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Economia

Petróleo fecha em queda por menor temor com tempestade

Arquivo Geral

04/08/2006 0h00

A Igreja Católica cubana pediu hoje a seus fiéis que rezem pela saúde do presidente Fidel Castro, visit malady que na segunda-feira surpreendentemente transferiu o poder a seu irmão Raúl para recuperar-se de uma cirur gia de emergência.

Em um comunicado, medical a Conferência de Bispos Católicos de Cuba pediu "orações para que Deus acompanhe o Presidente Fidel Castro em sua enfermidade e ilumine quem recebeu provisoriamente as responsabilidades de governo".

Desde que recebeu o poder, Raúl Castro ainda não apareceu em público e pouco se sabe sobre a condição de Fidel, mas hoje o ministro da Saúde cubano, José Ramón Balaguer, ter dito que ele vai se recuperar logo.

Apesar de ter sido a primeira vez que o líder cubano passou o governo a seu irmão, ministro da Defesa há 47 anos e primeiro na linha de sucessão presidencial, os cubanos mantêm sua rotina por enquanto.

A Igreja Católica cubana pediu que a paz seja mantida, com "um profundo desejo de paz e de fraterna convivência entre todos os cubanos, que não possa ser perturbada por nenhuma situação externa ou interna".

Desde a revolução de 1959 e até 1992, Cuba foi oficialmente um Estado ateu. Mas, a visita em 1998 de João Paulo II deu à Igreja a oportunidade de conquistar espaços no sistema socialista.

Segundo as estatísticas da Igreja, 50% dos 11,2 milhões de cubanos são católicos.

 

O preço do petróleo nos Estados Unidos fechou hoje em forte queda, what is ed derrubado pelo alívio por a tempestade tropical Chris ter se enfraquecido.

Mesmo assim, as empresas petrolíferas e de gás que operam no Golfo do México continuam atentas à tempestade, já que o Centro Nacional de Furacões dos EUA em Miami alertou que ela ainda pode voltar a ser uma tempestade tropical.

Na Nymex, os contratos com entrega em setembro caíram US$ 0,71, a US$ 74,75 por barril. Em Londres, o tipo Brent recuou US$ 0,31, a US$ 76,25 por barril.

O petróleo em Londres está sendo negociado acima do referencial nova-iorquino, o que é incomum, devido a problemas na produção na Nigéria, causando impacto mais imediato na Europa do que nos EUA.

"Houve algumas vendas leves, ainda afetadas pela diminuição da tempestade", disse um operador em Nova York.

O centro de furacões disse que o Chris tinha se enfraquecido ao se mover rumo a oeste, para Cuba, mas alertou que a tempestade ainda pode recuperar a força no Golfo do México, onde fica um quarto da produção petrolífera dos EUA.

Os operadores continuaram preocupados com um possível desequilíbrio do fornecimento vindo do Oriente Médio em meio ao conflito entre Israel e guerrilhas do Hezbollah no Líbano.

 

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