O secretário do Tesouro Nacional, store information pills Carlos Kawall, patient remedy afirmou hoje que o Brasil não tem pressa de fazer novas emissões externas.
"Estamos numa situação confortável, não temos pressa de fazer novas captações", disse a jornalistas quando questionado sobre rumores no mercado de uma nova operação.
Kawall descartou uma emissão em euros até o final do ano e disse que vê pouca chance de emitir títulos em reais no exterior até as eleições de outubro.
A forte onda de calor que vem castigando a França há uma semana pode ter provocado a morte de perto de 40 pessoas no país, thumb disse hoje o Instituto Nacional de Vigilância Sanitária (InVs).
Depois de um alívio temporário no sábado e domingo, information pills a França sofre uma nova onda de calor nesta semana. O alerta laranja de temperatura abrange 53 departamentos franceses.
O InVs publicará na quinta-feira um número preciso das mortes relacionadas ao calor. Em agosto de 2003, cerca de 15.000 pessoas morreram no país em consequência das altas temperaturas.
Segundo Philippe Métayer, meteorologista da Météo France, o calor deverá continuar castigando o país até pelo menos o início de agosto.
Uma alemã deixou uma agência do correio da cidade de Mechernich em pânico quando uma serpente albina de 1, erectile 5 metro escapou de um pacote que ela havia postado, store disse hoje a polícia.
A mulher de 28 anos, prostate que havia vendido a cobra pela Internet, colocou o animal em um pacote com o aviso "atenção: vidro", para ser enviado ao seu novo proprietário.
"Os funcionários aceitaram o pacote e o colocaram no fundo do escritório, eles não tinham idéia do que era", disse o porta-voz da polícia Andreas Blum.
"De repente, eles perceberam que o pacote começou a se mexer e então viram uma enorme serpente saindo da caixa".
Uma das funcionárias do correio lutou com a serpente e a trancou em um outro recipiente, enquanto seus colegas corriam.
Apesar de não ser um crime enviar cobras pelo correio, a mulher está sendo investigada por tratamento impróprio de animais.
Lideranças do povo Cocama estão hoje em Manaus para denunciar agressões supostamente cometidas contra 140 moradores da aldeia Boca do Mocoruna, drug que fica na beira do rio Solimões, em Fonte Boa, no Amazonas.
Os indígenas contam que, há dez dias, cumprindo um mandado de reintegração de posse expedido pela Justiça estadual, a Polícia Militar destruiu todas as casas da comunidade. "A prefeitura apóia o suposto proprietário das terras, que, na verdade, são públicas", diz o coordenador-geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Jecinaldo Sateré-Maué. "Esses indígenas estão em uma situação muito difícil, vivendo em lonas. Há 40 crianças doentes, com catapora", conta.
O secretário municipal de Governo de Fonte Boa, Ronaldo Bonat, rebate as acusações da Coiab. Ele argumenta que foi o pecuarista João Mendes Felipe (suposto proprietário da área que os indígenas ocupam), não a prefeitura, quem pediu a reintegração de posse. "Se fizerem um estudo antropólogico aprofundado, verão que ninguém lá é índio", diz o secretário.
O sargento da Polícia Militar que comandou a operação, Sizino da Costa, tem a mesma opinião de Bonat. "Quando começou essa confusão, esse pessoal não era índio. O reconhecimento deles veio depois que o juiz expediu o mandado de reintegração de posse".
Segundo Costa, os seis policiais militares e os cinco guardas municipais que executaram a ordem judicial não agiram com violência. "Fomos bem recebidos, até serviram almoço para nós na comunidade", contou. "Nós desmanchamos as casas com cuidado, ainda dá para aproveitar a madeira, a palha e o zinco".
O chefe de Assistência da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Manaus, José Melo, lamentou que o órgão não tenha escritório em Fonte Boa e nem advogados na capital amazonense. "Vamos agir com apoio do setor jurídico da Coiab e da Federação Estadual dos Povos Indígenas (Fepi)", disse. "A família que esteve aqui fazendo a denúncia é indígena. Vamos atestar em campo se as demais também o são", disse Melo.
