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Economia

Tranqüilidade persiste e dólar encerra estável, a R$ 2,158

Arquivo Geral

21/12/2006 0h00

A nova penitenciária federal, price cheap inaugurada hoje em Campo Grande (MS), representa mais um avanço no esforço para neutralizar líderes do crime organizado e presos de alta periculosidade que atuam dentro dos presídios estaduais. A avaliação é do diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça, Maurício Kuehne.

Para Kuehne, a nova penitenciária, a segunda de sua categoria no País, tem um "efeito psicológico" sobre os presos de todo o país. "A massa carcerária tende a ter um comportamento adequado, sob a pena de os estados virem a pedir o isolamento  também essas lideranças negativas e nos encaminhar para os presídios federais", diz ele.

"O propósito é fazer com que os presos de alta periculosidade  possam ser neutralizados. É preciso minimizar  a situação em que  presos de dentro do presídio comandem crimes fora da cadeia", explica o diretor.

Kuehne lembra que a primeira penitenciária federal, com 208 vagas, funciona há quase seis meses em Catanduvas (PR). Segundo ele, o governo federal já recebeu 300 pedidos de transferência de presos para presídios federais e, até o momento, 99 já foram atendidos.

A nova penitenciária tem 208 vagas, com 12,6 mil metros quadrados, celas individuais e equipamentos de segurança que incluem desde coletores de impressão digital, detectores de metais até câmeras de vídeo, que garantirão 24 horas de monitoramento.

Kuehne informou que, em 2007, serão inauguradas mais duas penitenciárias federais: em Mossoró (RN) e Porto Velho (RO).

A resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Irã vai obrigar o país a rever sua colaboração com a agência nuclear da entidade, sales e a decisão não fará os iranianos abandonarem seu programa atômico, find disse na quinta-feira Ari Larijani, remedy secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, segundo a agência Isna.

Depois de semanas de negociação envolvendo representantes das grandes potências, a resolução impondo sanções limitadas contra o Irã deve ser aprovada pelo conselho até o Natal – pelo menos é essa a expectativa dos diplomatas.

"A natureza dessa resolução não é capaz de pressionar o Irã e o país dará uma resposta adequada a ela", disse Larijani. "Esse comportamento só vai criar mais problemas".

"Se eles ratificarem a resolução, o Irã ficará numa nova situação. Nessa situação o Irã vai rever sua cooperação com a agência (Agência Internacional de Energia Atômica) e outras áreas políticas, econômicas e culturais".

O Irã nega que esteja usando o programa nuclear como fachada para a construção de armas, e diz que só quer gerar energia elétrica com fins pacíficos.

"A questão não é se o programa do Irã é pacífico ou não. Basicamente eles não querem que o Irã tenha esse tipo de tecnologia", disse Larijani depois de se reunir com o ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Kursheed Mehmood Kasuri.

A resolução do conselho proíbe importações e exportações de materiais e tecnologia relacionados ao enriquecimento e ao reprocessamento de urânio, a reatores de água-pesada e a sistemas de mísseis balísticos.

Mais cedo, na quinta-fe ira, o presidente Mahmoud Ahmadinejad ridicularizou o presidente dos EUA, George W. Bush, e disse que o programa nuclear iraniano é uma fonte de inspiração para outros países.

Num ato público, ele disse à multidão que Bush devia "sair de seu palácio de cristal e ver o quão isolado está, não apenas no mundo como também em seu país". A declaração é uma resposta à afirmação de Bush, que disse que o presidente iraniano estava fora de compasso com o resto do mundo.

Num outro discurso, Ahmadinejad afirmou que em fevereiro o Irã terá dominado a tecnologia. "A independência, a prosperidade e o progresso do Irã logo servirão de exemplo para outros países".

Já o ministro das Relações Exteriores iraniano, Manouchehr Mottaki, adotou um tom mais conciliatório. "Acreditamos que é possível erguer uma ponte entre os dois lados para que o Irã possa ter seus direitos à energia nuclear e qualquer dúvida ou ambiguidade sobre o programa possa ser eliminada".

Um dos mergulhadores que limpa os esgotos da Cidade do México, link Julio Cesar Cu, queria ser oceanógrafo, mas em vez disso ele nada em túneis fedorentos de esgoto, onde ocasionalmente aparece um cadáver flutuando entre excremento e partes de carros.

Ele recebe apenas US$ 400 por mês para desentupir quilômetros de túneis de esgoto que correm no subsolo da capital mexicana, encontrando todo tipo de detrito em seu caminho.

