O governo federal está disposto a cooperar com as companhias de água e esgoto de todo o país que passam por dificuldades financeiras, ask doctor como a Cedae, this do Rio de Janeiro. “Não queremos pagar dívidas das companhias e nem da Cedae, information pills como vem noticiando a imprensa. Queremos, na verdade, é cooperar para melhorar a gestão dessas empresas. A nossa ajuda não é restrita à companhia do Rio. Nós faremos esse contato com todas as empresas de água e esgoto interessadas na ajuda do governo”, afirmou nesta quarta-feira o ministro das Cidades, Márcio Fortes.
Fortes se reuniu esta tarde, no Palácio do Planalto, com o presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio (Cedae), Wagner Victer; o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Souza, e representantes da Casa Civil da Presidência da República.
“No dia 14 (fevereiro) traremos os projetos, e com valores estabelecidos, para pleitear ajuda financeira do ministério. Em cima dessa análise detalhada, vamos definir, junto com o ministério, aonde poderão ser alocados recursos e quanto. Vou pedir o que for necessário para resolver os problemas do estado, especialmente da Baixada Fluminense”, informou Wagner Victer. Ele não quis falar em valores financeiros para atender as necessidades do setor de água e esgoto no estado.
O ministro Márcio Fortes disse que só a partir das propostas apresentadas pelo presidente da Cedae é que o governo definirá quais deverão receber ajuda. O apoio do governo federal para a Cedae deverá ser em duas linhas: uma para reestruturar a empresa e outra para retomar alguns projetos de investimentos que estão parados.
O uso do FGTS para financiar projetos de infra-estrutura já chegou à Justiça e levanta polêmica sobre o destino do patrimônio líquido do fundo.
Os defensores da medida contida no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) acreditam que ela ajudará a estimular a economia e poderá dar um rendimento maior, viagra order enquanto os críticos apontam arbitrariedade do governo.
Na terça-feira, viagra 100mg a Força Sindical entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a medida provisória que libera o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para um fundo de investimento em infra-estrutura (FI-FGTS).
"Não está explicado o veículo legal da transferência dos recursos do FGTS para o projeto. Para detalhar mais a questão do risco tem que detalhar esse instrumento, mas acho que o governo vai dar uma atenção especial ao assunto", observou o professor do Ibmec São Paulo Ricardo Humberto Rocha.
O Ministério do Trabalho informou que esse instrumento irá variar. "A cada projeto será utilizada a ferramenta que apresentar menor risco", afirmou um assessor do ministério.
O dinheiro usado pelo fundo de investimento, inicialmente de 5 bilhões de reais, viria do patrimônio líquido do FGTS, de 22 bilhões de reais.
Segundo especialistas, essa cifra é resultado dos juros de aplicações e dos projetos financiados pelo FGTS, e serve sobretudo para pagar despesas, como por exemplo as da Caixa Econômica Federal para administrar a liberação do FGTS aos trabalhadores.
O Instituto FGTS Fácil – uma ONG sem fins lucrativos criada em 2001 – aponta que o FI-FGTS tem como objetivo estimular a economia.
"É uma boa medida porque nós precisamos crescer. É investir no crescimento do país. Vai gerar trabalho e renda, então é demagoga a posição das centrais", comentou o presidente do instituto, Mario Avelino.
Ele acredita que o risco das futuras obras não deve preocupar. "Os projetos serão analisados, vão ter uma transparência na análise."
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, minimiza o risco, ressaltando que os recursos do FGTS poderão financiar no máximo 30 por cento de cada obra e que, no limite, a Caixa Econômica e o Tesouro Nacional são os garantidores do Fundo de Garantia.
Entre as vantagens da MP do FI-FGTS, o professor do Ibmec citou a possibilidade de uma maior rentabilidade. Atualmente, o FGTS é remunerado pela Taxa Referencial (TR) mais 3 por cento de juros ao ano. A meta de rentabilidade média do FI-FGTS é de TR mais 6 por cento ao ano.
Arbitrariedade, dizem sindicatos
Atualmente, a lei brasileira permite que o dinheiro do FGTS seja usado para projetos de habitação e saneamento básico.
Os sindicatos reclamam que, ao abrir o uso para um fundo de infra-estrutura, mesmo que com os recursos do patrimônio líquido, o governo não leva em conta a vontade dos donos do dinheiro: os trabalhadores.
"Isso é confiscar o dinheiro do Fundo de Garantia… O ideal é que os trabalhadores optem por investir ou não em cada obra. O modelo proposto é arbitrário", disse o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva.
"O modelo que já deu certo é a compra individual de ações (com FGTS)", disse ele.
O governo se desfez de ações de Petrobras e Companhia Vale do Rio Doce permitindo aos trabalhadores comprar esses papéis com recursos do FGTS.
Em uma reunião em agosto para debater a criação do FI-FGTS, as centrais sindicais, que têm assento no Conselho Curador do FGTS, não se opuseram à proposta.