De acordo com ele, não há data prevista para o trabalho de campo, porque faltam recursos para a viagem. "Ficou acertado que a gente vai para Fonte Boa na primeira quinzena de agosto", disse o diretor-técnico da Fepi, José Mário Mura. "Enquanto isso, vamos ver se o Ministério Público pode interceder junto à prefeitura e à Justiça para providências mais rápidas", acrescentou.
Segundo Mura, os indígenas marcaram para hoje às 15h (horário de Manaus) uma reunião com o procurador André Lasmar, do Ministério Público Federal.
De acordo com a Funai, os critérios para que uma pessoa seja considerada indígena são auto-identificação, reconhecimento da comunidade e origens pré-colombianas (parentesco).
Técnicos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estão reunidos hoje na sede da Varig para estudar quais as rotas a companhia aérea terá de operar. A determinação inicial da agência é para que a Varig cumpra as 13 rotas internacionais que estavam sendo realizadas antes do leilão da empresa, more about ocorrido no último dia 20.
A assessoria de imprensa da Varig disse que não há ainda um posicionamento formal dos novos controladores. As 13 rotas internacionais que vinham sendo operadas pela companhia aérea eram Frankfurt e Munique (Alemanha); Miami e Nova Iorque (Estados Unidos); Londres (Inglaterra); Madri (Espanha); Paris (França); Buenos Aires (Argentina); Caracas (Venezuela); Milão (Itália); Cidade do México (México); Lima (Peru); e Bogotá (Colômbia).
Segundo a Anac, ambulance as companhias nacionais Gol e TAM estão com vôos extras para o Nordeste para cobrir o vazio deixado pela Varig também no mercado interno durante esse período de férias, denominada de época cheia.
Uma força de paz internacional, case para garantir a implantação de um cessar-fogo no sul do Líbano, generic não poderá ser formada sem a participação da Europa, afirmou hoje o chefe da política externa da União Européia (UE), Javier Solana.
Segundo Solana, a cúpula marcada para acontecer em Roma amanhã, que vai debater o conflito entre Israel e a guerrilha libanesa Hezbollah, deve lançar um "processo de paz" que resultaria no envio de uma força de estabilização e de ajuda humanitária para a região.
"Sem os europeus a força não existirá. Para mim é fundamental que alguns países europeus participem", disse Solana.
Ele reconheceu, no entanto, que colocar uma força de paz na região pode ser extremamente difícil e demorado, em vista da complexidade e da história do conflito.
Israel vem bombardeando o Líbano por 13 dias depois de combatentes do Hezbollah terem matado oito soldados israelenses e capturado outros dois em uma ação no dia 12 de julho, na área de fronteira.
Durante o conflito, a milícia, que conta com o apoio do Irã, disparou, segundo estimativas, cerca de 1.200 foguetes contra o norte de Israel, deixando várias vítimas ali.
"Será muito difícil. Qualquer tentativa de simplificar demais a questão seria um erro grave", disse Solana.
Ele não quis citar quais países europeus participariam da força de paz, mas autoridades da UE afirmaram que a França, a Alemanha e a Espanha, todas integrantes da força de reação rápida da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), poderiam se envolver.
Questionado sobre se a Otan, uma aliança militar comandada pelos EUA, participaria da força, diretamente ou prestando assistência, Solana respondeu que cabia ao Ocidente descobrir a melhor forma de conseguir ganhar o apoio da população árabe a uma missão do tipo.
"Temos de ter muito cuidado com a forma como as pessoas vão ver isso, já que desejamos que elas fiquem do nosso lado. Por isso, temos de convencê-las de que, independente de como seja a força, ela será para ajudar as pessoas, para ajudar o governo libanês", afirmou.
Segundo um porta-voz da Otan, nenhum pedido havia sido feito para a aliança e nenhuma consulta havia sido realizada para decidir sobre a eventual participação dela.
A Otan está envolvida neste momento na expansão de suas forças de paz estacionadas no Afeganistão e não parece disposta a assumir uma missão perigosa no Oriente Médio, afirmam assessores.