”Os piores são bichos mortos, cabeças de bicho, cadáveres”, diz. “Infelizmente, aparecem muitos corpos aqui.”

O trabalho dele é impedir o entupimento de canais de até seis metros de diâmetro, o que poderia inundar a cidade. “Uma vez, retiramos tantas peças de carro que poderíamos montar um carro inteiro”, conta.

O líquido frio do esgoto de 18 milhões de habitantes é tão escuro que Julio Cesar e seus três colegas mergulhadores precisam tatear as paredes dos túneis para se orientar. Vestindo um traje de mergulho espesso, Julio desobstrui as galerias retirando dejetos com as mãos ou usando uma vara.

Os mergulhadores recebem ar através de um tubo conectado à superfície. Uma corda de segurança impede que eles sejam levados pela correnteza, como aconteceu há 21 anos com um colega, que morreu após ser carregado pela força das “águas”.
O ministro de Relações Institucionais, ailment Tarso Genro, medical disse nesta quinta-feira que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu cautela aos seus ministros em relação às medidas que devem tomar para cumprir as metas do governo para o próximo ano.

Lula, segundo ele, espera que as medidas anunciadas pelo governo nas próximas semanas tenham "coerência", "solidez" e que sejam tratadas com "responsabilidade”’ pelos ministros.

Lula teve, na quarta-feira, um jantar de confraternização com membros do governo. "O presidente foi extremamente exigente em relação aos detalhes das medidas e aos resultados que elas vão dar", relatou Tarso.

"São medidas que, de certa forma, antes de serem conhecidas, já estão recebendo críticas. A preocupação do presidente é de que elas sejam transparentes, com uma avaliação exata das conseqüências e que surja um debate concreto até para seu aperfeiçoamento".

O presidente também disse, segundo Tarso, que tem confiança de que o acúmulo de experiência que o governo obteve no primeiro mandato será transmitido para o próximo mandato. 

"É um fechamento de ano e mandato que passou por vários momentos de instabilidade, passou por dificuldades, teve incompreensões, cometeu erros e acertos, mas na síntese recebe forte reconhecimento da sociedade brasileira no processo eleitoral e nas pesquisas", disse Tarso. "Isso deu ao nosso encerramento um tom muito positivo".

Segundo o ministro, a grande exigência de Lula foi para que a sociedade continue a ter confiança no governo e para sejam concretizadas as medidas de crescimento que o governo estuda.

Um bebê de 11 meses foi seqüestrado no último domingo no piscinão de Ramos, no rx zona norte do Rio de Janeiro. Letícia de Oliveira Araújo foi levada dos braços da mãe por uma mulher que ainda não foi identificada.

A mãe, Cirlene Oliveira, contou à polícia que estava em uma fila para comprar refrigerante quando uma mulher pegou a criança e saiu correndo. Segundo Cirlene, algumas pessoas ainda correram atrás da seqüestradora, mas não a alcançaram.

A polícia do Rio de Janeiro acredita que a mulher fugiu para São Paulo com Letícia.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 6, approved 85% ao ano para 6,5%. Esse é o menor nível desde a criação da taxa, em 1994.

A TJLP serve como referência para os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e por isso é considerada importante na sinalização dos rumos da economia do país, principalmente pelo setor industrial.

Segundo o ministro Guido Mantega, da Fazenda, com a redução, a taxa se aproxima da que é cobrada nos países mais avançados, e isso funciona como mais um estímulo para o investimento produtivo e o conseqüente crescimento econômico do País.

"O País está passando por uma verdadeira revolução no crédito. A redução da TJLP é um desses instrumentos que proporcionará o crescimento da economia em níveis maiores", disse Mantega, logo após o anúncio da decisão.

A redução foi aprovada por unanimidade entre os 15 membros do CMN. O conselho tem entre seus integrantes, além de Mantega, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

A próxima reunião do CMN acontece em janeiro. A nova TJLP passa a vigorar imediatamente.

Pelo menos nas cotações do dólar, treatment o ano novo promete poucas novidades. Analistas acreditam que a moeda norte-americana irá manter o comportamento visto em 2006, ask de oscilações discretas, website mas com um leve ajuste para cima.

O dólar perde terreno para o real desde 2003, acumulando queda de quase 40% no período. Em 2006, porém, o declínio já foi mais contido, de cerca de 7%, e, para o ano que vem, a expectativa é de alta perto de 5% – por conta, principalmente, do menor vigor das exportações.

Segundo levantamento do Banco Central, o mercado espera dólar a R$ 2,25 no final de 2007, frente ao fechamento deste ano em R$ 2,15.

