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Economia

Pesquisa da FGV diz que consumidor chega ao fim do ano mais confiante

Arquivo Geral

27/12/2006 0h00

O adolescente de 16 anos que ficou ferido na explosão de uma bomba dentro de um trem em São Paulo morreu hoje. William da Costa Silva estava com 75% do corpo queimado e teve falência múltipla dos órgãos.

William se feriu quando tentava abrir um pacote que estava dentro do trem. No pacote havia um artefato explosivo que provocou um incêndio no vagão onde o jovem estava. De acordo com o site Terra, website treatment o vagão ficou destruído.

O Sudão concordou na quarta-feira em permitir que um pequeno número de soldados de paz da ONU apóiem a força da União Africana em Darfur. Um contingente de 105 soldados e policiais devem chegar à região até o fim de janeiro, sick segundo comunicado conjunto da UA e da ONU.

Mas ainda não estava claro se o governo sudanês havia concordado em criar uma força de paz conjunta para tentar controlar a situação na violenta região do oeste do Sudão, click em que 200 mil pessoas já morreram e 2, no rx 5 milhões foram expulsas de suas casas nos últimos quatro anos.

"Foi acertado que os policiais e os soldados da ONU vão usar suas fardas nacionais com um capacete azul das Nações Unidas, além de uma braçadeira da UA", disse a nota conjunta.

Assim, 38 observadores embarcarão para Darfur até o fim do ano, e o restante dos 105 em janeiro, informou o documento. A ONU também fornecerá uma verba de US$ 21 milhões para a União Africana, incluindo computadores, equipamentos de comunicação e caminhões-pipa.

Antes, o governo sudanês recusava-se a permitir a presença de forças da ONU em Darfur. Uma outra declaração da ONU informou nesta quarta-feira que o governo também aceitou criar uma força conjunta da ONU e da UA, mas a informação não foi confirmada por Cartum.

"Definimos três fases de apoio das Nações Unidas à União Africana: financeira, técnica e pessoal", disse um representante do Ministério das Relações Exteriores do Sudão.

Questionado se havia um acordo para a criação de uma força conjunta, três ministros presentes à entrevista coletiva disseram que não.

Acredita-se que o governo sudanês esteja tentando recuperar sua popularidade doméstica, afetada pela recusa em aceitar a participação da ONU na força de paz. Um diplomata europeu afirmou acreditar que até meados de 2007 haja um número significativo de soldados de paz da ONU mobilizados na região.

Apesar de um acordo de paz fechado em maio, e mediado pela UA, a violência vem aumentando em Darfur, pois as facções rebeldes que rejeitam o acordo renovaram as hostilidades com o governo em junho.

Sem equipamento, experiência logística e recursos financeiros, a União Africana não conseguiu pôr fim aos combates. Mas Cartum rejeitou a resolução do Conselho de Segurança da ONU para mobilizar uma força de paz da ONU com 22.500 homens no lugar do contingente da UA. A ONU então aceitou o meio termo, a força conjunta, mas publicamente o Sudão também rejeitou essa solução.

Rebeldes pegaram em armas em Darfur no início de 2003, acusando o governo central de marginalizar a região, que fica n a fronteira com o Chade. Para conter a revolta, Cartum armou milícias, que hoje são acusadas de estupros, assassinatos e vandalismo, numa ação qualificada pelos EUA como genocida.

O governo do Sudão nega que haja genocídio, e o Tribunal Penal Internacional está investigando as denúncias de crime de guerra na região.

Uma alemã de 21 anos que não estava com vontade de ir trabalhar em um restaurante de fast food enviou uma mensagem de texto a seus pais dizendo que havia sido seqüestrada.

A polícia da cidade de Straubing disse nesta quarta-feira que eles tinham iniciado uma enorme busca pela região para a mulher que desapareceu no dia 23 de dezembro, prostate mas apareceu ilesa na manhã seguinte, dizendo que o seqüestrador a tinha libertado.

Um porta-voz disse que a mulher foi questionada durante o Natal e admitiu ter inventado a história porque devia 25 euros (US$ 32,90) a um colega e não tinha o dinheiro para pagar a dívida. Ela agora enfrenta uma multa de até 1 mil euros.

Na solenidade de assinatura de proposta para valorização do salário mínimo, generic o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vetará aumento  superior a R$ 380 a partir de abril de 2007, buy more about valor acertado entre o governo e as centrais sindicais.

"Se alguém tentar extrapolar o limite do que foi acordado, não tenha dúvida que eu veto, como eu vetei antes das eleições a demagogia daquele aumento que quiseram dar", afirmou o presidente no Palácio do Planalto.

