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Economia

Tel Italia nega plano de fusão entre TIM e Brasil Telecom

Arquivo Geral

15/01/2007 0h00

A Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ) lança, pharmacy ed em caráter de urgência, edital com 6.017 vagas para postos de trabalho no Sistema de Saúde do Estado, sendo que 1.681 das vagas são para o nível médio e 4.336 são para o nível superior.

O salário oferecido é de R$ 600 e R$ 1.500 para o nível médio e superior, respectivamente. As inscrições devem ser realizadas pelo site www.fesp.rj.gov.br até o dia 22 de janeiro. A taxa de inscrição é de R$ 10 para o nível médio e R$ 20 para o nível superior.

Clique aqui e confira o edital

O presidente em exercício, nurse José Alencar, visit this sancionou hoje, store com vetos, a legislação que abre o mercado de resseguros no país à competição de empresas nacionais e estrangeiras. Um dos artigos vetados foi o que excluía o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), estatal que tem atualmente o monopólio do setor de resseguros no país, do Programa Nacional de Desestatização.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, afirmou, no entanto, que o governo não tem a inten ção de privatizar o IRB e que o veto obedeceu critério técnico.
"Eu queria deixar isso bem claro, o governo n ão pretende, não está trabalhando e não irá privatizar o IRB. A idéia do governo é manter o IRB como um participante no mercado aberto de resseguros", disse Appy. Ele destacou que a presen ça da empresa estatal no mercado é importante para estimular a concorrência.

Segundo o secretário-executivo, o artigo teve de ser vetado porque fazia referência à lei que já foi revogada. "Foram questões absolutamente técnicas, não por questão de mérito", disse.  O IRB, segundo Appy, terá agora o "desafio" de aperfeiçoar sua gestão para enfrentar a competição do setor privado. O IRB tem patrimônio de 1,5 bilhão de reais, segundo informações da própria empresa.

O resseguro é o serviço por meio do qual empresas de seguro se protegem do risco de ter de pagar prêmios elevados. O governo também vetou pa rágrafos do artigo 11 da lei que tratavam de regras de preferência durante o processo de abertura.

Outro veto foi ao parágrafo do artigo 23 que estabelecia que o governo teria de fazer aportes ao IRB para compensar a saída autorizada de acionistas privados da empresa. Foi vetado ainda, segundo a Fazenda, ponto da lei que determinava a transferência do seguro rural para o Ministério da Agricultura. A lei ainda precisará ser regulamentada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, o que, segundo Appy, poderá levar "alguns meses".

O esquerdista Rafael Correa tornou-se hoje o oitavo presidente do Equador em apenas uma década, generic prometendo reformas radicais numa cerimônia que atraiu presidentes antinorte-americanos, capsule como o venezuelano Hugo Chávez e o iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

Correa, professor de economia formado nos Estados Unidos, já provocou calafrios em Wall Street com sua promessa de renegociação da dívida, de mexer nos contratos de petróleo e de acabar com o arrendamento de uma grande base militar usada pelos EUA.
"A pátria-mãe está voltando, os empregos estão voltando e a justiça está voltando", disse ele num discurso depois de fazer o juramento, usando um traje tipicamente andino.

Correa prometeu livrar o país da corrupção e incentivar a volta dos emigrantes. Ele manteve sua retórica contra o pagamento da dívida pelo país, alegando que parte dela é "corrupta". Não ficou claro a que exatamente ele estava se referindo, mas o presidente já ameaçou decretar uma moratória nos pagamentos, que considera injustos.

O alto e carismático líder, de 43 anos, também já prometeu desafiar as elites do país e reformar a Constituição. Esse tipo de medidas pode provocar rachas importantes no já frágil sistema político do país, que teve três presidentes derrubados nos últimos dez anos devido à instabilidade política.

A vitória de Correa no país, maior exportador de banana do mundo, deu força à esquerda emergente da América Latina. Ele se une a Chávez, ao presidente da Bolívia, Evo Morales, e ao da Nicarágua, Daniel Ortega, na corrente anti-EUA. Mas a retórica antinorte-americana de Correa não é tão radical quanto a de Chávez. Embora tenha chegado a dizer que o diabo devia ficar ofendido por ter sido comparado por Chávez ao presidente dos EUA, George W. Bush, o equatoriano depois chamou Bush de "nobre" por tê-lo felicitado pela vitória nas urnas.

Ele também já declarou sua independência em relação a Chávez, dizendo que não é o amigo quem manda em sua casa. O novo presidente quer mudar a Constituição para reduzir a influência política sobre o Judiciário e para obrigar os parlamentares a morarem em suas regiões de origem. Muitos parlamentares temem que essa seja uma medida para diminuir sua atuação.