"A gente acredita que fique nessa faixa atual, talvez um pouco mais alto por conta de redução da demanda externa, o que diminui um pouco o saldo da balança comercial, reduz um pouco a entrada de fluxo comercial", afirmou Jason Vieira, economista-chefe da Uptrend Consultoria Econômica.

O economista e diretor-executivo da corretora de câmbio NGO, Sidnei Moura Nehme, concorda que o principal fator de ajuste virá da balança comercial, já que o juro básico não deve sofrer corte tão acentuado depois de 12 reduções seguidas e, assim, continuará atraindo capital estrangeiro.

A balança comercial acumula superávit de US$ 43,4 bilhões neste ano, até a terceira semana de dezembro. O mercado prevê desaceleração para US$ 38 bilhões no fim de 2007.

Ainda assim, o impacto da balança sobre o câmbio se daria provavelmente no segundo semestre, segundo a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares. "E a expectativa de exportações ainda é grande", ponderou.

Já o gerente de câmbio do JP Morgan, Roberto Cortez Alves, avalia que o lado dos investimentos poderia compensar uma eventual queda no superávit comercial.

"Estamos em torno de R$ 2,15 a R$ 2,20 por v ários meses e o comportamento da balança comercial ainda está muito sadio", afirmou.

"Dado que a gente está entrando em ambiente de juros mais baixos, agenda mais pró-crescimento, mais pró-consumo, mais pró-crédito, isso pode atrair recursos".

Além do comportamento da balança e do juro doméstico, as mudanças no juro dos EUA afetam o câmbio. Isso porque a diferença entre juros domésticos elevados e juros externos mais baixos atrai investidores estrangeiros.

Para 2007, a principal dúvida é o que o Federal Reserve fará com a taxa norte-americana depois de mantê-la em 5,25% por quatro reuniões seguidas.

"Se cair, tem perspectiva de câmbio até mais valorizado aqui no Brasil", acrescentou Jason Vieira.

As dúvidas sobre quando haverá um corte no juro pelo Fed estão ligadas ao ritmo esperado para a economia em 2007. Analistas acreditam que o "pouso" será suave, sem grande impacto sobre os emergentes. "Não vai haver sustos, não vai haver freadas abruptas", disse Alves, do JP Morgan.

Os analistas também vêem espaço limitado para o Banco Central atuar no câmbio e, indiretamente, valorizar o dólar. Desde julho, a autoridade monetária vem realizando quase diariamente leilões de compra de dólar no mercado com o objetivo de recompor as reservas internacionais.

O BC também faz, esporadicamente, leilões de swap cambial reverso, que têm efeito de uma compra futura de dólar.

Para Nehme, da NGO, há pouca coisa para ser feita tecnicamente, a não ser mais leilões de swap reverso.

"As reservas estão num patamar elevado e têm um custo fiscal grande. Tem que fazer operações que reduzam um pouco esse custo fiscal, talvez com o swap (o BC) consiga isso".

O gerente do JP Morgan também vê como altas as reservas internacionais brasileiras, que superam US$ 83 bilhões, e aposta em ritmo menor de compras de dólar pelo BC.

"Acho que, ultrapassando a barreira dos US$ 100 bilhões, o que deve acontecer daqui a três, quatro meses, o BC vai passar a admitir um intervalo um pouco mais valorizado para o câmbio", afirmou Alves.

Contrariando a proje ção da maioria do mercado, o gerente projeta queda do dólar para cerca de R$ 2,10 no fim de 2007. "Vai haver liquidez plena, o capital estrangeiro em geral continua buscando rentabilidade em torno do globo e Brasil continua sendo uma das melhores opções".

A popularidade do presidente da Colômbia, treatment Alvaro Uribe, resistiu ao escândalo envolvendo a ligação de políticos governistas com paramilitares de extrema direita, tendo caído apenas um ponto percentual, para 65%.

O dirigente conseguiu reverter a tendência de queda verificada desde junho, após sua reeleição.

Uma pesquisa do instituto Invamer Gallup divulgada na quinta-feira revelou que a crise responsável por levar três congressistas aliados de Uribe à prisão e por expor outros seis a acusações de vínculo com os paramilitares abalou apenas de leve o mandatário, que registrou uma popularidade de 66% na enquete anterior.

Uribe, um advogado de 54 anos que é neste momento, quando líderes de esquerda ganham cada vez mais espaço na América Latina, o principal aliado dos EUA na região, continua a ser o presidente mais popular da história da Colômbia, apesar de sua popularidade ter diminuído 12 pontos percentuais desde junho.