Em julho, o Congresso Nacional aprovou reajuste de 16,7% para as aposentadorias e pensões pagas pela Previdência Social. O presidente Lula vetou a correção, argumentando que aumentaria o déficit previdenciário.

A proposta de valorização do mínimo, resultado de um acordo entre governo e centrais sindicais, prevê que, de 2008 a 2011, o reajuste será feito com base na reposição da inflação com o Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país) do dois anos anteriores. A cada ano, o aumento será antecipado em um mês e, em 2010, ele será pago a partir de janeiro.

Na avaliação do presidente, a proposta mostra um novo padrão de relacionamento entre governo e trabalhadores.

As agências assistenciais que atuam na ajuda humanitária na Somália estão se preparando para enfrentar brevemente um aumento dos problemas após o acirramento do conflito em um país que já é um dos mais pobres e violentos do mundo.

A luta entre as forças do governo somali e os rivais do movimento islamita está causando problemas para a chegada de suprimentos, viagra approved e os funcionários das agências dizem que eles terão de enfrentar as baixas e a fuga de milhares de pessoas das zonas de conflito.

"Nossos colegas não viam uma violência tão devastadora na Somália havia dez anos", mind disse Pedram Yazdi, symptoms enviado à Somália pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha(ICRC).

O Programa de Alimentação da ONU (WFP) disse na quarta-feira que está suspendendo temporariamente o lançamento aéreo de suprimentos ao país. Também recolheu temporariamente dois helicópteros e 25 funcionários da cidade somali de Kismayu, devido à instabilidade na região.

Apesar de a guerra no sul da Somália já durar uma semana, ainda não houve o êxodo em massa que muitos temiam. Mas testemunhas afirmam que há gente saindo de áreas específicas, e os campos de refugiados de Dadaab, no Quênia, estão se preparando para a possível chegada de 200 mil refugiados.

Atualmente os acampamentos abrigam 168 mil pessoas, segundo a Acnur (agência de refugiados da ONU).

Antes do início do conflito mais recente, mais de meio milhão de somalis estavam recebendo ajuda, em parte por causa de uma forte estiagem, que foi seguida pelas maiores inundações em anos.

As agências assistenciais têm dificuldades de ajudar os somalis desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991, que foi seguida por uma situação de caos. As entidades internacionais utilizam funcionários locais para promover os trabalhos de ajuda.

Os dois lados do conflito dizem ter matado centenas de pessoas, mas não há uma verificação independente das baixas reais nas frentes de batalha.

"Não temos números de mortos porque eles não são levados aos hospitais", disse Yazdi, da Cruz Vermelha. "Mas, considerando o aumento diário no número de feridos, dá para dizer que a violência já matou muita gente".

O Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) disse que os jovens estão correndo um risco maior, principalmente porque muitos adolescentes são convocados para a luta e pela separação das famílias.

Os consumidores brasileiros chegaram ao fim do ano mais confiantes nas possibilidades de melhora da situação financeira de suas famílias, visit this site mas esse comportamento oscilou ao longo de 2006, acompanhado o fraco ritmo da economia do País.

Levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado nesta quarta-feira, mostrou que o índice de confiança do consumidor do País subiu 2,2%, para 111,7 pontos, maior nível já registrado pela Fundação desde que o índice começou a ser calculado, em setembro de 2005.

Apesar disso, o economista Aloisio Campelo, responsável pelo levantamento, afirmou que o ritmo de aumento da confiança do consumidor não foi tão expressivo em 2006.

"O consumidor está mais satisfeito com a situação da família, mas o avanço foi pequeno e proporcional ao crescimento baixo da economia", disse Campelo. "Para os próximos meses, o consumidor está mais confiante porque há uma expectativa de que a economia decole, que não tenha um desempenho aos trancos e barrancos como teve em 2006, um verdadeiro sobe e desce que abalou a confiança do consumidor", acrescentou.

Nos últimos 12 meses, o índice de confiança do consumidor apurado pela FGV acumulou uma alta de 7,8%, informou o economista.

De novembro para dezembro houve uma melhora tanto na percepção do consumidor em relação ao presente quanto para os próximos seis meses.

A diferença em dezembro foi que o aumento ganhou força por conta das famílias de maior renda, segundo explicou Campelo. Nos últimos meses, o índice de confiança vinha se elevando, mas sempre influenciado pelo comportamento das famílias de renda mais baixa, que de acordo com os conceitos da FGV são as que têm renda de até R$ 2.100 por mês.

"Acho que em dezembro houve uma harmonização da percepção dos consumidores", disse o economista.

A pesquisa foi feita com base numa amostra de mais de dois mil domicílios em sete das principais capitas do País. A coleta de dados foi feita entre os dias 1º e 21 de dezembro.

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