Com as movimentações recentes no Congresso, Correa conta com uma estreita maioria e deve conseguir convocar o referendo para reunir uma Assembléia Constituinte. Correa é contra o a cordo de livre-comércio com os EUA e quer se juntar à Alba, um grupo alternativo que reúne aliados de esquerda como Cuba e Venezuela.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), tadalafil Roberto Busato, advice criticou hoje o número excessivo de cursos de direito autorizados pelo Ministério da Educação (MEC). “O mercado está suprido de cursos de direito. Temos lugares onde faltam candidatos para ocupar as vagas”, advice afirmou Busato, após a divulgação a lista dos cursos de direito que receberam o selo OAB Recomenda.

A conseqüência, segundo ele, é a baixa qualidade dos cursos e a formação de profissionais despreparados. De acordo com Busato, o Exame da Ordem, realizado quando os estudantes concluem o curso, tem reprovado mais de 80% dos formandos. “Antigamente era o inverso. Isso começou a acontecer quando começou a se despejar essa quantidade de gente no mercado”.

Para Busato, a baixa aprovação dos bacharéis em direito nos concursos públicos é outro reflexo da má formação dos profissionais. “A grande vítima é o aluno e depois a cidadania, porque precisamos prover os cargos de magistratura no país”, disse o presidente da OAB.

Para ele, o Ministério da Educação deve fechar os cursos que não tiverem qualidade. “Se começar a fechar, vão pensar duas vezes antes de fazer o investimento para abrir o curso”.

De acordo com Busato, a abertura de cursos de direito é usada como moeda de troca em momentos eleitorais. “Por ocasião da campanha de Fernando Henrique Cardoso, houve um "estouro" de autorizações para faculdades de direito. Isso também ocorreu na campanha eleitoral do presidente Lula. Chegamos a reclamar que estávamos autorizando a instalação de uma faculdade de direito a cada três dias”.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Ministério da Educação informou que a autorização para abertura de cursos seque as determinações legais e que o ministério não deverá se pronunciar oficialmente sobre os comentários do presidente da OAB.

O dólar encerrou estável hoje, sales em uma sessão de baixa liquidez por conta de um feriado nos Estados Unidos. A moeda norte-americana oscilou pouco e terminou o dia a R$ 2, and 142, mesmo preço de fechamento do pregão anterior. Nos EUA, os mercados não funcionaram devido ao dia de Martin Luther King.

"A gente fica à mercê do mercado lá fora, que não está funcionando, e aí fica esse dia morno, completamente sem tendência", resumiu Jorge Knauer, gerente de câmbio do banco Prosper.

"O fluxo foi ligeiramente positivo, mas muito pouco… a gente não pode nem se movimentar muito, dado que não tem liquidez", completou. Mesmo com a baixa liquidez, o Banco Central fez leilão de compra de dólares e aceitou uma proposta, com corte a R$ 2,140.

Com a ausência dos mercados norte-americanos, os investidores monitoraram o comportamento dos preços do petróleo, destacou Mário Battistel, diretor de câmbio da corretora Novação.

Os contratos de petróleo em Londres recuavam abaixo de US$ 53 por barril nesta tarde, enquanto os investidores contrabalançavam o clima mais ameno nos EUA com a perspectiva de uma reunião emergencial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para reduzir a oferta.

Nos próximos dias, os investidores estarão atentos a dados importantes sobre preços e atividade nos EUA, que devem dar sinais sobre o rumo da política monetária do Federal Reserve.

As famílias residentes próximas ao acidente nas obras do Metrô em São Paulo serão indenizadas em menos de um mês, purchase se chegarem a um acordo com o consórcio responsável pela construção, disse o governador do Estado, José Serra, hoje.

Se o acordo não for fechado, os moradores deverão entrar na Justiça, acrescentou ele.
"A obra é responsabilidade da construtora, inclusive a segurança dela…Quem fechar acordo receberá em menos de um mês, senão, vai para a Justiça", disse Serra a jornalistas no local do acidente. "N ão é que o Estado esteja se isentando de culpa, é uma questão de saber quem tem responsabilidade…na hora em que tivermos um laudo, vamos noticiar".

Serra não comentou eventuais indenizações para as famílias das pessoas que ficaram presas no buraco aberto após o colapso da construção subterrânea do Metrô, no bairro de Pinheiros, na sexta-feira.

» Confira a galeria de fotos do acidente

Segundo o governador, o número oficial de vítimas soterradas é de seis pessoas, de acordo com boletins de ocorrência registrados. Mas pode haver uma sétima vítima, disse ele, sem dar mais detalhes.

