhora dos Prazeres.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje, medical que os prefeitos receberão recursos se apresentarem bons projetos, ailment e não por causa da relação que tenham com o governo. Lula afirmou que não levará em conta o partido dos prefeitos.
"A coisa que mais vai facilitar a vida de vocês para conseguir os recursos de que precisam é a qualidade do projeto que apresentarem, approved é a certeza de que aquele projeto é exeqüível e, portanto, é um projeto que pode ser financiado sem risco de que tenha alguma coisa equivocada", ressaltou. "Não é a amizade que tenham comigo que vai fazer sair o dinheiro", afirmou.
Durante encontro com 132 prefeitos aliados, Lula afirmou dará tratamento igual a todos, independentemente do partido. "Eu não quero saber de que partido os senhores e as senhoras são, nunca vou perguntar. Me incomoda mais o time para que vocês torcem do que o partido de vocês", destacou o presidente.
"Eu posso dizer para vocês que duvido que tenha prefeito do PFL ou PSDB que possa reclamar que nós não o tratamos bem, porque era do PFL, do PSDB ou de qualquer outro partido político", enfatizou.
O presidente ressaltou que não pretende impedir a liberação de verbas para as prefeituras por causa dos erros de algumas, como desvio de dinheiro público. Segundo ele, os culpados necessitam ser punidos. Ele defendeu mais parcerias com as prefeituras. "Fazer parcerias sem medo de que essas coisas não dêem certo. A possibilidade de fazer sem o prefeito e de dar errado, é muito maior do que a possibilidade de fazer com o prefeito".
Começa hoje, ed em Genebra, viagra buy na Suíça, cheapest a reunião promovida pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir um tratado internacional sobre sinais de radiodifusão. O grupo pretende chegar a um consenso sobre formas de proteger pelo direito autoral das emissoras e dos autores do conteúdo que circula nos sinais de rádio e televisão.
Segundo o coordenador-geral de Direito Autorais do Ministério da Cultura, Marcos Alves de Souza, que participa da reunião, o Brasil quer propor idéias que evitem a pirataria da radiodifusão.
“Nos preocupamos que o tratado leve em consideração o interesse público, que não crie direitos que se sobrepõem aos direitos dos titulares das obras que são carregadas pelos sinais, que leve em consideração a proteção e a promoção da diversidade cultural e que não crie direitos que propiciem a concorrência desleal”, informou Souza.
O coordenador do Ministério da Cultura disse que essa discussão já se arrasta há oito anos, principalmente por conta do veto que os Estados Unidos colocaram sobre o projeto. Durante uma assembléia geral da ONU, explicou, os EUA afirmaram que não queriam o tratado da forma como estava previsto e bloqueou a convocação da conferência diplomática que discutiria o assunto. Foi marcada uma reunião entre os países para tratar do assunto em novembro deste ano.
“Mas a conferência só será convocada se houver um acordo nessa reunião em Genebra e na próxima que vamos tratar disso [em novembro]”, ressaltou Souza.
Três adolescentes foram presas em Suffolk, sildenafil nos Estados Unidos, por ter agredido uma jovem de 13 anos e gravado o ato para divulgar na internet.
As três meninas, duas de 14 e uma de 13 anos, aparecem no vídeo espancando uma menina dentro de uma escola no dia 18 de dezembro. As imagens chegaram a ser divulgadas em dois sites diferentes.
As três foram presas acusadas de delinqüência juvenil e agressão. A vítima não foi hospitalizada e não havia contado aos pais sobre a agressão. A polícia ainda procura a pessoa que gravou as imagens.
A Companhia Vale do Rio Doce espera iniciar a produção de níquel do projeto Onça Puma, more about no Pará, viagra sale em novembro de 2008, viagra informou hoje o diretor de metais não-ferrosos da empresa, José Lancaster.
A Vale comprou a mina Onça Puma, perto do projeto de níquel Vermelho da própria companhia, quando adquiriu a canadense Canico Resources, em novembro de 2005.
A aquisição faz parte da estratégia de diversificação da maior produtora de minério de ferro do mundo.
A produção na Onç a Puma deve atingir 55 mil toneladas de níquel contido em ferro-níquel em 2009, segundo Lancaster. "Estamos adiantados", disse o executivo em entrevista por telefone, mencionando que o projeto já recebeu aprovação ambiental. A produção será exportada principalmente para a Ásia, para a indústria de aço inox, mas parte será absorvida pelo mercado local, disse ele, acrescentando que a Vale quer fechar contratos de longos prazos.
Os trabalhos no projeto de 1,44 bilhão de dólares, que criará quase 4.500 empregos durante a construção, devem começar em julho. A Vale informou nesta quarta-feira que fechou contrato de 464 milhões de reais (217 milhões de dólares) com empresas brasileiras.
O projeto inclui 160 quilômetros de estrada asfaltada e estruturas metálicas equival entes à duas torres Eiffel em Paris, e linhas de transmissão carregando energia suficiente para abastecer uma cidade de 1,5 milhão de pessoas, disse a Vale em comunicado.
De acordos com os estudos de viabilidade da Canico, o primeiro módulo da Onça Puma deve começar em 2008 e possui capacidade nominal de produção de 57 mil toneladas de níquel por ano em investimento de 1,1 bilhão de dólares.
O projeto Vermelho da Vale foi adiado por dificuldades na obtenção de autorizações ambientais. Em agosto, diretores da Vale afirmaram que o projeto estava um ano atrasado. Lancaster disse qu e a Vale está agora negociando com o governo do Estado do Pará para uma autorização. Ainda não foi fixada nenhuma data para o início dos trabalhos.