Entre os outros países da UE que se disseram dispostos a participar de uma força estavam a Finlândia (que ocupa atualmente a Presidência rotativa do bloco), a Grécia e a Suécia.
A agência sueca de notícias TT afirmou que a ministra de Desenvolvimento Internacional do país, Carin Jamtin, havia dito qu e seu governo estava preparado para integrar uma força internacional ampliada no Líbano, mas que desejava antes determinar claramente os objetivos dessa força.
Segundo Solana, o Exército libanês, fraco demais para assumir o controle do sul do Líbano depois do fim da ocupação israelense em 2000 e da saída dos soldados sírios no ano passado, deveria atuar ao lado de uma força internacional.
Questionado sobre como o Hezbollah seria desarmado, uma exigência central de Israel, Solana respondeu que uma solução política poderia anular os motivos pelos quais o grupo xiita sente haver necessidade de manter suas armas.
"Acho que o Hezbollah será em parte dissolvido pelos libaneses e, em parte, dissolvido em vista das obrigações da 1559 (resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas). E, em terceiro lugar, acho que ele se dissolverá porque não haverá mais motivos para que mantenha suas armas. Gostaria de ver o Hezbollah transformando-se, ao final, em um partido político, desempenhando um papel importante na vida política do Líbano e sem se envolver com outras coisas", acrescentou.
A secretária de Estado dos Estados Unidos, troche Condoleezza Rice, unhealthy disse hoje que, hospital mesmo com a crise no Líbano, é preciso manter o foco no estabelecimento de um Estado palestino que possa conviver com Israel.
Rice reuniu-se com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, depois de ir ao Líbano e a Israel, onde discutiu as duas semanas de combates contra o Hezbollah. Israel já vinha realizando uma ofensiva em Gaza há um mês.
"Mesmo que a situação no Líbano seja resolvida, precisamos manter o foco no que está acontecendo aqui, nos territórios palestinos", disse Rice numa entrevista coletiva, "em nosso desejo de retomar a visão de dois Estados vivendo lado a lado e em paz".
As relações entre israelenses e palestinos deterioraram-se no mês passado, quando militantes da Faixa de Gaza mataram dois soldados israelenses e capturaram um terceiro. A ação provocou forte retaliação de Israel, numa ofensiva que matou 121 palestinos mas não conseguiu garantir a libertação do refém nem o fim dos ataques com foguetes contra o território israelense.
Abbas, que vem tentando combater a resistência dos islamitas do Hamas, grupo que controla o governo palestino, contra os esforços de paz, manifestou a esperança de que o soldado capturado seja devolvido a Israel, e que o Estado judaico disponha-se a libertar prisioneiros palestinos.
"Faremos os máximos esforços para ressuscitar o processo de paz e garantir a libertação do soldado", disse ele. "Esperamos que Israel se dê conta do sofrimento das 10 mil famílias palestinas que têm filhos e filhas em prisões israelenses".
Israel, que abandonou a Faixa de Gaza em 2005, depois de uma ocupação de 38 anos, recusa-se a realizar a troca de prisioneiros, mas a Alemanha disse ontem que está otimista com a perspectiva de libertação do refém. O país ajudou a negociar, em 2004, uma troca de prisioneiros.
Israel despejou hoje mais panfletos sobre Gaza, advertindo que vai aumentar a escalada dos ataques contra depósitos de armamentos e líderes militantes devido à continuidade das ofensivas com foguetes.
Segundo uma fonte palestina, Abbas disse a Rice que, se o Hezbollah for acuado, pode surgir um grupo ainda mais radical no Líbano. Ele lembrou que, quando Israel expulsou guerrilheiros palestinos do Líbano nos anos 80, eles foram substituídos pelo Hezbollah.
A fonte afirmou que Rice disse a Abbas que a ajuda financeira aos palestinos não será retomada enquanto o governo não aceitar os princípios impostos pelo chamado Quarteto (EUA, União Euro péia, Rússia e ONU).
O Quarteto suspendeu a ajuda ao governo palestino depois que o Hamas ganhou as eleições e assumiu o poder. O grupo exige que o Hamas reconheça Israel, renuncie à violência e obedeça aos acordos de paz interinos. Os estatutos do Hamas conclamam à destruição do Estado judaico.
