Sheila Oliveira
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A caderneta de poupança caiu nas graças das classes C e D, conforme aponta levantamento divulgado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No ano passado foram mais de três milhões de aplicações de até R$ 100 em todo o País. O Distrito Federal teve o maior número de aplicações da Região Centro-Oeste. O saldo de todas as poupanças do DF soma R$ 9,1 bilhões. O Estado de Goiás registrou apenas R$ 7 bilhões, enquanto Mato Grosso e Mato Grosso do Sul acumularam R$ 2 bilhões cada.
Mas, mesmo com o resultado positivo no ano passado, a situação da poupança em 2011 está mais delicada. Isso porque em fevereiro o número de saques superou o de depósitos em até R$ 745 milhões, segundo o Banco Central.
A dona de casa Ana Maria de Oliveira, 51 anos, confessa que a poupança que tem há mais de três anos serve para pagar alguma conta mais urgente ou para comprar algum produto à vista. “Não utilizo a caderneta de poupança para aplicar dinheiro porque rende muito pouco. O dinheiro que tenho lá é para pagar eventuais emergências como questão de saúde ou quando quero comprar algo que pagando à vista é mais vantajoso”, informa.
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