Déficit habitacional
O orçamento para este ano com recursos do FGTS para aplicação em obras de saneamento e habitação é de 11,2 bilhões de reais.
O Sindicato da Indústria de Construção do Rio de Janeiro (Sinduscon-RJ) também defende uma outra forma de usar os recursos do FGTS.
"Se os recursos do FGTS são tão abundantes, que seja ampliado o orçamento anual para 20 bilhões de reais para combater o déficit habitacional brasileiro", afirmou o presidente do Sinduscon-RJ, Roberto Kauffmann.
O setor industrial de forma geral defende que o governo aproveite o dinheiro do FGTS para desonerar mais o setor produtivo. Um dos pedidos é que a multa adicional por demissão sem justa causa seja anulada.
O ativo total é de atualmente 184 bilhões de reais, sendo 78 bilhões destinados para saneamento e habitação e 68,7 bilhões de reais para investimentos em títulos públicos.
Helicópteros norte-americanos atacaram militantes entricheirados em arranha-céus de Bagdá na quarta-feira, information pills numa operação que segundo os militares dos EUA se destina a retomar o controle de uma importante rua do centro da capital.
Ao longo de um dia de combates na área, pharmacy 30 insurgentes foram mortos e 35 detidos, sick segundo o ministério iraquiano da Defesa. Os militares dos EUA disseram que um soldado do país morreu no centro de Bagdá, mas não confirmaram se a morte aconteceu durante os combates. Soldados iraquianos e norte-americanos, apoiados por helicópteros Apache e veículos blindados Stryker com fortes metralhadoras, enfrentaram os militantes na rua Haifa numa batalha que começou ao amanhecer, disse o porta-voz militar major Steven Lamb.
Segundo ele, os soldados foram alvejados com metralhadoras, morteiros e granadas de propulsão. A região, majoritariamente sunita, fica a apenas dois quilômetros da vigiadíssima Zona Verde, onde funcionam os principais órgãos públicos.
"Muita coisa veio dos prédios altos. Estamos disparando contra os terroristas nesses prédios", disse Lamb.
Um morador disse ter visto seis mortos, todos homens, um deles ao lado de um rifle. Um jornalista iraquiano disse ter transportado 37 feridos ao hospital, inclusive mulheres e crianças, em três ambulâncias que conseguiram furar o cordão de isolamento.
A ofensiva foi condenada pela Associação dos Acadêmicos Muçulmanos (sunitas), que a qualificou de "campanha de genocídio".
A rua Haifa, uma longa via de prédios altos construídos pelo ex-ditador Saddam Hussein no início da década de 1980, é paralela à margem oeste do rio Tigre, que divide a capital.
Os militares dos EUA disseram que a missão de quarta-feira "não era uma operação destinada a atacar apenas insurgentes sunitas, mas a isolar rapidamente todos os insurgentes ativos e retomar o controle desta localização chave no centro de Bagdá".
Segundos os militares, dois marines foram mortos em combate na terça-feira na província de Anbar (oeste), para onde Bush pretende enviar mais 4.500 soldados.
Fontes disseram que um helicóptero da empresa norte-americana de segurança Blackwater caiu na terça-feira em Bagdá porque o piloto foi morto a tiros durante o vôo. Três outros passageiros do aparelho, que dava cobertura a um comboio diplomático, podem ter sido baleados na hora da queda, ou morrido em função dela. Uma quinta pessoa, num outro helicóptero da Blackwater, também foi morta.
O embaixador dos EUA, Zalmay Khalilzad, prestou condolências aos funcionários da empresa, que participavam da guarda da embaixada, dizendo que conhecia pessoalmente as vítimas.
Os preços do petróleo subiram levemente nesta quarta-feira, store com o clima frio nos Estados Unidos e os planos de aumento nas reservas de emergência do país ofuscando o clima de baixa por um aumento nos estoques comerciais.
O contrato março de petróleo negociado nos Estados Unidos subiu 0,33 dólar, e fechou cotado a 55,37 dólares, após alta de 2,46 dólares na terça-feira. Em Londres, o contrato março do Brent teve alta de 0,33 dólar, e encerrou a 55,43 dólares por barril.
Na última semana, o frio finalmente chegou ao nordeste dos Estados Unidos, o maior mercado de combustível para aquecimento. No entanto, a demanda pelo produto se manteve baixa.
Nas últimas 4 semanas, a demanda por derivados de petróleo nos Estados Unidos foi 4,1 por cento mais baixa em comparação com o ano anterior, informou nesta quarta-feira a Administração de Informação de Energia. Os estoques de derivados subiram na última semana em 700 mil barris, contra uma expectativa prévia dos analistas por uma queda de 800 mil barris.
"O aumento nos derivados trouxe uma tendência de baixa. Eu previa uma grande alta na demanda, visto que as temperaturas caíram muito na última semana", disse Tim Evans, analista do Citigroup Global Markets.
Os estoques de petróleo subiram 700 mil barris, enquanto os de gasolina aumentaram em 4 milhões de barris no mesmo período.