O premiê palestino, Ismail Haniyeh, do Hamas, rebateu os apelos de Rice por um "novo Oriente Médio" pacífico e democrático.
"Parece que o novo Oriente Médio, pela perspectiva americana, começa com a destruição do Líbano e pela morte do maior número possível de palestinos", disse Haniyeh. "Um novo Oriente Médio deveria significar a devolução dos direitos de seu povo, o estabelecimento de um Estado palestino plenamente soberano, com Jerusalém como sua capital, o retorno dos refugiados e a liberdade dos prisioneiros", disse ele.
A capital financeira da Suíça, seek Zurique, faz um alerta para internautas sobre os perigos do vício que pode ser gerado pelo acesso freqüente a salas de bate-papo e sites de sexo.
O Departamento de Prevenção a Ví cios da cidade lançou uma campanha que inclui a distribuição de pôsteres e colocou em seu site um questionário que pode indicar se um indivíduo está viciado.
"Passar muito tempo em mundos virtuais, especialmente salas de bate-papo, jogos online e sites de sexo, pode levar a um nível de dependência comparável a outros vícios", afirma o departamento na campanha.
Cerca de 50 mil suíços estão viciados em internet ou em risco de se tornar um, informou o departamento. Pessoas jovens são particularmente vulneráveis, mas a proporção de adultos viciados está crescendo.
"Eles estão em risco de enfrentar problemas em seu convívio social ou no local de trabalho", alerta o departamento. Viciados em internet têm sintomas psicológicos em períodos de afastamento da rede mundial de computadores, segundo as autoridades suíças.
Os juros médios cobrados pelas instituições financeiras recuaram levemente em junho e a trajetória de queda prossegue neste mês, dosage mostraram dados do Banco Central divulgados hoje.
A taxa média caiu a 43, treatment 2% ao ano em junho, recipe a menor desde março de 2001, ante 43,8% em maio. Em julho, até o dia 13, o juro médio recuou para 42,5%.
"Isso já vem se dando há algum tempo. O processo é de consolidação (da queda das taxas)", afirmou a jornalistas o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.
Os juros médios para pessoas físicas recuaram para 55,8%, em relação a 56,1% em maio. O custo dos empréstimos para as empresas cedeu para 28,8% em junho, ante 29,7% em maio.
No caso das pessoas físicas, além de buscarem as modalidades mais baratas de crédito, houve uma melhora da massa salarial – o que faz com que as pessoas dependam menos do financiamento bancário, citou Altamir Lopes.
A taxa de juro do crédito pessoal, de 62,2% no mês passado, é a mais baixa da série histórica do BC, que começa em julho de 1994. O dado inclui as operações consignadas em folha de pagamento.
O spread bancário – que mede a diferença entre o custo dos empréstimos e de captação dos bancos – caiu a 28 pontos percentuais, ante 28,5 pontos percentuais no mês anterior.
O relatório do BC apontou ainda que o volume total de crédito aumentou 0,7% frente ao mês anterior, alcançando R$ 658,9 bilhões – o equivalente a 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
Levando em conta apenas as operações com recursos livres, houve aumento de 0,8% no mês passado, para R$ 447,2 bilhões. "O desempenho mensal refletiu o aumento de 0,8% nos empréstimos destinados às pessoas físicas conjugado com o incremento de 0,9% nas carteiras de pessoas jurídicas", detalhou o BC.
No caso das pessoas jur ídicas, o crescimento do saldo das operações contratadas veio de recursos domésticos. Já o saldo dos empréstimos referenciados em moeda estrangeira recuaram quase 6% por conta de apreciação cambial, redução de novas contratações de ACC e concentração de liquidações no mês.
A autoridade monetária ressaltou que, dos empréstimos destinados ao setor privado pelo sistema financeiro, o destaque foi o aumento de 2,3% nos financiamentos ao setor habitacional.
"No acumulado do ano, o crédito habitacional cresceu 12%, quase igualando a variação registrada no crédito a pessoas físicas, de 12,5%", acrescentou.