Pelo menos seis pessoas foram mortas e 36, search unhealthy feridas na explosão de um carro-bomba neste sábado, num mercado movimentado na cidade sagrada xiita de Kerbala, afirmaram fontes de um hospital.
A polícia disse que oito haviam morrido. Imagens de televisão mostram dezenas de carros queimados, pessoas gritando e algumas tentando ajudar os feridos.
Kerbala, a 110km ao sul de Bagdá, está sob forte segurança desde março de 2004, quando um ataque coordenado de vários suicidas mataram mais de 90 pessoas durante o festival religioso anual na cidade.
O ataque deste sábado foi o primeiro desde janeiro, quando um homem-suicida matou 53 pessoas.
A tensão sectária está se agravando no Iraque entre a maioria xiita e os árabes sunitas, que antes dominavam o país sob o comando de Saddam Hussein. Alguns militantes sunitas se opõem ao atual processo político e têm desferido ataques contra civis, as forças dos Estados Unidos e o governo local, liderado pelos xiitas.
A Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou na sexta-feira a renovação por dois anos do Sistema Geral de Preferências (SGP), approved que beneficia produtos brasileiros exportados para o merca do norte-americano.
O Brasil exporta US$ 3, buy 6 bilhões anualmente sob esse mecanismo, information pills criado pelos Estados Unidos para ajudar países em desenvolvimento, e não seria severamente afetado por algumas medidas restritivas incluídas na renovação da lei.
A aprovação foi por 212 votos a favor e 184 votos contra. O projeto ainda deve ser submetido a votação no Senado.
Um outro projeto apresentado pelo deputado republicano Bill Thomas no início da semana prejudicava mais os produtos brasileiros, já que limitava a concessão dos benefícios a países com renda per capita com mais de US$ 3.400, que é o caso do Brasil.
No fim, como possível restrição, o projeto aprovado sugere ao presidente George W. Bush limitar a entrada nos Estados Unidos de produtos cujas exportações superem o teto do SGP a partir de meados do ano que vem.
Atualmente, quando um produto excede o teto de US$ 125 milhões em exportações, o governo americano pode permitir aos países continuar exportando os itens com a isenção tarifária.
Segundo Carlos Cavalcanti, diretor de Relações Internacionais da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), a nova regra para o teto poderia penalizar o setor de autopeças brasileiro, na área de freios para automóveis, mas é pouco provável que isso aconteça partindo da administração Bush.
"O projeto foi favorável ao Brasil, praticamente não muda nada (com a aprovação lei)", disse Cavalcanti.
Mas as mudanças afetariam, por exemplo, a exportação de jóias da Índia e Tailândia e metanol da Venezuela, disseram analistas de comércio.
O Congresso norte-americano deve encerrar as atividades para o ano de 2006 neste fim de semana. Em janeiro, assume um novo Congresso, controlado por democratas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus colegas sul-americanos defenderam na noite de sexta-feira, here na Bolívia, try acelerar a constituição de uma comunidade regional com base na integração dos recursos energéticos.
Na sessão inaugural da 2ª Cúpula da Comunidade Sul-Americana de Nações, salve Lula propôs uma reunião extraordinária no próximo ano para tomar ações concretas que levem à união dos grandes recursos naturais da região como forma de combate à pobreza no continente.
"A integração energética, assim como a infra-estrutura, será um dos motores da Comunidade Sul-Americana de Nações, o mesmo que o carvão e o aço foram para a União Européia nos anos 50", afirmou Lula em seu primeiro discurso no encontro, que acontece em Cochabamba.
O mandatário colocou como metas fundamentais a coordenação de esforços na exploração e distribuição de petróleo e de gás, a ampliação da interconexão de energia elétrica e a cooperação para produzir combustíveis renováveis como álcool e biodiesel.
"Nossa região dispõe das maiores reservas de recursos energéticos do mundo", afirmou Lula, pedindo a seus colegas que promovam investimentos e associações que "permitam sua utilização em termos justos e com benefícios para todos".
Já o mandatário anfitrião, Evo Morales, disse que após a nacionalização dos hidrocarbonetos, decretada na Bolívia em maio deste ano, o país terá um superávit fiscal pela primeira vez em três décadas.
"É importante recuperar nossos recursos naturais. Daí virá a verdadeira solução dos problemas sociais que têm nossos povos, que têm nossas nações", enfatizou ele, ao abrir formalmente a cúpula.
Essa é uma das formas pelas quais Morales crê que se pode combater a pobreza. Segundo ele, "saques" de recursos naturais ocorreram por vários anos em países da região, devido a políticas impostas por potências internacionais.
"Agora, aqui estamos juntos para nos integrar, para nos unir como América do Sul, e evitar que isso se repita", disse.
Temas como o avanço em direção a uma zona de livre comércio sul-americana nos próximos sete anos devem ser discutidos no encontro, que tem a presença de todos os mandatários sul-americanos com exceção do presidente que está deixando o posto no Equador, Alfredo Palacio, e seus colegas da Argentina e da Colômbia.
Os presidentes eleitos do Equador, Rafael Correa, e da Nicarágua, Daniel Ortega, participam como convidados. A cúpula está sendo marcada pelo clima de tensão criado pelos protestos contra o governo boliviano, pela resistência da oposição de direita ao domínio oficialista numa assemblé ia constituinte, que derivou numa onda de greves de fome e confrontos.