Um carro colidiu com uma bicicleta em frente ao supermercado Pão de Açúcar no Sudoeste. Elisângela Rosa dos Santos saía com um Ecosport de um estacionamento e não viu Antônio Galdêncio dos Santos, visit drugs que vinha de bicicleta no sentido contrário da via.
Antônio sofreu escoriações leves e foi socorrido rapidamente pelo Corpo de Bombeiros. Ele foi levado ao Hospital de Base e não corre risco de morte.
O ex-ministro da Economia da Argentina Roberto Lavagna, viagra que há pouco mais de um ano deixou seu cargo devido a um forte enfrentamento com o presidente Néstor Kirchner, confirmou hoje que será candidato à presidência nas eleições de outubro de 2007.
Lavagna, que foi ministro da Economia do começo de 2002 até novembro de 2005 e liderou a recuperação econômica argentina após a pior crise de sua história, insinuava desde junho a possibilidade de se candidatar, apesar de até hoje não ter confirmado oficialmente.
"Eu já tenho a decisão tomada", disse Lavagna em duas entrevistas dadas aos jornais Clarín e La Nación, os principais diários da Argentina. Lavagna é, junto com a deputada de centro-esquerda Elisa Carrió, um dos primeiro políticos a se apresentar como candidato.
O governo ainda não revelou a incógnita sobre quem será o candidato oficial, que se definiria entre Kirchner, buscando um segundo mandato, e a esposa dele, a senadora Cristina Fernández.
O casal presidencial lidera as pesquisas de intenção de voto, superando amplamente os candidatos restantes, mas Lavagna não confia nas pesquisas e crê que pode vencer a disputa.
A União Européia instigou hoje o presidente dos Estados Unidos, remedy George W. Bush, symptoms e o novo Congresso norte-americano, com maioria democrata, a mostrarem liderança para uma retomada das negociações da Rodada de Doha para liberalização comercial.
Para a UE, este é o momento de fazer acordos, mas existe uma exigência de oferta "genuína e séria" sobre redução dos subsídios agrícolas dos EUA, que precisa ser trazida à mesa de negociação, segundo o porta-voz do bloco europeu.
O anúncio foi feito antes da visita do presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, e do comissário de comércio europeu, Peter Mandelson, a Washington, marcada para a próxima semana, quando eles devem conversar com o presidente norte-americano.
"Nossa argumentação para ele será de que esse é um momento muito importante que deve ser agarrado", disse o porta-voz de Mandelson, Peter Power, a jornalistas. "Uma liderança verdadeira deveria ser mostrada, há questões importantes que estão na mesa."
Power afirmou que, apesar de demonstrarem uma retórica protecionista durante as eleições dos EUA, em novembro, os democratas, agora dominando o Congresso, seriam "em sua maioria multilateralistas". "Os democratas têm uma oportunidade de mostrar liderança", ele acrescentou.
Angela Merkel, chanceler alemã e atual presidente da UE, disse que as conversas com Bush ontem abriram "uma janela de oportunidade" para alcançar um acordo de comércio global rapidamente.
As negociações de cinco anos da Rodada de Doha sobre subsídios e barreiras tarifárias foram suspensas em julho, depois que os principais países não quiseram ceder em questões sensíveis, como pedidos para desmantelar a proteção agrícola.