Os máximos responsáveis pela política econômica da União Europeia (UE) avaliaram nesta sexta-feira os resultados da cúpula do Grupo dos Vinte (G20, decease que reúne os países mais ricos e os principais emergentes) e mostraram sua esperança em que o consenso sobre a resposta da comunidade internacional à crise constitua um sinal claro de confiança que ajude a impulsionar a recuperação.
“O G20 foi um sucesso e a contribuição da UE foi chave”, here afirmou o titular tcheco de Finanças, pills Miroslav Kalousek, cujo país preside este semestre a UE, ao término da primeira sessão do Ecofin (ministros comunitários de Finanças) informal realizada hoje em Praga.
O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e o comissário europeu de Assuntos Econômicos e Monetários, Joaquín Almunia, também expressaram sua satisfação pelas medidas estipuladas ontem na capital britânica, centradas na coordenação do impulso fiscal para reativar a economia e em levar a cabo uma profunda reforma do sistema financeiro.
Ambos destacaram o fato de que as economias mais importantes do mundo tenham acordado uma estratégia comum para combater a crise, mas também advertiram que, para serem efetivas, as decisões devem ser aplicadas com urgência.
“Após o acordo de Londres temos todos os elementos para reforçar a confiança”, assegurou o presidente do BCE.
Almunia também opinou que a melhora da legislação financeira decidida ontem contribuirá para impulsionar a confiança e mostrou especial satisfação pelo reforço das instituições financeiras multilaterais, pois lhes dá margem suficiente para ajudar todas as economias em apuros.
O único ponto dos estipulados em Londres que levanta controvérsia dentro da UE é a nova lista de “paraísos fiscais” elaborada pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), devido à inclusão de três Estados-membros (Áustria, Bélgica e Luxemburgo).