O governador afirmou também que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está liberado para contratar técnicos, inclusive estrangeiros, para apurar o acidente. O prefeito de São Paulo, Gil berto Kassab, informou que a pista expressa da Marginal Pinheiros e uma faixa da via local serão reabertas às 17h desta segunda-feira.

Durante um evento calçadista do qual participou no início da tarde, Serra fez um minuto de silêncio pela vítima resgatada do buraco do metrô, Abigail Rossi de Azevedo, de 75 anos.

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Brasília – Acabou, viagra 40mg a partir de hoje, mind o monopólio do mercado de resseguros no Brasil, que era exercido pelo Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), empresa de capital misto (51% estatal e 49% privado). Um projeto de lei complementar, assinado hoje pelo vice-presidente José Alencar, permite que empresas nacionais e estrangeiras participem do setor.

A intenção do governo é tornar o mercado mais competitivo, com a criação de novas empresas no segmento. Além disso, com o fim da intermediação do IRB, os contratos podem ser firmados diretamente com resseguradoras do exterior. Com essas duas novidades, o governo acredita que pode haver uma redução no preço do resseguro, afirma o ministro interino da Fazenda, Bernard Appy.

Resseguro é o seguro feito pelas empresas seguradoras. É utilizado para cobrir riscos que estão além da sua própria capacidade de cobertura, como obras de metrô e a construção de plataformas petrolíferas. Com os contratos, as companhias dividem riscos com grupos financeiramente mais fortes.

“O que estamos fazendo é criar condições para haver uma maior especialização no mercado de resseguros. Portanto, haverá uma maior oferta de tipos diferenciados de seguros para as empresas brasileiras”, destaca Appy. “É certo que teremos uma redução de custos e uma maior disponibilidade de alternativas de operação de seguros e resseguros no país”.

Com o fim do monopólio do IRB, o órgão regulador do mercado passa a ser a Superintendência de Seguros Privados (Susep), ligada ao Ministério da Fazenda.

Uma caixa de força do Metrô de São Paulo pegou fogo no começo da tarde de hoje depois de sofrer um curto circuito. De acordo com o Corpo de Bombeiros, viagra 40mg o incêndio foi controlado rapidamente e ninguém se feriu.

O incêndio ocorreu entre a Rua Oscar Freire e a Avenida Rebouças. O trecho pertence à linha 4-Amarela, mesma linha das obras que desabaram na sexta-feira, abrindo uma cratera em Pinheiros.

O medo e a insegurança são os sentimentos predominantes das pessoas que tiveram que deixar às pressas as casas onde moram, try localizadas nas proximidades do desabamento do canteiro de obras da linha amarela do Metrô, treatment no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Há quatro meses de repouso para se recuperar de um acidente de motocicleta, a estudante Cláudia Regina Alvarenga Mikail estava em seu apartamento quando ouviu uma explosão. Acostumada às explosões nas obras de construção da linha amarela do Metrô, a estudante, no entanto, estranhou a intensidade do barulho e a interrupção da energia elétrica.

Assustada, Cláudia, com algum esforço, foi até a janela e avistou pessoas correndo e gritando, ônibus retornando na rua, bombeiros e policiais chegando. Ao mesmo tempo, seu pai a chamava para descer do prédio, alertando que era perigoso ficar no apartamento. “Eu desci com a roupa que eu estava, só peguei minhas muletas e a cadeira de rodas”.

» Confira a galeria de fotos do acidente

A residência da estudante, assim como outras 54, estão interditadas. A presença nas moradias só foi permitida para se pegar alguns objetos ou documentos. “Só vim para cá porque tenho que ir ao médico e por isso tenho que pegar receitas médicas e roupas”, disse a estudante.

Cláudia afirmou que sempre se sentiu insegura com as obras, principalmente quando ouvia alguma explosão. Agora, a moradora teme a volta para o apartamento. “Eu moro aqui há 30 anos e desde que começaram essas perfurações, eu nunca me senti segura. Agora tive a certeza de que o que eu estava pensando tinha sentido”.

Ela disse que não tem vontade de continuar morando no local, mas não tem para onde ir e, caso haja possibilidade de pagamento de indenização, mudaria para uma rua mais segura. “Aqui, há muito tempo que não vejo segurança nenhuma”.

A aposentada Terezinha Chaves, que reside no mesmo prédio há 28 anos, e hoje mora com um filho e uma neta adulta, estava sozinha em casa no momento do acidente. Ela afirmou que nunca tinha ouvido um estrondo tão alto. “Estão acontecendo detonações constantemente, mas quando deu essa eu pensei que eles haviam exagerado. Mas não era uma detonação provocada, já era o desabamento”, disse.

