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Economia

Recuo de 0,4% do ICI de outubro é até positivo, diz FGV

Arquivo Geral

01/11/2011 8h00

Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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    01/11/2011 8h00

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    Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

    A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

    Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

    A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

    Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

    Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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      Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

      A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

      Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

      A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

      Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

      Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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        Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

        A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

        Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

        A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

        Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

        Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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          Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

          A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

          Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

          A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

          Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

          Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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            Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

            Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

            A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

            Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

            A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

            Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

            Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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              Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

              A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

              Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

              A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

              Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

              Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

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                Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                  Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                  A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                  Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                  A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                  Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                  Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                    01/11/2011 8h00

                    Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

                    Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                    A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                    Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                    A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                    Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                    Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                      Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                      A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                      Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                      A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                      Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                      Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                        Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

                        Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                        A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                        Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                        A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                        Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                        Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                          Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                          A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                          Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                          A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                          Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                          Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                            Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                            A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                            Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                            A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                            Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                            Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                              A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

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                              A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                              Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                              Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                                A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                  01/11/2011 8h00

                                  Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

                                  Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                                  A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                  Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                  A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                  Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                  Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                    Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

                                    Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                                    A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                    Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                    A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                    Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                    Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                      Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

                                      Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                                      A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                      Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                      A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                      Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                      Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                        Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                                        A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                        Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                        A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                        Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                        Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                          A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                          Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                          A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                          Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                          Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                            Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                                            A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                            Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                            A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                            Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                            Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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                                              01/11/2011 8h00

                                              Considerando as quedas de meses anteriores, em torno de 2%, o recuo de 0,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em outubro foi considerado um resultado até positivo pelo coordenador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a Sondagem da Indústria, Aloisio Campelo. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 27 de outubro e que ouviu 1.243 empresários e executivos da indústria, foi anunciado ontem. “O resultado de agora não é tão desesperador”, disse Campelo. De acordo com ele, o cenário externo ainda suscita dúvidas, mas as reduções dos juros em agosto e agora em outubro pelo Banco Central (BC), associadas a uma taxa de câmbio um pouco melhor, contribuíram para reduzir um pouco o grau de pessimismo da indústria.

                                              Campelo atribuiu também a redução do ritmo de queda da confiança da indústria aos impactos de medidas adotadas pelo governo no âmbito do Programa Brasil Maior, lançado em 2 de agosto, como as de caráter de combate à concorrência desleal de produtos importados (antidumping) e desoneração da folha de pagamentos de alguns setores da indústria.

                                              A sondagem, de acordo com Campelo, não capturou, porém, os prováveis impactos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que no último dia 20 adiou para 15 de dezembro a entrada em vigor da elevação de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos com menos de 65% de componentes nacionais.

                                              Campelo atribuiu ainda o resultado da confiança da indústria ao ligeiro aumento de 0,2% no Índice de Expectativas (IE) em outubro em relação a setembro, que no confronto com agosto havia caído 2,6%. O nível de estoques acumulados caiu 0,7% em outubro ante um aumento de 0,1% em setembro em relação a agosto. Dos 14 setores da indústria consultados na sondagem, cinco afirmaram que estão com estoques altos, um estável e oito em queda. “Mais da metade do ajuste de estoques já foi feito”, disse Campelo. Agora, com a melhora das vendas no final do ano, ele acredita que a indústria tem grandes chances de concluir o processo de ajuste de seus estoques.

                                              A produção prevista para os próximos três meses apresentou na sondagem de outubro elevação de 0,9% ante queda de 0,2% no levantamento realizado em setembro. Com isso, o emprego previsto saiu de uma queda de 5,1% em setembro para uma queda de 0,2% em outubro. Dos 14 setores pesquisados, nove esperam contratar nos próximos três meses e cinco pretendem reduzir o quadro de funcionários. “Está havendo uma concentração maior entre os que esperam nível de emprego maior”, afirmou o coordenador da FGV.

                                              Para os próximos seis meses, a expectativa da indústria em relação aos negócios saiu de uma queda de 2,6% em setembro em relação a agosto para uma quase estabilidade (-0,10%) em outubro sobre setembro. Os dados, de acordo com Campelo, não são conclusivos ainda, mas ele acredita que o Natal deste ano será bom – não como em 2010 -, com a indústria produzindo para atender à demanda, mas em menor ritmo para concluir o processo de ajuste dos estoques.

                                              Em outubro, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (Nuci) manteve-se basicamente estável, em 83,5%, ante 83,6% em setembro, mas acima da média histórica de 83,3%. A média histórica da FGV para a sondagem industrial é considerada a partir de 2003.

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