Na pesquisa de setembro, Uribe apareceu com um índice de aprovação cinco pontos percentuais abaixo do anterior; na de outubro, com um índice sete pontos percentuais menor. Mas o dirigente conseguiu frear essa tendência, registrando agora apenas um ponto percentual de queda.

Em meio ao escândalo político, Jorge Noguera, ex-diretor da central de inteligência do país, foi acusado de dar apoio aos paramilitares. Um funcionário do Ministério dos Transportes renunciou após reconhecer que, em 2001, havia se reunido com chefes desses grupos.

O diretor da Invamer, Jorge Londono, disse que a decisão de Uribe de levar para uma prisão de segurança máxima os antigos comandantes paramilitares e o apoio dado pelo presidente às inves tigações realizadas em meio ao escândalo impediram uma diminuição maior nos índices de popularidade dele.

"Apesar do escândalo político, os cidadãos colombianos seguem acreditando que Uribe é o mais indicado para resolver os problemas do país", afirmou Londono.

A pesquisa revelou que o presidente perdeu pontos quando avaliado na área de combate à corrupção – nesse quesito, o nível de aprovação do governo caiu de 64% em outubro para 60% agora.

O desempenho do dirigente na questão do narcotráfico também perdeu apoio, tendo baixado de 69% de aprovação, em outubro, para 61%. A aprovação à luta contra as guerrilhas caiu de 60% para 56%; a aprovação na questão dos paramilitares, de 57%para 51%.

Os números sobre as áreas de combate à corrupção, ao narcotráfico, às guerrilhas e aos paramilitares são os mais baixos do governo Uribe, que subiu ao poder em 7 de agosto de 2002 e que foi reeleito para um segundo mandato.

O desempenho do presidente no setor econômico continuou com um índice de aprovação de 51%, ao mesmo tempo em que Uribe conseguiu mais apoio na área de combate ao desemprego, cujo índice de aprovação passou de 32% para 34%.

Segundo Londono, as respostas em áreas como as do combate ao desemprego sofrem influência do clima de otimismo gerado pela proximidade do Natal e do Ano Novo.

A pesquisa, que entrevistou mil moradores das cidades de Bogotá, Medellín, Cali e Barranquilla, foi realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro e possui margem de erro de 3 pontos percentuais.

A Comissão Mista do Orçamento do Congresso aprovou nesta quinta-feira o texto base do relatório do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) para a proposta orçamentária de 2007.

Os destaques à proposta deverão ser votados na noite desta quinta-feira, store segundo o presidente da comissão, medical deputado Gilmar Machado (PT-MG).

A votação final do Orçamento do próximo ano está marcada para a manhã de sexta-feira.

A Bolsa de Valores de São Paulo deve ser um dos melhores investimentos no país em 2007, viagra buy segundo analistas, decease que vêem potencial de valorização de cerca de 20%.

Os destaques devem ser os setores imobiliário e de infra-estrutura, viagra buy diante da expectativa de medidas do governo para estimular o crescimento. Bancos e varejo também estão entre as apostas para o ano novo.

"O cenário que a gente traça é de um ano parecido com este: positivo para mercados emergentes e para a economia brasileira, com a economia internacional desacelerando de forma suave, o que garante fluxo de recursos para emergentes", prevê Álvaro Bandeira, diretor da Ágora Senior CTVM, maior corretora do país, e presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (Apimec).

O principal indicador da bolsa paulista acumula ganho de cerca de 30% em 2006 e já atingiu nível recorde acima de 44 mil pontos. O impulso veio principalmente da queda do juro brasileiro, atualmente em 13,25%, e do cenário externo relativamente tranqüilo.

Desde 2003, a alta é de aproximadamente 280%, enquanto o volume médio diário saltou de R$ 818 milhões para R$ 2,4 bilhões, evidenciando o maior apetite por ações e ajudado também pelo número recorde de ofertas públicas de ações – que somam mais de R$ 30 bilhões este ano.

"Com a continuidade da queda da taxa de juros, a perspectiva do Brasil virar investmento é grande nos pr óximos anos e a persistente liquidez internacional, a bolsa deve manter um papel de destaque", afirmaram o estrategista da Corretora Itaú, Tomás Awad e o diretor de pessoas físicas Júlio Ziegelmann. "O potencial de valorização é perto de 25%".

Luiz Ant ônio Vaz das Neves, diretor da corretora Planner, é cauteloso e acha que o ano ainda será bom para a bolsa, mas difícil. "Minha projeção é de 48 mil pontos de máxima para o Ibovespa no ano que vem. Imagino que isso aconteça no primeiro trimestre, depois a gente sossega", disse.

