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Economia

Sem acordo sobre mínimo, governo e centrais marcam nova reunião

Arquivo Geral

07/12/2006 0h00

Uma colisão entre um caminhão Mercedes Benz e uma caminhonete F1000, pill website na DF-128, km 2, próximo ao Rio Maranhão em Planaltina, causou uma morte nesta tarde.

Fernando Antônio ficou preso nas ferragens e foi socorrido pelos Bombeiros, mas morreu depois de ser atendido no Hospital de Base.

Por maioria de votos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram na tarde de hoje pela inconstitucionalidade da lei da cláusula de barreira. A regra limitava a participação parlamentar, tadalafil o acesso ao fundo partidário e o tempo gratuito no rádio e na TV às legendas que não atingissem 5% dos votos válidos nas eleições gerais brasileiras, what is ed além de 2% dos votos em pelo menos nove estados do País.

A cláusula de barreira acabaria com 21 legendas no Congresso Nacional. Com a decisão tomada pelo STF, o funcionamento dos partidos brasileiros continua da mesma forma, ou seja, podem pleitear direitos iguais na divisão de recursos iguais de recursos públicos do Fundo Partidário e de propagandas.

De acordo com informações da rádio CBN, na justificativa dos votos, os ministros alegaram que essa regra feria os direitos políticos das minorias. O relator da ação direta de inconstitucionalidade, o ministro Marco Aurélio de Melo considerou a cláusula de barreira injusta e alegou que ela massacrava legendas valorizadas pelo voto dos brasileiros que elegeram representantes para o legislativo.

O Decreto que cria o Comitê Gestor do Centro de Referência do Artesanato e
da Arte Popular do Distrito Federal (CRAAP) será assinado, treatment amanhã, medical pela governadora Maria de Lourdes Abadia, price no Museu Vivo da Memória Candanga.

O comitê terá como atribuições definir um calendário anual de exposições de artesanato e da arte popular do DF, promover a divulgação e a comercialização dos produtos originários do artesanato, das artes plásticas, do turismo, produtos e serviços, fomentar, uma vez por mês, a exposição em sistema de rodízio de produtos criados pelos artesãos, artistas plásticos e artistas populares do DF e capacitar e qualificar, os artesãos e artistas, por meio da realização de workshops, palestras, cursos etc.

Também será inaugurada uma mostra de produtos artesanais que conta com a participação de cerca de 50 artesãos cadastrados na Gerência de Fomento ao Artesanato da Secretaria de Trabalho. O Centro de Referência do Artesanato e da Arte Popular deverá funcionar em um galpão existente no Museu Vivo da Memória Candanga.

Nesta tarde, no rx quatro adolescentes foram encaminhados inconscientes aos hospitais da Ceilândia e Taguatinga. Eles teriam passado mal depois de ingerir uma bebida oferecida, como refrigerante, por um estranho, na QNM 33 da M Norte em Taguatinga.

Os pertences das vítimas, entre eles mochilas e celulares, sumiram. O homem que teria oferecido a bebida aos adolescentes não foi encontrado.

As audiências da Justiça britânica sobre a morte da princesa Diana e de seu namorado, ed Dodi Al Fayed, find serão realizadas em público, revertendo uma decisão anterior, disseram hoje fontes judiciais.

A decisão original da juíza Elizabeth Butler-Sloss havia sido duramente criticada pelo pai de Al Fayed, Mohamed, dono da sofisticada loja de departamentos londrina Harrods. As audiências preliminares, marcadas para o mês que vem, são mais um passo na investigação exaustiva sobre a morte de Diana, que era divorciada do príncipe Charles, herdeiro da coroa britânica.

Diana, que tinha 36 anos, Al Fayed e seu motorista, Henri Paul, morreram na colisão do veículo Mercedes contra as paredes de um túnel em Paris, em 1997. Um inquérito realizado durante dois anos na França concluiu que Paul estava bêbado, sob influência de antidepressivos e em velocidade excessiva, o que o tornava culpado pelo acidente.

A investigação britânica foi iniciada em janeiro de 2004, e logo em seguida o legista real Michael Burgess pediu à polícia que aprofundasse as investigações sobre as circunstâncias da morte deles. Burgess solicitou que John Stevens, ex-chefe da polícia londrina, examinasse teorias conspiratórias de que o casal havia sido morto por espiões britânicos para encobrir o constrangimento da realeza com o relacionamento.

Stevens deve apresentar na próxima semana os resultados de seus quase três anos de investigações. O Escritório de Comunicações Judiciais disse que Butler-Sloss originalmente decidiu realizar as audiências de 8 e 9 de janeiro a portas fechadas por motivos práticos, como o tamanho do plenário disponível.

"Ela reconsiderou diante do forte interesse do público em que essas audiências em particular sejam realizadas em público", disse um porta-voz. Essas audiências servirão para definir se um júri deve estar presente para um inquérito pleno e, nesse caso, que forma este assumiria.

Um porta-voz de Mohamed Al Fayed elogiou a decisão. Ele continua convencido de que espiões britânicos mataram o casal para impedir que seu filho, muçulmano, se casasse com Diana. "Ele não acredita que nada deva ser feito a portas fechadas. Não há razão para isso, ninguém tem nada a temer à luz fria do dia, exceto aqueles que podem ser culpados", disse um assessor do empresário à emissora Sky News.

