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Economia

Petrobras vê clima tranquilo no Equador e quer investir mais

Arquivo Geral

14/12/2006 0h00

O neto do ex-ditador chileno Augusto Pinochet foi expulso do Exército do país na quarta-feira por criticar o judiciário em um discurso altamente politizado no funeral de seu avô, story ask informou uma fonte militar.

"É verdade, this web aconteceu hoje", disse a fonte quando questionada sobre uma informação veiculada pela televisão estatal chilena.

O neto de Pinochet, também chamado Augusto, foi duramente criticado por seu discurso no funeral de terça-feira, em que elogiou o avô por derrubar pela força o presidente socialista Salvador Allende, em 1973, e atacou os juízes que tentaram levar Pinochet a julgamento por violações aos direitos humanos.

A presidente Michelle Bachelet e o Exército disseram que o jovem Pinochet – capitão do Exército, e como tal proibido de fazer declarações políticas – cometeu "uma séria violação de disciplina".

Parte da imprensa local disse que o neto de Pinochet pediu para deixar o Exército, mas a fonte militar disse que esse não foi o caso, pelo menos formalmente.

"Ele nunca fez um pedido oficial. Talvez ele tenha falado a respeito, mas ele nunca fez", disse a fonte.

Quatro dias depois da morte do homem que governou o Chile durante 17 anos e se tornou sinônimo mundial de violação dos direitos humanos, o debate sobre seu legado não dá sinais de trégua. A presidente Bachelet disse que o ditador representou uma era de "divisões, ódio e violência".

Enquanto os chilenos discutem os erros e acertos do regime de Pinochet, que durou de 1973 a 1990, as cinzas do general foram levadas para uma capela familiar na casa de veraneio que fica no litoral a sudoeste de Santiago. Pinochet foi cremado na terça-feira, depois de uma cerimônia na Escola Militar onde estudou. Ele tinha 91 anos.

Cerca de 60 mil pessoas passaram pelo velório de Pinochet nesta semana. Embora a maioria das pessoas fosse simpatizante do general, algumas não eram.

A policia confirmou na quarta-feira que Francisco Cuadrado Prats, neto de um conhecido opositor de Pinochet, cuspiu no caixão do ditador. Cuadrado é neto de Carlos Prats, um general leal a Allende que foi assassinado por homens de Pinochet em 1974 em Buenos Aires. Cuadrado chegou a ser detido, mas foi liberado em seguida sem sofrer acusações.

Ao todo, 145 pessoas foram presas entre domingo e quarta-feira em incidentes vinculados à morte de Pinochet, segundo o Ministério do Interior. Os confrontos deixaram 47 policiais e 18 civis feridos.

O governo estima que cerca de 3.000 pessoas foram mortas pelo regime militar e 28 mil foram torturadas. Além disso, centenas de milhares de chilenos fugiram para o exílio.

Seguidores de Pinochet dizem que, ao derrubar Allende, ele salvou o Chile do comunismo.

Em seu discurso de terça-feira, o capitão Augusto Pinochet descreveu o avô como "um homem que, no auge da Guerra Fria, derrotou o governo marxista que tentava impor seu modelo totalitário, não pelas urnas, mas pelo uso direto da força".

Ele atribuiu as várias tentativas de punir Pinochet a "juízes que querem fazer nome ao invés de buscar a justiça".

Bachelet, que foi torturada por agentes de Pinochet durante o regime, propôs a reconciliação entre esquerda e direita, mas admitiu que isso será difícil. "Com a história que o Chile tem, a dor vai durar por muito tempo", disse ela em entrevista coletiva na qual falou publicamente pela primeira vez sobre a morte de Pinochet.

O comando conjunto das Forças Armadas dos EUA recomendou uma mudança do foco militar no Iraque, order com um enfoque no treinamento das forças iraquianas e na resolução de assuntos políticos e econômicos, clinic em vez de confronto com insurgentes, viagra dosage disse a edição de hoje do Washington Post.

Citando fontes próximas à revisão de política da Casa Branca, o jornal disse que oficiais de alta patente fizeram uma análise sobre o que os militares podem e não podem fazer no Iraque, durante uma reunião com o presidente norte-americano, George W. Bush, no Pentágono, ontem.

Os líderes militares são contra a mobilização maior de tropas para a região, mas apóiam medidas para ajudar o Exército iraquiano, afirmou o Post. Um porta-voz do comando militar não estava imediatamente disponível para comentar a notícia.

Homens armados e em uniformes camuflados seqüestraram hoje cerca de 30 iraquianos de uma área industrial na região central de Bagdá, rx informaram fontes da polícia.

De acordo com as fontes, about it  os homens chegaram em 10 carros policiais e três picapes na área de Sinak, onde os cerca de 30 lojistas que vendem peças de carros foram capturados.

A Petrobras não teme viver no Equador o mesmo calvário pelo qual passou na Bolívia após a nacionalização do setor de hidrocarbonetos, salve apesar da vitória de Rafael Correa, stomach de orientação nacionalista. De acordo com o diretor da área internacional da empresa, Nestor Cerveró, as operações equatorianas, além de menores, envolvem apenas petróleo, cujos contratos e mercado são bem distintos da experiência boliviana.

"No Equador a situação é outra, não somos o principal investidor como na Bolívia, temos apenas dois blocos de produção, nada se compara com à Bolívia", disse na noite de quarta-feira.

Ele informou que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, esteve com Correa na semana passada. Segundo ele, em nenhum momento o clima foi de ameaça.

"Por enquanto não existe o anúncio de nenhuma informação oficial, nós temos um acordo de cooperação com o Equador, que eu assinei, e por enquanto a situação está tranqüila", garantiu.

Cerveró acenou com a intenção de aumentar a presença no país onde atualmente produz em apenas dois blocos 30 mil barris diários de petróleo pesado. Os ativos foram herdados da antiga Pecom Energia, empresa adquirida pela Petrobras em 2002, e que investiu desde 1997 cerca de US$ 500 milhões no Equador.

"É diferente da Bolívia, que foi a Petrobras que investiu tudo. Nós herdamos esse investimento, mas vamos investir mais", antecipou.

Os planos são de aumentar para 40 mil barris diários em 2007 e atingir 60 mil assim que recebam autorização para desenvolver a produção em uma área localizada em um parque indígena. Os investimentos previstos são de US$ 300 milhões até 2008, informou o diretor. Na Bolívia, a meta é voltar a investir para aumentar a produção de gás, já que agora, segundo Cerveró, existem condições para a retomada de projetos anteriores à crise.

"Agora a condição do contrato prevê uma rentabilidade que é adequada para o nosso negócio, e tem o mercado de gás brasileiro para ser atendido", justificou. "O gás já foi descoberto lá, não é exploração, é só desenvolvimento da produção, e isso tem custo menor", reforçou.

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