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Economia

Preços ao consumidor caem com menos intensidade na terceira semana de julho

Arquivo Geral

24/07/2006 0h00

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou deflação de 0, pilule information pills 04% na terceira leitura de julho, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Na segunda leitura do mês, o índice havia registrado deflação de 0,13%.

Os preços do grupo alimentação foram os principais responsáveis pelo comportamento do IPC-S nesta terceira leitura de julho. O grupo registrou uma deflação de 0,35% nos preços, ante queda de 0,64% na segunda leitura do mês.

A terceira leitura do IPC-S de julho foi feita com base na variação dos preços entre os dias 23 de junho e 22 de julho, comparando-os aos apurados de 23 de maio a 22 de junho.

 

Em um subúrbio de Nova York, cost Estados Unidos, recipe um misterioso roubo afligiu Jeannine Goche, pois suas luvas de jardinagem haviam sumido de sua varanda e não havia sinal do ladrão. A mulher lembrou de ter ouvido sobre “Willy, o gato que ama luvas” e logo entendeu o que havia acontecido.

O “criminoso” felino age nos jardins roubando luvas dos desavisados e sua furtiva aparição já rendeu pelo menos doze luvas para sua “coleção” nos últimos dias. Seus donos Jennifer e Dan Pifer, porém, já acostumados com o gosto pelo perigo e a tendência à cleptomania de seu bichano de estimação, fazem de tudo para que as pessoas que foram roubadas encontrem suas luvas.

Eles penduram os objetos do crime em frente à sua casa, com uma placa que diz: "Nosso gato é um ladrão de luvas. Por favor, peguem-as se forem suas".

 

 

 

O mercado reduziu mais uma vez a previsão de inflação neste ano, side effects segundo relatório do Banco Central divulgado hoje.

Na última semana, as projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuaram para 3,76%, ante 3,77% na semana anterior.

A projeção está bem abaixo da meta central de inflação definida pelo governo para o ano, que é de 4,5%.

O prognóstico para a Selic no encerramento do ano foi mantido em 14,25%. Para o dólar no final de dezembro, a previsão se manteve em R$ 2,23.

A sondagem mostrou ainda que o mercado manteve sua perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 3,6% neste ano e 3,7% em 2007.

Também não houve alteração na projeção para o comportamento da balança comercial. O mercado mantém há sete semanas a estimativa de um superávit comercial de US$ 40 bilhões para o ano de 2006.

 

Os preços ao consumidor caíram com menos intensidade na terceira semana de julho, website like this registrando deflação de 0,04%. O resultado foi 0,09 ponto percentual superior à taxa registrada na semana anterior, segundo informações divulgadas hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A terceira leitura de julho baseou-se na variação dos preços apurados entre 23 de junho e 22 de julho e comparados aos preços vigentes entre 23 de maio e 22 de junho. O grupo Alimentação foi o que mais subiu, apesar de ainda registrar deflação.

Na terceira semana de julho, os preços dos alimentos, responsáveis, segundo a FGV, por mais de 80% do avanço do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), caíram 0,34%, enquanto na semana anterior haviam recuado 0,64%. Os principais destaques foram: frutas (queda de 1,06% para 4,01%), carnes bovinas (variação de -1,65% para 1,17%) e massas e farinhas (de 0,04% para 0,29%).

Os preços do grupo Transportes caíram com menos intensidade, passando de deflação de 0,19% para deflação de 0,06%. As principais contribuições vieram do álcool combustível (que passou de -2,16% para –0,59%) e da gasolina (-0,63% para –0,15%).

Também avançaram os preços do grupo Educação, Leitura e Recreação, passando da estabilidade para 0,24%. De acordo com a FGV o subgrupo Educação respondeu pela quase totalidade da alta do grupo.

Em movimento inverso, os grupos Habitação e Saúde e Cuidados Pessoais recuaram na passagem de uma semana para outra. No primeiro grupo, em que a variação foi de 0,04% para –0,02%, a principal influência veio de Empregados Domésticos (0,89% para 0,60%). Já no grupo Saúde e Cuidados Pessoais, que passou de 0,27% para 0,19%, o destaque foi planos de saúde (de 1,27 para 1,02%).

Os preços dos grupos Vestuário (0,40% para 0,38%) e Despesas Diversas (0,03% nos dois períodos), segundo a FGV, se mantiveram estáveis no período analisado.

Para o cálculo do IPC-S, a Fundação Getúlio Vargas pesquisa os preços de 450 produtos e serviços usados por famílias com renda mensal de até 33 salários mínimos e residentes em sete capitais brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Brasília).

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