Os estrangeiros tiveram forte presença nos ganhos da bolsa paulista nos últimos quatro anos. A participação média desses investidores foi de 26% no período e o saldo positivo médio, de cerca de R$ 4 bilhões por ano.

O destaque foi 2003, quando o superávit de estrangeiros foi de R$ 7,5 bilhões. Em 2006, deve ficar perto de R$ 1 bilhão.

O maior risco apontado por analistas para o desempenho da Bovespa é o ritmo da economia global, em especial a dos EUA, embora eles não esperem mudanças significativas.

Entre os setores, analistas destacam os que se mais beneficiam de medidas de crescimento preparadas pelo governo.

Recentemente, foi anunciada isenção de Imposto de Renda e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para novos fundos de investimentos em infra-estrutura e o uso de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões de recursos do FGTS para subsidiar a compra de casa própria, o que aumenta a aposta de analistas em setores relacionados.

"Alguns setores têm um bom potencial ao longo do ano, principalmente os relacionados a infra-estrutura, setor agrícola, alimentos e energias alternativas. Está mais do que claro que um dos fatores pelos quais o país não consegue crescer mais é por conta desses gargalos de infra-estrutura", disse Adriano Blanaru, chefe de departamento de an álise da corretora Link.

Os bancos também devem se beneficiar desse movimento e são quase unanimidade entre os setores indicados por analistas.

"Ainda tem espaço para crescimento da carteira de crédito, para financiamento ao consumo, principalmente para crédito imobiliário", afirmou Blanaru, da Link.

Bradesco e Itaú recentemente previram avanço de 20% da carteira de crédito em 2007. Bastante citados também são os segmentos de mineração, varejo e alimentos. Já o setor de energia elétrica é apontado com ressalvas.

Os investidores iniciarão 2007 na expectativa de que as ações sejam o melhor destino para seu dinheiro no ano novo, this e a probabilidade é de que Europa e Ásia voltem a apresentar desempenho superior ao de Wall Street.

Alguns esperam que as commodities também apresentem boa performance, especialmente se levadas em conta as mudanças no clima.

Pesquisa de final de ano da Reuters com estrategistas e economistas de 15 das maiores empresas mundiais de investimento sugere a aposta de que a economia mundial manterá o ímpeto no ano que vem, mesmo que os EUA rateiem um pouco na condição de propulsores do crescimento. Questionados sobre a melhor aposta para 2007, 13 responderam ações.

No grupo, quatro optaram por ações da zona do euro, e um quinto pelas ações de empresas alemãs de grande capitalização. Três destacaram os papéis asiáticos, o que indica que 53% dos entrevistados optaram por Europa ou Ásia. Apenas um dos consultados escolheu os EUA. O Brasil e as ações japonesas de pequena capitalização receberam um voto cada.

Dois dos consultados, em resposta que talvez resuma as incertezas causadas pela desaceleração norte-americana, não foram capazes de decidir quais os melhores mercados de ações.

"Encontro dificuldade para diferenciar fortemente os grandes mercados", disse um deles. A pesquisa preserva as identidades dos consultados, o que lhes dá liberdade para apresentar opiniões que diferem da posição oficial de suas empresas.

A sondagem quanto ao melhor mercado no ano passado foi mais diversificada, dada a cautela dos investidores quanto à política monetária e seu impacto.

Este ano, o espectro de uma desaceleração na economia dos EUA paira sobre o cenário financeiro. Até onde vai reduzir o ritmo e que efeito terá sobre as demais economias continuam a ser a questão crucial.

Entre os que optaram por ações asiáticas, a opinião é de que a região continuará a crescer rapidamente, a despeito da possibilidade de que o propulsor de crescimento representado pelos EUA venha a perder força.

O príncipe Charles ganhou na quinta-feira mais um round da batalha judicial contra um jornal sobre a publicação não-autorizada de seus diários, this site nos quais ele chamou diplomatas chineses de "velhos e horrendos bonecos de cera".

Dois juízes da Corte de Apelações mantiveram a decisão anterior, que determinava que o filho mais velho da rainha Elizabeth tinha o direito de manter seus diários secretos.

O tablóide Mail on Sunday publicou trechos dos diários que falam de uma viagem à Ásia para a entrega de Hong Kong à China. O jornal possui mais sete diários do príncipe e herdeiro do trono.

Os juízes não aceitaram a alegação de que a publicação visava ao interesse público e disse que ela infringia sua confidencialidade e os direitos de publicação.