Desde o desabamento, contou a aposentada, todos saíram do prédio de três andares e não puderam mais entrar. “Aí já começaram a dar assistência para nós. Subimos só para pegar as coisas e já fomos para o hotel”.

Apesar de todo o atendimento prestado pelos responsáveis pela obra, a aposentada disse que sua vida está completamente alterada. “Nós saímos de nossa casa. Minha neta e eu não estamos dormindo, comendo direito. A sensação é horrível. É a sensação de perder uma coisa pela qual você lutou a vida inteira para ter”.

Participante de grupos da Terceira Idade, Terezinha não está fazendo nenhuma de suas atividades. “Espero que eles resolvam esse problema e eu possa voltar para casa. Não sei como vou me sentir dentro do meu apartamento, estou com medo, mas quero voltar. Se o estado oferecesse uma indenização eu sairia daqui”.

Residentes em uma casa a pelo menos 50 metros do local onde houve o desabamento, as amigas Micheline Vilar e Carolina Gragnoli não voltavam para o local desde sexta-feira. Micheline estava na casa de uma amiga quando soube do desabamento por Carolina, que estava sozinha em casa com seus dois cães. “Nós viemos pegar algumas roupas porque estamos sem nada desde sexta-feira”, disse Micheline, pouco depois de chegar ao local.

Segundo Carolina, no momento em que percebeu o que estava acontecendo a primeira coisa em que pensou foi em salvar os cachorros, que agora estão em uma loja de animais, que também funciona como hotel para cães. “Depois voltei para ver se podia pegar documento, roupa”.

Carolina contou que quem deu o alerta para os moradores saírem das casas foram os funcionários do estacionamento que fica bem ao lado do canteiro de obras e que foi o primeiro imóvel a ser atingido. A casa das duas amigas é a terceira depois do estacionamento.

Carolina disse que em setembro e novembro entrou em contato com o Metrô para comunicar que havia rachaduras e vazamentos em sua casa. “Eu disse a eles que a casa é uma construção de sete anos e não poderia ter aqueles danos. Eles me disseram que esses danos não eram ocasionados pelas explosões do metrô”. A expectativa de Carolina, que é proprietária da casa, é a de que o estado cubra seus prejuízos. “Quero uma casa igual à minha em outro lugar. Há vários terrenos aqui em Pinheiros e eu não quero mudar de bairro. Quero que eles comprem um terreno, peguem a planta da minha casa e façam uma igual. É isso que eu quero. Morar lá eu não posso mais”, afirmou Carolina.

A dona de casa Adelaide Videira, de 67 anos, que também está dormindo em um hotel, não notou nenhuma rachadura em sua casa na rua Gilberto Sabino, mas sente os tremores cada vez que ouve uma explosão ou um caminhão passando pela rua. “Agora que vim ver, percebi que o portão abaixou e o piso cedeu um pouco, além de aparecer uma rachadura no muro do vizinho”. Ela acredita que poderá voltar para sua casa, onde vive há 18 anos.

Adelaide conta que no momento do desabamento não percebeu que poderia ser algo grave acontecendo. “Já estava acostumada com as explosões e achei que aquele era só mais uma”.

Segundo os moradores, os responsáveis pela construção da linha amarela do metrô estão prestando todo o atendimento e fazendo reuniões diárias para explicar toda a situação. Nenhum deles se queixou do atendimento, que inclui além de um local para dormir, táxis à disposição, fornecimento de remédios àqueles que precisarem, psicólogos e assistentes sociais. Nenhum deles criticou o atendimento prestado até agora.

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Venezuela e Peru recolocarão seus respectivos embaixadores daqui a um mês depois das relações entre ambos os países terem permanecido congeladas desde abril do ano passado, sildenafil disse hoje o preside nte peruano, symptoms Alan García.

Lima e o governo de Caracas retiraram seus embaixadores depois de um conflito verbal entre o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e o então candidato presidencial García, que levou a relação bilateral entre os países ao pior momento em anos.

"Conversei com Hugo Chávez, vamos restabelecer ao fim de um mês as relações diplomáticas enviando nossos embaixadores e vamos ver que outro tipo de colaboração podemos conseguir", disse García, em declarações transmitidas de Quito pela rádio local RPP.

A Telecom Italia informou hoje que a notícia sobre um plano de fusão entre a subsidiária de telefonia móvel do grupo no mercado brasileiro, medications a TIM Brasil, e a Brasil Telecom não tem fundamento.

A Folha de S.Paulo publicou matéria hoje informando que os italianos teriam reapresentado na semana passada uma proposta de fusão entre a Brasil Telecom e a TIM Brasil. "A notícia não tem fundamento", disse um porta-voz da Telecom Italia.

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