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Economia

Seguros de baixo custo favorece classes C, D e E

Arquivo Geral

04/04/2011 7h00

Soraya Sobreira
soraya.sobreira@jornaldebrasilia.com.br

 

Inclusão social tem sido um dos temas mais discutidos nos últimos anos. Com base nisso, o mercado de seguros poderá contar com uma nova modalidade: os microsseguros. O objetivo da medida é fazer com que até cem milhões de pessoas que jamais tiveram condições de contratar serviços como seguros, poupança e crédito, tenham oportunidade para isto. Mas, para viabilizar os microsseguros, o Congresso Nacional precisa votar e aprovar o Projeto de Lei 3.266, de 2008, de autoria do deputado Adilson Soares (PR/RJ).

Depois de aprovado e sancionado, o texto será regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que acompanha o tema há três anos. A decisão é aguardada ainda para este ano. Regina Camões, coordenadora do projeto de microsseguros da Susep, ressalta a importância de atender a população das classes C, D e E nos ramos de vida (com presença de cobertura de auxílio-funeral), residência e acidentes pessoais. “Esse público terá uma garantia, por exemplo, para seus imóveis, ainda que modestos, e pequenos empreendimentos. E poderão adquirir outros seguros, como de vida, acidentes e assistência funeral”.

 

Leia a matéria completa na edição de hoje do Jornal de Brasília

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