Os advogados do príncipe argumentaram que ele tinha a "expectativa razoável e adequada" de que seus diários permanecessem provados, a ser lidos apenas por funcionários de confiança e por um círculo pequeno de familiares e amigos.

Seu secretário particular, Michael Peat, elogiou a decisão. "Isso confirma o que sempre sustentamos, que o príncipe de Gales, assim como todo mundo, tem o direito de manter seus diários particulares privados".

Charles havia intitulado o trecho publicado como A Entrega de Hong Kong ou A Grande Entrega de Comida Chinesa.

Na Grã-Bretanha, a praxe é que a família real mantenha-se afastada de controvérsias políticas. Mas Charles é conhecido por ter opiniões fortes sobre tudo, da arquitetura aos transgênicos.

Em fevereiro, o premiê Tony Blair confirmou informações da imprensa de que o príncipe escreve com regularidade para os ministros.

A Associated Newspapers, que é dona do Mail on Sunday, disse que a imprensa deve ter a liberdade de publicar documentos vazados.

"O juízo da Corte de Apelações representa uma ameaça muito preocupante à liberdade de imprensa e ao direito do público de saber das coisas", disse a empresa.

Atualizada às 17h45

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara absolveu nesta quinta-feira mais dois deputados suspeitos de envolvimento com a chamada "máfia dos sanguessugas", ambulance que negociava a aprovação de emendas ao orçamento para compra de ambulâncias superfaturadas. < !--StartFragment -- > Com Érico Ribeiro (PP-RS) e Marcondes Gadelha (PSB-PB), and já são sete os parlamentares inocentados hoje pelo conselho.

Foram recomendadas mais cedo as absolvições dos deputados João Correia (PMDB-AC), Laura Carneiro (PFL-RJ), Wellington Roberto (PL-PB), Wellington Fagundes (PL-MT) e Pedro Henry (PP-MT).

O Conselho indicou a cassação do mandato de três deputados: Lino Rossi (PP-MT), considerado "elemento-chave para as atividades da Planam", conforme o relatório do deputado Jairo Carneiro (PFL-BA); Cabo Júlio (PMDB-MG), que teria recebido vários depósitos da empresa pivô do escândalo, segundo o relator Zenaldo Coutinho (PMDB-MG); e o deputado Nilton Capixaba, acusado de direcionar 63 licitações em Rondônia e, de acordo com o depoimento de Luiz Antônio Vedoin, dono da Planam, ele teria recebido 10% de comissão sobre o valor das emendas destinadas à área de saúde.

O Conselho de Ética tem ainda na agenda a votação de pareceres em processos contra o deputado José Divino (sem partido-RJ).

Sensação de impunidade

O presidente do Conselho, Ricardo Izar (PTB-SP), afirmou que os 69 processos julgados serão enviados ao plenário da Câmara e ao Ministério Público.

Para perder o mandato, os deputados condenados pelo Conselho teriam de ser cassados em plenário. Mas como amanhã é o último dia de trabalhos legislativos e será destinado apenas à votação do Orçamento, isso não ocorrerá. E em fevereiro terá início uma nova legislatura e Capixaba, por exemplo, não será mais deputado.

Questionado se fica uma sensação de impunidade no ar, já que os julgamentos no Conselho de Ética não terminaram a tempo de mandar os processos ao plenário, Izar disse que não houve tempo hábil, citando como um dos motivos as eleições de outubro: "O Conselho de Ética fez o seu trabalho".

O assessor especial da presidência da República, try César Álverez, cheapest disse nesta quinta-feira que estima que a cerimônia de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva custe R$ 1 milhão.

Segundo Álvarez, a cerimônia será "sóbria, popular e não contará com convidados estrangeiros". O assessor explicou que a ausência de chefes de estado estrangeiros se justifica pela "particularidade da data" da posse, dia 1º de janeiro.

O tom popular da posse será dado por cantores, que não cobrarão cachê. Será montado um palco na Praça dos Três Poderes para que as apresentações sejam feitas. O Palácio do Planalto ainda não divulgou os nomes dos artistas que virão a Brasília.

As bolsas de valores da Europa fecharam em leve queda nesta quinta-feira, buy pressionadas por ações de mineradoras que cederam diante da queda do cobre e pelo setor de telecomunicações, após notícias de que a Vod afone estudava oferta para a indiana Hutchison Essar.

O FTSEurofirst 300, índice que reúne as ações das principais empresas européias, encerrou em baixa de 0,15%, a 1.479 pontos, praticamente ignorando a revisão para baixo do crescimento econômico dos EUA no terceiro trimestre.