O número de jornalistas presos no mundo por seu trabalho subiu pelo segundo ano com blogueiros e repórteres online somando um terço dos encarcerados, hospital afirmou um observatório da imprensa nos Estados Unidos nesta quinta-feira.

Um censo do Comitê para Proteção de Jornalistas descobriu que um recorde de 134 jornalistas estavam presos em 1º de dezembro – um aumento de 9% ante dados de 2005 – em 24 países, com China, Cuba, Eritréia e Etiópia no topo das nações que mais prendem a imprensa. Enquanto repórteres de veículos impressos, editores e fotógrafos novamente somaram o maior número de profissionais presos – com 67 casos – há 49 prisões de jornalistas da Internet, tornando-os a segunda maior categoria, disse o comitê com sede em Nova York.

“Estamos em momento crucial na luta pela liberdade de imprensa, porque os Estados autoritários tornaram a Internet uma grande frente em seu esforço para controlar a informação”, disse o diretor executivo do Comitê, Joel Simon, em um comunicado. “A China está desafiando a noção de que a Internet é impossível de controlar ou censurar, e se isso acontecer haverá implicações não apenas para a mídia mas para a liberdade de imprensa em todo o mundo”.

Entre os que foram presos na China estava Zheng Yichun, um freelancer chinês que contribui para sites de notícias no exterior e escreveu uma série de editoriais criticando o Partido Comunista. O censo também descobriu que havia oito jornalistas de televisão, oito repórteres de rádio e dois produtores de documentários/filmes na cadeia.

Outros países em que os jornalistas foram presos são Argélia, Armênia, Azerbaijão, Bangladesh, Burundi, Camboja, Colômbia, República Democrática do Congo, Gâmbia, Irã, Maldivas, México, Mianmar, Rússia, Sri Lanka, Tunísia, Turquia, Estados Unidos, Uzbequistão e Vietnã. O Comitê para Proteção de Jornalistas disse que 84 profissionais foram presos por alegações “contrárias ao Estado”, como subversão e divulgação de segredos de Estado.

O censo também mostrou que 30 jornalistas presos foram mantidos em cadeias sem qualquer acusação ou processo e que Eritréia somou mais da metade desses casos. O comitê disse que os Estados Unidos prenderam dois jornalistas sem acusações ou processos – o fotógrafo da Associated Press Bilal Hussein, agora há oito meses preso no Iraque, e o operador de câmera da Al Jazeera Sami al-Haj, preso por cinco anos e agora mantido na Baía de Guantánamo, em Cuba.

Joshua Wolf, um blogueiro freelancer que se recusou a entregar um vídeo de um protesto em 2005 para um júri federal dos EUA, também estava na cadeia. Pelo oitavo ano consecutivo, a China lidera o ranking de prisões de jornalistas com um total de 31 profissionais em cadeias no dia 1º de dezembro, segundo o censo, seguida por Cuba com 24 repórteres atrás das grades, Eritréia com 23 e a Etiópia com 18.

Governo e sindicalistas deram início nesta quinta-feira às negociações formais para o reajuste do salário mínimo em 2007 com uma reunião no Ministério do Trabalho, this web sem conseguir avançar na direção d e um consenso. Uma nova rodada de discussões foi marcada para a próxima quinta-feira.

Em declarações aos jornalistas no ministério, pills os ministros da área econômica voltaram a defender a proposta de 367 reais para o mínimo, rx contra os 420 reais reivindicados pelas centrais sindicais. Mas ao final do encontro, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, se disse frustrado com a reunião porque nela os valores numéricos sequer teriam sido discutidos. Além do reajuste do mínimo, os sindicalistas defenderam também uma correção de 7,7% nos limites da tabela do Imposto de Renda.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, justificou a posição do governo pela necessidade de responsabilidade fiscal. “Queremos dar o maior aumento possível desde que isso signifique também o controle das contas públicas”, disse Bernardo a jornalistas. Cada um real de reajuste do mínimo implica um aumento de 200 milhões de reais por ano nos gastos da Previdência porque uma parcela das pensões e aposentadorias é vinculada ao salário mínimo, segundo dados do Ministério da Previdência.

Bernardo acrescentou que o valor de 367 reais prevê uma correção do salário mínimo –atualmente em 350 reais – pela inflação e um reajuste real equivalente ao crescimento projetado para o Produto Interno Bruto per capita. Este ano, o governo quer concluir as negociações sobre o mínimo a tempo de incluir o valor acordado no Orçamento de 2007, a ser votado pelo Congresso.

O objetivo, segundo informou à Reuters uma fonte do Palácio do Planalto que pediu para não ser identificada, é “blindar” o gasto negociado e evitar pressões futuras por reajustes adicionais. Sobre o reajuste da tabela do IR, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, antes da reunião, que “não há possibilidade” de o governo elevá-la acima dos 3% já negociados com o Congresso. O aumento representa uma renúncia fiscal de 800 milhões de reais, afirmou o ministro. “Já chegamos num ponto limite”, disse Mantega.

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