As Lojas Americanas anunciaram hoje que compraram por R$ 186, more about pharm 2 milhões as 127 lojas da rede de locadoras Blockbuster no Brasil. Com a aquisição, page visit this site as Lojas Americanas aumentam em 54% seu número de lojas no país, recipe see atualmente em cerca de 230, e elevam em 330 mil a base de clientes ativos. Somente na região metropolitana de São Paulo, o número de lojas passa de 41 para 100, informou a assessoria de imprensa da rede.
O acordo, fechado com a Unibanco Empreendimentos e Participações, envolve a compra pelas Lojas Americanas de 99,99% das ações da BWU, empresa que explora o desenvolvimento e subfranquia as atividades da Blockbuster no Brasil. O valor da transação deve ser pago em maio.
As Lojas Americanas informaram que pretendem ampliar a oferta de produtos e serviços nas unidades Blockbuster por meio do formato "Americanas Express", que são lojas menores com os produtos mais vendidos em cada região. O negócio também inclui um contrato de licença da marca Blockbuster no país por 20 anos, fechado entre as Lojas Americanas e a Blockbuster International.
A operação precisa de aprovação de assembléia de acionistas das Lojas Americanas, que será realizada em 60 dias. A companhia é controlada pelo grupo de investidores bilionários Jorge Paulo Leman, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles. Em novembro do ano passado, eles participaram da união do site Americanas.com com o site de varejo Submarino.
A rede de locadoras chegou ao Brasil em 1994, por meio de um acordo de franquia entre o Grupo Moreira Salles, do Unibanco, e a Blockbuster Entertainment Corporation, que criou a BWU Video. A primeira loja no Brasil foi inaugurada em 22 de março de 1995, no bairro paulistano do Itaim Bibi.
A elaboração de um plano estratégico de promoção e defesa dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV/Aids e das populações vulneráveis à epidemia é o principal objetivo do Seminário Nacional de Direitos Humanos e HIV/Aids, story que começa hoje e vai até sexta-feira no Ministério da Saúde em Brasília.
Agora de manhã, uma mesa-redonda discute o tema Direitos Humanos e HIV/Aids: Compromissos Firmados”. À tarde, ocorrem os painéis Acesso Universal a Meios de Prevenção, Tratamento, Assistência e Direitos Humanos e Não-discriminação e Igualdade perante a Lei.
São esperados no encontro 180 participantes de coordenações estaduais e municipais de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids, do Ministério Público, do Ministério da Saúde e das secretarias de Direitos Humanos.
Ao final do encontro, será definido um plano estratégico de atuação nessa área.
O reajuste das tarifas de ônibus urbanos nas principais regiões metropolitanas do país, about it adotado no final de 2006, continuou a gerar impacto sobre o comportamento dos indicadores de inflação do país no início deste ano. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve uma alta de 0,52% em janeiro, uma aceleração frente ao ganho de 0,35% de dezembro provocada basicamente pelos preços do grupo de Transportes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela apuração do índice, os preços do segmento de Transportes registraram ganho de 1,03% em janeiro, ante alta de 0,46% no final do ano passado.
"Responsáveis por 0,12 ponto percentual do índice, os ônibus urbanos ficaram com a maior contribuição no mês", afirmou o IBGE em comunicado divulgado hoje.
Apesar da aceleração, a alta do IPCA-15 na abertura do ano era amplamente esperada por analistas e economistas que acompanham a inflação no país. A variação registrada ficou em linha com a mediana das projeções feitas por 26 economistas consultados pela Reuters.
O IPCA-15 é tido como uma prévia do IPCA, o índice que serve de referência para a meta de inflação do governo. A metodologia de cálculo é a mesma, apurando a variação de preços para famílias com renda de até 40 salários mínimos em 11 regiões metropolitanas do país. A diferença está no período de coleta, já que o IPCA mede o mês calendário.