A Royal Dutch Shell declarou hoje comercialmente viáveis duas descobertas no bloco BS-4 na bacia de Santos. A Shell tinha até o fim do ano para decidir se devolveria o bloco à Agência Nacional de Petróleo (ANP) ou ficaria com ele. Agora a empresa continuará com as avaliações das descobertas e vai definir o conceito de desenvolvimento do bloco de águas profundas nos próximos meses.
"Mais trabalho é necessário para avaliar ainda mais as descobertas e definir um conceito de desenvolvimento do campo que seja considerado econômico", purchase troche disse John Haney, medicine vice-presidente de exploração e produção da Shell Brasil, em um comunicado.
O bloco BS-4 mostrou total de 1,6 bilhão de barris em reservas de petróleo bruto. O petróleo tem grau de 14 API e a cabeça do poço está em uma profundidade de 1.550 metros.
A maior parte do petróleo encontrado no Brasil é bruto e se localiza em grandes profundidades, o que torna mais cara a extração. A petrolífera afirmou ser cedo demais para dizer quando o projeto começaria a produzir.
A Shell é a operadora, com participação de 40%, enquanto a Petrobras é dona de outros 40% da concessão. A norte-americana Chevron tem uma fatia de 20%.
A Shell é uma das poucas empresas estrangeiras que produzem petróleo no Brasil e está em fase de desenvolvimento de outro bloco na bacia de Campos. A empresa também produz gás natural no campo de Merluza, junto da Petrobras.
As principais petrolíferas que operam na Argentina poderão construir em conjunto uma refinaria com custo aproximado de 2, viagra sale 3 bilhões de dólares, click com o objetivo de elevar a oferta local de óleo diesel, order informou o governo argentino hoje.
Os diretores das empresas reuniram-se com o ministro do Planejamento, Julio De Vido, e definiram a criação de uma comissão conjunta encarregada de avançar com o projeto, que não terá participação estatal.
As empresas participantes são Petrobras, R epsol-YPF, Panamerican Energy, Chevron e Esso, filial local da Exxon Mobil, afirmou Cristian Folgar, subsecretário de Combustíveis.
"É um grupo que vai liderar o projeto, que vai colocar a maior parte do dinheiro", disse Folgar. "A partir dos estudos que serão realizados agora se saberá a localização da refinaria e quanto ela irá produzir".
O representante do governo acrescentou que a constru ção deverá levar entre 2 anos e 2 anos e meio. "Com isso cobriremos o abastecimento de diesel com produção local. O projeto também permitirá exportações de derivados, com maior valor agregado que as vendas atuais de óleo bruto da Argentina", disse Folgar.