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Economia

Taxa dos condomínios vai doer ainda mais no seu bolso

Arquivo Geral

25/11/2012 9h02

Isa Stacciarini

isa.coelho@jornaldebrasilia.com.br

 

A inflação imobiliária de Brasília continua sendo comprovada a partir de um crescimento cada vez mais rotineiro nos preços de imóveis, aluguéis e condomínios. Nos primeiros dez meses deste ano, a capital apresentou uma alta na taxa de condomínio de 7,66%. O índice é semelhante à média nacional de janeiro a outubro, quando a elevação do valor representou 7,66%.

 

O levantamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que os preços da manutenção dos edifícios do DF ainda são maiores se comparados apenas com o mês de outubro. Neste período, a Unidade da Federação é a segunda com maior aumento na despesa da taxa de condomínio, com 0,61%, ficando atrás apenas de Recife, onde o percentual alcançou 0,75%.

 

O presidente do Sindicato dos Condomínios Residenciais e Comerciais do DF, José Geraldo Pimentel, atribui o aumento à variação das tarifas públicas, atrelada às despesas necessárias para manutenção e conservação do edifício, o desembolso com folha de pagamento e encargos sociais dos funcionários. 

 

“Essas despesas são as que menos impactam o valor em ordem de prioridade, uma vez que despesas com água, despesas administrativas, folhas de pagamento e encargos sociais são maiores”, aponta.

 

Pimentel ressalta que o prazo de vida útil dos imóveis pode refletir no crescimento da taxa, uma vez que os apartamentos necessitam de obras civis. “Não se pode considerar isso como despesas, mas requer um planejamento de obra que afeta a vida dos moradores”.

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