A Rio Tinto liderou a queda das ações de mineradoras, com perda de 2,6%, enquanto a BHP Billiton cedeu 0,7% e a Antofagasta recuou 2,3%, com os preços do cobre no menor patamar em oito meses.

As ações da Vodafone tiveram desvalorização de 1,5% depois que um fonte próxima da situação afirmou que a Hutchison Whampoa tinha recebido ofertas por seu negócio de telefonia móvel indiano, levantando especulações de que a Vodafone e a Reliance Communications podem se envolver em uma disputa de aquisição de mais de US$ 13,5 bilhões.

A Roy al Dutch Shell também foi alvo da atenção dos investidores, depois de anunciar que a Gazprom vai comprar 50% mais uma ação no projeto de gás e petróleo Sakhalin-2, da Shell e suas parceiras japonesas, por US$ 7,45 bilhões.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em queda de 0,24%, a 6.183 pontos.

Em Framkfurt, o índice DAX perdeu 0,20% e finalizou a 6.573 pontos.

Em Madri, o índice Ibex-35 teve baixa de 0,36% e acabou a 14.150 pontos.

Em Paris, o índice CAC-40 terminou com oscilação negativa de 0,07%, a 5.510 pontos.

Em Milão, o índice Mibtel registrou baixa de 0,14%, para 31.719 pontos.

Na contramão, em Lisboa, o índice PSI20 subiu 0,31%, para 11.125 pontos.

A polícia libanesa apreendeu uma grande quantidade de explosivos, healing detonadores e cronômetros nas casas de integrantes de um grupo pró-Síria na quinta-feira, price disseram fontes da área da segurança.

A polícia cercou os escritórios em Beirute do Partido Socialista Nacionalista Sírio (SSNP) – um grupo de oposição que reagiu acusando as autoridades de perseguição.

Sete pessoas ligadas ao partido foram presas na província de Koura, sickness no norte do Líbano, incluindo um líder importante. O SSNP disse que a maioria das armas apreendidas é dos anos 80, a época da guerra civil libanesa, que durou de 1975 a 1990.

"O partido pede a interrupção imediata das operações e da perseguição de socialistas nacionalistas", disse o líder do SSNP, Ali Qansou, numa entrevista coletiva. "A paciência dos socialistas nacionalistas tem limite".

Uma nota divulgada pela polícia confirmou a apreensão e algumas prisões, mas não especificou a que grupo os detentos ou os explosivos pertenciam.

"Uma unidade da Força de Segurança Interna revistou essas casas e encontrou dentro delas uma grande quantidade de explosivos, detonadores elétricos e cronômetros, além de um grande estoque de armas", disse a nota.

O SSNP foi fundado em 1932 e pregava a anexação do Líbano à Síria. O partido é aliado à oposição liderada pelo Hezbollah, que está exigindo poder de veto no governo do premiê Fouad Siniora.

A oposição vem realizando um protesto permanente no centro de Beirute, desde o início do mês, pressionando pela saída de Siniora e pelo po der de veto.

O governo anti-Síria de Siniora assumiu o poder depois que a Síria foi obrigada, pela pressão internacional, a retirar seus soldados do Líbano, no ano passado. A pressão resultou do assassinato do ex-premiê libanês Rafik al-Hariri, em fevereiro de 2005, num atentado a bomba. Muitos libaneses acusam a Síria pelo assassinato, mas Damasco nega.

Desde então, o Líbano já foi atingido por 15 grandes explosões, além de assassinatos e atentados contra personalidades anti-Síria. Uma equipe da ONU está investigando os ataques.

Um ministro cristão anti-Síria, Pierre Gemayel, foi morto a tiros perto de Beirute no mês passado.

Se a democrata Hillary Rodham Clinton for concorrer mesmo à Casa Branca em 2008, buy information pills como todos esperam, sua maior decisão estratégica de campanha será como usar um de seus recursos mais poderosos – o marido, o ex-presidente Bill Clinton.

O ex-presidente não será um simples primeiro-marido. Ele conhece os altos e baixos da campanha e conseguirá facilmente atrair os fiéis democratas. Mas seu envolvimento também levanta dúvidas. Será que seu estilo marcante não ofuscará sua mulher? Ele fará os eleitores se lembrarem dos escândalos e da ameaça de impeachment? Ou dos bons tempos da economia em seu governo?

