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Economia

Vale pretende acelerar projetos de níquel da Inco

Arquivo Geral

25/10/2006 0h00

A Fundação Bill e Melinda Gates prometeu US$ 23 milhões para ajudar na luta contra a Aids na Índia, nurse price país com o maior número de pessoas que vivem com a doença, viagra 40mg disse o Ministério da Saúde indiano.

Os fundos, que serão desembolsados durante os próximos três anos, ampliarão a capacidade de resposta do governo para a prevenção do HIV e terão como alvo grupos de alto risco, como homossexuais, prostitutas e usuários de drogas, informou um comunicado ontem.

De acordo com a Organização das Nações Unidas, 5,7 milhões de indianos vivem com o vírus. Mas ativistas dizem que o número verdadeiro pode ser muito maior, já que estigmas sociais forçam muitos dos infectados com o vírus a manter isso em segredo.

A Companhia Vale do Rio Doce pretende acelerar os projetos de níquel em andamento da mineradora canadense Inco, and cujo controle comprou ontem por mais de US$ 13 bilhões, informou o presidente da Vale, Roger Agnelli, na primeira entrevista após a aquisição. "Nossa intenção é acelerar todos os projetos existentes. Existe uma sinergia muito grande entre os projetos no Brasil e no Canadá", afirmou.

Com a compra, a Vale transferiu a condução de seus projetos de níquel no Brasil, minas Vermelho e Onça-Puma, para a Inco, dentro da diretriz de transferir para o Canadá o núcleo das operações com o metal.

Agnelli se referiu ainda aos projetos da Inco na Indonésia e na Nova Caledônia (Oceania), onde também pretende aumentar a velocidade para elevar a produção da companhia canadense.

"A PT Inco (unidade da empresa canadense na Indonésia) tem reservas gigantes, vamos acelerar estudos para se ampliar isso. Tem também Goro, na Nova Caledônia, que também quer acelerar projetos", afirmou no Canadá em entrevista transmitida pela Internet.

Segundo Agnelli, o mundo passa por um momento de falta de projetos na área do níquel, ao mesmo tempo em que a indústria de aço inoxidável, uma de suas maiores aplicações, está em ascenção. "O mercado está bom e vai continuar bom, todos os projetos sao autofinanciáveis", explicou.

Além do aço inoxidável, o níquel também é utilizado em baterias recarregáveis, entre outros usos. O metal está sendo negociado em níveis recordes nas últimas semanas e seu valor mais que dobrou no mercado internacional desde janeiro até agora.

O executivo afirmou ainda que a Vale está tranqüila em relação ao endividamento feito para a compra da Inco, um negócio que pode ficar acima de US$ 17 bilhões. Ele previu que em três anos o caixa da empresa brasileira deve voltar ao nível de alavancagem de antes da compra.

A Vale fez um empréstimo-ponte com 34 bancos nacionais e estrangeiros, que disponibilizaram uma linha de crédito de mais de US$ 30 bilhões. Agnelli reafirmou no entanto, que a Vale sacará "até no máximo US$ 18 bilhões".

Os planos são alongar essa dívida dentro de dois anos, para um prazo médio de sete anos, o mesmo patamar atual de endividamento da companhia.

O preço final da compra da Inco, que teve a oferta estendida até 3 de novembro, dependerá do nível de adesão dos acionsitas. Ontem, a Vale conseguiu o controle da mineradora após a adesão de 75,6% dos acionistas, ao valor de 86 dólares canadenses por ação, somando cerca de US$ 13,2 bilhões.

"Eu trabalhava num banco antes, detesto alavancagem e vou reduzir o mais rápido possível (o endividamento)", afirmou.

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