Da Redação com agências
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Durante a administração do presidente Lula foi triplicada nos últimos anos a quantidade de carreiras no Poder Executivo, o que gera críticas na gestão do próprio governo. cada um com concursos e planos de salários, mas, nem sempre, os papéis e as atribuições são claros. Como é o caso das quatro carreiras diferentes voltadas para os mesmos três ministérios: a de previdência, a de seguridade social e trabalho, a de seguro social e a de previdência, saúde e trabalho.
Além de instituir salários diversos para funções equivalentes, a política vai na contramão da diretriz definida pelo próprio governo de privilegiar carreiras que podem ser aproveitadas por todos os órgãos federais, facilitando remanejamento.
Criadas apenas para as categorias da elite do serviço público, como auditores fiscais ou diplomatas, as carreiras passaram a contemplar as demandas de órgãos em particular e de seus funcionários de escalões mais baixos. Assim, desde 2002, saltou de 31 para 108 o número de carreiras da Tabela de Remuneração dos Servidores Federais do Ministério do Planejamento.
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