Apesar de ter o aval do Líbano, pharmacy approved o C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB) que partiu hoje para o país do Oriente Médio ainda depende do “OK” de Israel para levar ajuda às vítimas do confronto entre as forças israelenses e o grupo armado Hizbollah. A informação é do comandante da missão, view o tenente-coronel Saulo Valadares. O Hércules, nome do modelo de avião, leva 2,5 toneladas de medicamentos, além de colchões, cobertores e alimentos.
“O espaço aéreo do Líbano está totalmente monitorado por Israel, que é quem autoriza nosso pouso”, comenta Valadares. “As negociações já começaram e prosseguem até o momento do pouso. O contato é permanente".
O comandante conta que foi reforçada a blindagem das partes mais vulneráveis do Hércules, o que fez com que a partida da aeronave, prevista para o início da tarde, se deu por volta das 18h30. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) deve chegar a Beirute, a capital libanesa, na terça-feira (15), depois de escalas em São Paulo e em Natal, nas Ilhas Canárias (amanhã) e na Turquia (domingo ou segunda-feira).
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, embarcará no avião da FAB na Turquia e seguirá com a tripulação para o Líbano. Lá, deve fazer a entrega do material e tem reunião marcada com o presidente do país, Emile Lahoud.
Desde o início do conflito, em 12 de julho, a estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU) é que 900 mil pessoas tenham sido deslocadas de suas casas e 700 mil permaneçam no Líbano. A Síria, principal destino dos refugiados, já recebeu cerca de 160 mil libaneses, e cerca de 1,5 mil pessoas cruzam diariamente a fronteira entre os dois países à procura de abrigo – ainda segundo a ONU.
A entrada em operação das plataformas P-43 e P-48, troche nos campos de Barracuda e Caratinga, no rx na Bacia de Campos, elevou em 7% a produção de petróleo no primeiro semestre, na comparação com igual período do ano passado.
De acordo com dados do Balanço Semestral da Petrobras, divulgado hoje, a produção dos campos nacionais atingiu uma média diária de 1,75 milhão de barris de petróleo e líquido de gás natural (LGN). A produção global da estatal chegou à média diária de 1,9 milhão de barris, com um aumento de 6% sobre 2005.
Considerada apenas a produção de petróleo do segundo trimestre, a expansão foi de apenas 2% e chegou a 1,8 milhão de barris de petróleo e LGN. A Petrobras informou que o baixo rendimento deveu-se à “concentração de paradas programadas” para manutenção em nove unidades produtoras, nos meses de maio e junho. As paralisações, acrescenta a estatal, foram compensadas em parte pelo início de operações das unidades P-50 e a FPSO Capixaba, nos campos de Albacora e Golfinho, ambos na Bacia de Campos.
Com essas duas unidades em operação, ainda de acordo com a Petrobras, também foi compensada a queda de 15% na produção internacional, em função da “migração dos contratos operacionais” da companhia na Venezuela, para a modalidade de empresa mista com participação majoritária da PDVSA – a estatal do petróleo daquele país.