A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em queda nesta quinta-feira depois de operar em alta durante a maior parte do pregão.
O que pesou foi a queda acentuada do preço do petróleo no fim do dia, cheapest information pills que fez a blue chip Petrobras cair 1,68 por cento, para 43,80 reais.
"A Bovespa logo na abertura teve alta significativa em função do ajuste com as ações em Nova York, que ontem subiram. No nosso caso, a queda foi em função das ações da Petrobras", comentou Miguel Daoud, diretor da Global Financial Advisor.
Os contratos futuros de petróleo nos Estados Unidos deslizaram nesta quinta-feira, para o menor nível em quase um ano, um dia antes do vencimento do contrato de dezembro.
Na Nymex, o petróleo para entrega em dezembro caiu 2,50 dólares, para 56,26 dólares o barril. Foi a menor cotação de fechamento desde 18 de novembro, quando finalizou a 56,14 dólares.
Com isso, o principal indicador da bolsa paulista recuou 0,31 por cento, para 41.161 pontos. O volume financeiro ficou em 3,2 bilhões de reais, acima da média diária do ano.
O mercado acompanhou durante o dia uma série de dados nos Estados Unidos. O mais importante foi o relatório de inflação ao consumidor, que mostrou preços abaixo do esperado em contraste com preocupações demonstradas pela ata do Federal Reserve na quarta-feira e também a comentários de membros do banco central norte-americano nesta quinta-feira.
Apesar dos recentes dados positivos de inflação, o mercado continua dividido quanto ao rumo do juro norte-americano.
Entre os destaques de alta do pregão na Bovespa, ficaram os papéis da CCR Rodovias, que subiram 2 por cento, para 24,60 reais, depois de a empresa anunciar aumento do lucro.
"Acreditamos que no curto prazo a ação deve continuar a ser direcionada por notícias positivas", avaliou a corretora Merril Lynch, mencionando concessões federais que devem ocorrer em março de 2007 e novos projetos.
A instituição reiterou a recomendação de compra e colocou o preço-alvo em 29 reais.
Um tornado devastou na quinta-feira um camping da Carolina do Norte, order matando pelo menos sete pessoas, destruindo trailers e fazendo carros voarem, segundo autoridades.
Os hospitais da região receberam 20 feridos por causa do tornado, que ocorreu um pouco a oeste da localidade de Riegelwood, segundo Kip Godwin, presidente do Condado de Columbus.
Godwin disse que o número de mortos pode crescer conforme as equipes de emergência vasculham a área, inclusive porque o vento forte pode ter atirado as vítimas para os bosques próximos.
"É que nem uma zona de guerra, carros em cima de carros, carros em cima de casas, roupas por todo lado", disse Sammie Jacobs, funcionário do condado, por telefone. "Notei que um par de corpos estava num canal."
O governador Mike Easley enviou a Defesa Civil da Carolina do Norte para a região. "Está perigoso demais para dirigir", disse o sargento rodoviário Joel Siles.
Jennifer Long, diretora do escritório de turismo do Condado de Columbus, disse que o tornado ocorreu por volta de 7h (hora local, 10h em Brasília) e que um abrigo de emergência foi montado para as pessoas que perderam suas casas.
O tornado foi causado por uma tempestade que provocou reflexos em grande parte do sul dos EUA na quarta-feira e na madrugada de quinta. A imprensa disse que uma pessoa morreu na quarta-feira na Louisiana.
Em outro incidente, um idoso ficou ferido por um tornado durante a madrugada no Condado de Iredell, também na Carolina do Norte, segundo a Cruz Vermelha.
A estatal peruana Petroperú voltará a fazer trabalhos de exploração, sickness após mais de 10 anos, sildenafil graças a um acordo com a Petrobras, com a qual também avalia ingressar na indústria petroquímica, disse o governo peruano na quinta-feira.
Petroperú e Petrobras assinaram com a empresa estatal encarregada de promover e supervisionar investimentos no setor seis convênios de avaliação técnica para definir os projetos que desenvolverão em exploração e produção na região Loreto, na selva norte do Perú.
O acordo é o primeiro passo concreto de uma aliança estratégica que a Petrobras e a Petroperú selaram em setembro para desenvolver projetos conjuntos na área de energia.
"A Petroperú volta agora a ser uma empresa que explora", disse o ministro de Energia e Minas, Juan Valdivia, durante a cerimônia de assinatura do convênio.
"Na atividade petroleira, a integração vertical é uma necessidade. Petroperú volta à integração vertical e a Petrobras é uma grande aliada", afirmou o presidente da Petroperú, César Gutiérrez.
De acordo com os convênios de avaliação técnica, Petroperú e Petrobras farão estudos geológicos e físicos em 5,7 milhões de hectares da Amazônia peruana, com um investimento de quase um milhão de dólares, para definir em um ano projetos de exploração e produção de hidrocarbonetos.
O presidente da Petroperú disse que as empresas concordaram que a Petrobras assumirá 100 por cento do capital de risco da fase exploratória, embora não tenha detalhado exatamente a quanto chegaria o investimento total.
A aliança entre a Petroperú e a Petrobras, que contempla projetos conjuntos de exploração, produção, refino, transporte e distribuição de hidrocarbonetos, foi impulsionada pelos presidentes Alan Garcia e Luiz Inácio Lula da Silva.
Gutiérrez disse que as duas empresas avaliam a possibilidade de entrar na indústria petroquímica em um projeto no sul do Peru, no qual também está interessada a filial da francesa Suez e que exigiria investimentos de 800 milhões de dólares.
"A petroquímica é uma das muitas possibilidades de negócios em energia que existem no Peru e como tal nossos técnicos também a avaliam", disse o gerente geral da Petrobras no Peru, Pedro Grijalba.
A Petrobras, que opera no Peru desde meados da década de 1990, produz petróleo em um lote na costa norte e explora hidrocarbonetos na selva peruana.