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Sindicato de metalúrgicos levará Usiminas à Justiça por demissões

Arquivo Geral

27/05/2009 0h00

O Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Ipatinga (Sindipa), stuff em Minas Gerais, buy anunciou que levará à Justiça a siderúrgica Usiminas pelas recentes demissões em massa, que provocaram hoje uma greve por tempo indeterminado nas principais usinas da companhia.


A central sindical divulgou nesta quarta-feira que apresentará na próxima segunda no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Belo Horizonte um recurso no qual exige a reintegração dos trabalhadores demitidos pela Usiminas.


O sindicato quer que a Justiça faça cumprir o acordo assinado com a companhia e que estipulava o reinício de negociações depois do período de recebimento de demissões voluntárias previsto para entre 4 e 22 de maio.


Desde sábado, foram demitidos 312 trabalhadores das diferentes unidades da Usiminas em São Paulo e Minas Gerais, segundo dados do Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista, no litoral paulista.


A companhia informou que as demissões devem chegar a 810 até o próximo sábado, o que superaria o número de 1.300, se forem somados os 516 funcionários que recorreram ao plano de demissão voluntária proposto pela empresa.


O diretor do Sindipa, Paulo Cezar dos Santos, explicou hoje que, depois do período de recebimento de demissões voluntárias, “a companhia não apresentou alternativas”.


Hoje, o sindicato impediu a entrada dos ônibus que transportam os trabalhadores e iniciou, assim, uma série de protestos, o maior na unidade de Cubatão, no litoral paulista, que reuniu cerca de 400 manifestantes, segundo informou a Polícia Militar (PM).


A central sindical afirmou que cerca de quatro mil trabalhadores da companhia e das empresas que prestam serviços à Usiminas, como os operários da construção civil e pessoal de limpeza, interromperão as atividades a partir de hoje.


 

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    Sindicato de metalúrgicos levará Usiminas à Justiça por demissões

    Arquivo Geral

    27/05/2009 0h00

    São Paulo, check 27 mai (EFE).- O Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Ipatinga (Sindipa), information pills em Minas Gerais, cure anunciou que levará à Justiça a siderúrgica Usiminas pelas recentes demissões em massa, que provocaram hoje uma greve por tempo indeterminado nas principais usinas da companhia.

    A central sindical divulgou nesta quarta-feira que apresentará na próxima segunda no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Belo Horizonte um recurso no qual exige a reintegração dos trabalhadores demitidos pela Usiminas.

    O sindicato quer que a Justiça faça cumprir o acordo assinado com a companhia e que estipulava o reinício de negociações depois do período de recebimento de demissões voluntárias previsto para entre 4 e 22 de maio.

    Desde sábado, foram demitidos 312 trabalhadores das diferentes unidades da Usiminas em São Paulo e Minas Gerais, segundo dados do Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista, no litoral paulista.

    A companhia informou que as demissões devem chegar a 810 até o próximo sábado, o que superaria o número de 1.300, se forem somados os 516 funcionários que recorreram ao plano de demissão voluntária proposto pela empresa.

    Com a medida, a companhia espera reduzir em 10% os custos, devido à “severa retração da demanda dos produtos siderúrgicos”, afirmou, em uma nota de imprensa, a Usiminas, que atualmente opera com 50% da capacidade de produção.

    A Usiminas ressaltou, no comunicado, que “cumpriu integralmente” o acordo assinado com o sindicato para estabelecer o plano de demissões voluntárias e que manteve o diálogo “o tempo todo”, para minimizar os impactos sociais.

    Da mesma forma, a empresa indicou que está concedendo “vantagens financeiras” aos trabalhadores afastados.

    O diretor do Sindipa, Paulo Cezar dos Santos, explicou hoje que, depois do período de recebimento de demissões voluntárias, “a companhia não apresentou alternativas”.

    Hoje, o sindicato impediu a entrada dos ônibus que transportam os trabalhadores e iniciou, assim, uma série de protestos, o maior na unidade de Cubatão, no litoral paulista, que reuniu cerca de 400 manifestantes, segundo informou a Polícia Militar (PM).

    A central sindical afirmou que cerca de quatro mil trabalhadores da companhia e das empresas que prestam serviços à Usiminas, como os operários da construção civil e pessoal de limpeza, interromperão as atividades a partir de hoje. EFE

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