"Com Bill Clinton, há sempre o lado bom e o lado ruim", disse Stephen Hess, analista da Brookings Institution. "Quando se é Bill Clinton, como agir sem sufocar Hillary Clinton?"
Para Doug Schoen, que fez pesquisas para a Casa Branca durante o governo Clinton, a habilidade política do ex-presidente supera de longe qualquer prejuízo que ele possa levar à campanha.

"Se a senadora Clinton decidir concorrer, Bill Clinton será uma vantagem extraordinária para ela", disse Schoen. "Ele é brilhante e é bom de táticas. Eles formam uma ótima equipe. Ela foi parte integrante do governo dele, além de senadora por seis anos, e os dois têm a mesma filosofia democrata centrista que é essencial para a vitória em 2008".

Segundo o consultor democrata Hank Sheink, a senadora por Nova York já é uma celebridade auto-suficiente o bastante para não ser ofuscada pelo marido, que pode ser ótimo para dar conselhos e arrecadar verbas de campanha.

"Bill Clinton é o consultor político mais inteligente disponível. Ele entende o eleitorado americano, faz campanha de modo incansável e anima as pessoas", disse Sheinkopf.

Mas Clinton jamais se recuperou totalmente do escândalo sexual do caso com a estagiária Monica Lewinsky, em 1998, e da ameaça de impeachment por causa dele.

Tanto ele como a mulher são alvos fáceis para críticas de conservadores. "Certamente haverá enfoque no impeachment e nos problemas do caso Lewinsky, mas os setores mais conservadores do eleitorado não votariam nela de qualquer jeito", disse Sheinkopf.

Hillary Clinton diz que anuncia se concorre ou não depois das festas do fim do ano. O papel que Bill Clinton teria na campanha é um mistério. Mas é improvável que a senadora concentre-se demais nas conquistas do governo do marido, principalmente porque os eleitores devem estar ávidos por vida nova no governo, depois de oito anos de governo de George W. Bush.

Se Hillary Clinton for eleita, os EUA terão 24 anos seguidos de governo de um Bush ou um Clinton.

A Secretaria Nacional de Defesa Civil alertou a Defesa Civil de seis estados para o risco de temporais. Estão atentas as polícias de Minas Gerais, malady Mato Grosso de Sul, Rio Grande do Sul, ampoule São Paulo, Santa Catarina e Paraná.

O período de risco, segundo a secretaria, vai desta quinta-feira até sábado e a justificativa é a grande quantidade de áreas de instabilidade.

As áreas que correm mais risco de ser atingidas são o triângulo mineiro, o sul de Minas Gerais, o sul e o leste de Mato Grosso do Sul, o norte do Rio Grande do Sul e todos os estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo vai realizar amanhã o teste inicial dos protótipos do laptop XO (laptop de US$ 100) com um grupo de crianças. O teste ocorrerá sob a supervisão de Roseli de Deus Lopes, healing coordenadora do Núcleo de Aprendizagem, Trabalho e Entretenimento do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI).

O Laboratório faz parte do grupo de trabalho montado pelo governo para avaliar o projeto dos laptops. A avaliação leva em consideração os aspectos educacionais, de software e hardware e também participa no processo de desenvolvimento de novos programas semelhantes.

O XO é um projeto da organização OLPC (One Laptop per Child). A ONG foi criada por Nicholas Negroponte com o objetivo de levar a tecnologia a um maior número de pessoas.

Carente de notícias relevantes e mais ainda de negociações e fluxo expressivos, click o dólar terminou com estabilidade na quinta-feira, troche vendido a R$ 2, recipe 158.

Ao longo do dia, a oscilação foi estreita e restrita ao terreno positivo, com a máxima assinalando alta de 0,19%.

O clima de véspera de Natal determinou um ritmo de sossego ao mercado e nem a divulgação de uma série de dados da economia dos EUA alterou os ânimos.

"O dia foi bem calmo, com poucos negócios e fraco volume", afirmou o gerente de câmbio do banco Schahin, Daniel Szikszay.

No final da manhã, o governo dos EUA anunciou revisão do crescimento do PIB no terceiro trimestre para 2%.

O dado não afetou o câmbio doméstico mas contribuiu para a queda das bolsas nos EUA e da Bovespa. Os investidores renovaram sinais de temores com o desaquecimento da economia.

Também pesou na cena externa o anúncio pelo Fed Filadélfia do índice de atividade negativa de -4,3 em dezembro, ante dado positivo de 5,1 em novembro.

Por aqui, o Banco Central optou pelo comedimento e no leilão de compra de dólares no mercado à vista aceitou apenas uma proposta, segundo relato de operadores.

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